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Inovação conectada com a sociedade e empresas

Promover a inovação tecnológica gerando valor para a sociedade, empresas e a Universidade. Essa é a missão da Rede Conecta UPF, que integra toda a estrutura de inovação da Universidade de Passo Fundo.  A apresentação do novo formato foi realizada nesta quarta-feira, dia 4 de setembro, durante a programação da Semana do Conhecimento.

A partir da Rede Conecta UPF, o Parque Científico e Tecnológico, a incubadora de empresas, a Agência de Inovação e os laboratórios de múltiplo interesse de várias áreas passam a atuar de forma integrada, potencializando atividades como: proteção da propriedade intelectual, projetos de pesquisa colaborativa (UPF-Empresa), interação universidade-empresa, licenciamento de patentes, pré-incubação e incubação de empresas, atração e residência de empresas no Parque, análises laboratoriais, etc.

Presente no encontro, a reitora da UPF, Dra. Bernadete Maria Dalmolin, destacou que o lançamento foi realizado em um momento importante e significativo, quando ocorre a Semana do Conhecimento. Em sua fala, ela parabenizou a todos pela iniciativa, destacando o esforço pela criação do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI), que permitiu uma nova visão sobre a ciência, a tecnologia e a inovação na região. “Para nós, é sempre um desafio pensar na interação Universidade e sociedade, juntamente com as empresas. É um desafio fazer com que nossas pesquisas se aproximem mais das necessidades e demandas sociais; que elas provoquem cada vez mais as diferentes áreas, nas diferentes matrizes produtivas; que elas busquem outras alternativas e que façam esse encontro entre ciência e demandas sociais econômicas ocorrer de forma mais intensa. Que bom que a comunidade abraça esse projeto. Este é o momento de integrar mais, inovar e descentralizar mais, e isso poderá ser visualizado nesse projeto e em todas as ações que serão feitas dentro da Universidade, de fato conectando a Instituição à comunidade”, destacou a reitora.

O vice-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UPF, Dr. Antônio Thomé, relatou que a integração da estrutura de inovação faz parte do novo método de gestão da Universidade, que visa agilizar a interlocução com a comunidade, reduzindo a burocracia e mostrando que é possível dar respostas mais rápidas aos anseios da sociedade. “Desde que iniciamos a gestão da UPF, nos propusemos a fazer com que as pessoas envolvidas conseguissem compreender o contexto que envolve a inovação e que fizessem várias atividades relacionadas à área na qual atuam. Apresentamos essa ideia para o grupo de setores, e eles propuseram o projeto e o planejamento estratégico. Tudo é fruto do trabalho dessa equipe. Também estabelecemos uma política que consiste em descentralizar a área de inovação. Já estamos colhendo frutos na cidade de Tapejara e em breve teremos atuação em Não-Me-Toque e em Carazinho. A UPF quer dar apoio aos novos empreendedores, a maioria deles egressos da Universidade”, pontuou.

Participaram do encontro membros CMCTI, além de gestores da Instituição, funcionários envolvidos com o projeto, o vice-reitor de Graduação, Dr. Edison Alencar Casagranda, e o vice-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários, Dr. Rogerio da Silva.

Ao final do encontro, os presentes foram convidados para conhecer a estrutura do UPF Parque e das empresas encubadas.

União de esforços pela inovação

De acordo com coordenador executivo da Rede Conecta UPF, Giezi Schneider, a Conecta surge para desenvolver a visão sistêmica e eliminar barreiras de acesso das pessoas à inovação e aos diferentes mecanismos/processos desenvolvidos por nós.

Além disso, a Conecta transborda para as unidades acadêmicas, pois em cada uma delas haverá pessoas de referência auxiliando a disseminar o tema. Também, por ser um modelo integrado e orgânico, é possível realizar mudanças a qualquer tempo, incorporando novos projetos, setores, pessoas e iniciativa. “Todas essas estruturas foram integradas, as pessoas trabalharão juntas e não dedicadas exclusivamente a um tema ou setor. Fizemos um planejamento e criamos a Conecta UPF, cuja missão é promover a inovação tecnológica gerando valor para a sociedade, as empresas e a Universidade. Para dar conta disso, todos nós devemos nos dedicar aos seguintes eixos estratégicos:  transferência de tecnologia; interação universidade-empresa; fomento ao empreendedorismo inovador; fortalecimento da pesquisa e disseminação da cultura da inovação”, reiterou.

O coordenador geral da Rede Conecta UPF, prof. Dr. Maciel Donato, salienta que o sucesso e a prosperidade nessa economia, que é baseada em conhecimento, virá se empreendermos e inovarmos, e se fizermos isso com tecnologia. “As maiores empresas do mundo são de tecnologia, e hoje, o principal capital dessas empresas é a inteligência instalada, ou seja, as pessoas. Pessoas bem formadas, preparadas e competentes. Trabalhos manuais e repetitivos serão cada vez mais substituídos por trabalhos intelectuais. Máquinas e equipamentos substituirão o trabalho braçal e, com o avanço da inteligência artificial, nós teremos um substancial incremento na capacidade de analisar dados e interpretar resultados, aumentando também significativamente a nossa qualidade de vida”, frisou.

Como a Conecta pode auxiliar a população?

Ajudando a criar uma cultura de inovação na região (nossa região pode ter a marca da inovação).

Transferindo tecnologias e conhecimentos gerados na UPF para empresas, que, por sua vez, vão disponibilizá-los para as pessoas.

Fortalecendo empresas inovadoras ou estimulando o surgimento de novas, que agreguem valor ao que produzimos e, por consequência, gerem mais riqueza para a região.

Criando melhores condições para que os “cérebros” permaneçam na região.

Se interessou pela Conecta? Veja como podemos lhe ajudar!

Você pode contatar ou visitar diretamente a Conecta, no módulo I do Parque, Campus I da upf. Contate-nos pelo site www.upf.br/conecta, pelos e-mails upfparque@upf.bre upftec@upf.br ou ainda pelos telefones (54) 3316-8283 / 3316-8158.

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A reinvenção das universidades

As principais certezas em relação às transformações das universidades são a necessidade de mudança e a preservação da qualidade do ensino. Esse pensamento esteve presente nos discursos das reitoras da Universidade de Passo Fundo (UPF), Dra. Bernadete Maria Dalmolin, e da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Me. Carmen Lúcia de Lima Helfer, que participaram do painel de abertura da VI Semana do Conhecimento da UPF, na segunda-feira, 2 de setembro, no Centro de Eventos da UPF. O painel teve como tema a “Universidade em transformação: integralizando saberes e experiências”.

Se reinventar, se autoavaliar e atender às transformações do século XXI são ações inevitáveis para as universidades. “Estamos todos no mesmo momento, olhando para dentro e buscando transformações internas para dar conta dos desafios do século XXI. O que sabemos é que como estamos não podemos continuar. A única certeza é a mudança. E a mudança de cultura é a tarefa mais difícil. Mas temos convicção de que vamos enfrentar esse momento, que envolve não só o cenário econômico e financeiro, mas também o fator concorrência”, afirmou a reitora da Unisc, uma das convidadas do painel da Semana do Conhecimento, que também é presidente do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung).

As universidades já iniciaram o processo de mudança. “A reinvenção pedagógica na Unisc está em alta, especialmente na formação docente, porque não se faz mudança sem formar o professor, tendo como foco o aluno. Temos o compromisso de manter as nossas instituições, que são sérias, têm credibilidade e uma força enorme na comunidade. Assim é a Unisc, a UPF e outras tantas universidades comunitárias do nosso estado. Precisamos que a comunidade continue acreditando em nós”, destacou a reitora Carmen.

Os processos de transformação são necessários para a evolução do ensino superior. “Estamos num momento de intensa transformação, porque o mundo, as pessoas e o conhecimento também se transformam. E nós precisamos acompanhar essa evolução e ao mesmo tempo oferecer algo que esteja mais factível com este momento contemporâneo”, declarou a reitora da UPF.

Se transformar sem abrir mão da qualidade do ensino é uma das premissas da UPF. “Vamos consolidando aquelas formas sólidas de educação e de formação e, ao mesmo tempo, agregando aquilo que o mundo contemporâneo oferece, mas sem deixar de oferecer toda aquela qualidade para o aprendizado crítico, para as pessoas de fato estarem aqui aprendendo com qualidade”, enfatizou Bernadete.

E um dos grandes questionamentos que marca esse cenário é para onde vão essas universidades em transformação. A reitora da UPF tem um direcionamento claro sobre para onde ir. “Nós vamos para um lugar onde a Instituição se consolida com cada vez mais qualidade, para onde a ciência se integra mais, a interdisciplinaridade estará mais intensa, e para uma maior conectividade com o mundo, com o território e com a tecnologia”, observou a reitora da UPF.

Também participaram do painel a coordenadora pedagógica da Unisc, Giana Diesel Sebastiany, o acadêmico da UPF Bruno Almeida e o professor da UPF Dr. Marcos Antonio Leite Frandoloso, que mediou o debate. A solenidade de abertura da Semana do Conhecimento também contou com a presença dos vice-reitores de Graduação, Dr. Edison Alencar Casagranda; de Pesquisa e Pós-Graduação, Dr. Antônio Thomé; de Extensão e Assuntos Comunitários, Dr. Rogerio da Silva, e Administrativo, Dr. Cristiano Cervi, da representante do Diretório Central de Estudantes (DCE|), Maria Fernanda Kemmerich, e com a apresentação musical do Grupo de Percussão da UPF.

Sobre a Semana do Conhecimento
A Semana do Conhecimento é um evento que ocorre anualmente na UPF com o objetivo de aproximar práticas de ensino, de pesquisa, de pós-graduação e de extensão.  Por meio de processos dialógicos, de vivências e experiências, e visa fortalecer e consolidar espaços de troca de conhecimento e saberes, envolvendo diferentes sujeitos da comunidade interna e externa.

A programação contemplará diversas atividades, tais como: palestra, roda de conversa, painel temático, apresentação de trabalho, cine-fórum, entre outras. As atividades serão realizadas nos turnos da manhã, tarde e noite e ocorrerão em diferentes espaços da Universidade.

Confira a programação dos próximos dias e mais informações sobre o evento em www.upf.br/semanadoconhecimento.

Fotos: Natália Fávero
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Comunicação da memória das Universidades Comunitárias é tema de dissertação

De que forma as Universidades Comunitárias trabalham a sua memória? Que espaço é
dedicado ao tema nos portais institucionais? A identidade comunitária está presente nessa
comunicação? Com o objetivo de responder a essas questões, o jornalista Eduardo de Carvalho
Borba desenvolveu, em sua dissertação de mestrado, a pesquisa intitulada Memória
Institucional Comunicada: um olhar sobre as Universidades Comunitárias. Além da intensa
pesquisa no ambiente online, o pesquisador realizou visitas presencias a seis Instituições
Comunitárias de Educação Superior (ICES) associadas ao COMUNG, nos anos de 2018 e 2019. A
conclusão do trabalho, realizado no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da
PUCRS, sob orientação da professora Cláudia Peixoto de Moura, foi apresentada no primeiro
semestre deste ano e está disponível no link http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/8755.

Com foco nas ICES regionais, a pesquisa abordou as iniciativas de memória institucional
promovidas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), Universidade de Passo Fundo (UPF),
Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí),
Universidade da Região da Campanha (Urcamp), Universidade de Santa Cruz
(Unisc) e Universidade Feevale. Nos portais das seis instituições foram analisados, no período
de um ano, os campos dedicados às notícias, às revistas e jornais e demais links que
evidenciam a memória institucional.

“Ao longo do desenvolvimento da pesquisa, foi possível perceber que as datas especiais, como
25 e 50 anos, continuam sendo os mobilizadores de iniciativas sobre memória, mas muitas
vezes de maneira dispersa. Porém, existem instituições nas quais profissionais e estruturas
qualificados dedicam atenção permanente à construção da memória institucional e regional, o
que repercute em produtos bem elaborados e uma estreita relação com a comunidade local”,
destaca Borba.

Museus, memoriais e centros de documentação, conforme o autor, são espaços de forte
relacionamento e valorização das regiões. Para conhecê-los, o pesquisador realizou visitas a
todas as cidades-sede das universidades, com mais de 2.300 quilômetros percorridos. “Os
números distintos de pessoas nas equipes e a diferença de recursos disponíveis em cada local
mostram a necessidade e a importância de um trabalho mais articulado entre as ICES, visando
trocas de ideias e construções colaborativas para a valorização da memória institucional”,
analisa o jornalista.

Eduardo de Carvalho Borba
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Região Norte do RS constrói rede de cidades educadoras e inteligentes

Das cinco cidades educadoras do Rio Grande do Sul que compõem a lista da Associação Internacional de Cidades Educadoras (AICE), três estão na região Norte do Estado. Nos últimos quatro meses, os municípios de Soledade, Marau e Carazinho conquistaram o título na região e outras estão em andamento. Conquistas que só foram possíveis em razão do trabalho do poder público, da comunidade e da assessoria da Universidade de Passo Fundo (UPF), por meio do Programa UniverCidade Educadora e do Projeto de Extensão Gestão da Educação: o feito, o necessário e o possível. Soledade, pioneira neste processo, recebeu o certificado oficial na quinta-feira, 29 de agosto, durante o II Encontro sobre Cidades Educadoras e Inteligentes, realizado no Centro Cultural de Soledade.

O prefeito do município, Paulo Ricardo Cattane, está ciente da responsabilidade que Soledade assumiu ao aceitar os 20 princípios da Carta das Cidades Educadoras, tornado essa conquista um marco na história do município. “É um projeto que vai além do espaço físico das escolas. A ideia é levar a educação para a nossa cidade como um todo. Muitas vezes, entendemos, de maneira equivocada, que a educação está apenas no lar e na escola, mas não. Temos que nos portar como pessoas educadas na família, na escola e na sociedade”, declarou o prefeito.

E esse desejo de ser cidade educadora não pode ser apenas de um governo, tem que ser um projeto da sociedade. “A rede de cidades educadoras iniciou uma aproximação com a UPF há dois anos e em conjunto com as cidades educadoras do Rio Grande do Sul iniciamos um trabalho de contato, encabeçado pela Universidade. Isso é muito valioso porque permite às cidades trabalharem juntas e pensar na importância da educação, e em especial a educação formal. Então, é muito importante esse pontapé inicial e esperamos um bom trabalho. Lembrando que cada um tem muito a contribuir para transformar a cidade em um território educativo. Cidade educativa não é um projeto de governo, é da cidade”, ressaltou a diretora da AICE, Laura Alfonso.

Mas afinal, o que é uma cidade educadora? Uma cidade educadora só se constrói com e para as pessoas. Essa é a opinião da professora Dra. Jaqueline Moll (UFRGS), uma das conferencistas da abertura do Encontro, realizado em Soledade. “Cidade educadora é uma utopia, porque é uma construção que tem a ver com conversar e escutar as pessoas”, salientou a professora.

Mais de 480 cidades de cinco continentes estão na lista de associadas da AICE. No Brasil, são cerca de 20. “Essa experiência na região Norte do estado tem sido única, um marco da Rede Brasileira de Cidades Educadoras. É um conjunto de cidades vizinhas trabalhando com os princípios das cidades educadoras com um impacto regional. É algo que não tivemos em outras partes do Brasil, porque as cidades educadoras ficam dispersas uma das outras. Quando as cidades estão próximas e trocam experiências já constroem uma potência territorial. Vocês estão fazendo escola e é um aprendizado que precisamos levar para o resto Brasil”, revelou o coordenador técnico da Rede Brasileira de Cidades Educadoras (RBCE), Ramires Mauricio Brilhante.

Universidade fomenta construção de rede na região
O trabalho para criar esta rede de cidades educadoras na região iniciou há cerca de uma década na UPF, consolidando-se neste ano. Neste percurso, a Universidade, por meio de parcerias com as secretarias de Educação, desenvolve projetos de formação continuada para os professores do Sistema Municipal, promovendo debates e cooperando para a construção de políticas públicas, além de fazer a interlocução com a AICE. “As cidades educadoras são uma conquista para a região e para a Universidade, fruto deste trabalho ao longo de 10 anos. Além de Soledade, Marau e Carazinho, que já conquistaram o título, a cidade de Camargo também se candidatou e está prestes a se tornar uma cidade educadora”, lembrou o assessor da Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (VREAC) e membro do Movimento Brasileiro de Cidades Educadoras, professor Dr. Marcio Tascheto.

Esse título das cidades educadoras não é o resultado final, mas apenas o começo de um trabalho. Pensar na educação, para além daquela presente no meio familiar e escolar, é reconhecer a potencialidade de avançar em todos os espaços, seja na mobilidade urbana, seja na construção de espaços de lazer ou nas discussões da sociedade. “Nas cidades educadoras as pessoas querem mais do que a cidade já é. É querer que a cidade seja território educativo, que dialogue com os outros setores, pensando na qualidade de vida da população”, comentou a coordenadora do UniverCidade Educadora e Inteligente, professora Dra. Eliara Levinski.

A Universidade quer ajudar a formar outras cidades educadoras, criando uma grande rede de cidades educadoras e inteligentes na região Norte do RS. “O conceito de cidades educadoras transcende a educação formal, pensa todos os espaços como educadores para e com as pessoas. Os princípios da carta fazem pensar a partir das nossas práticas, quer seja na saúde, na infraestrutura, no trânsito. Todos os espaços são permeados por atos que podem ser educadores ou não. Uma cidade e um mundo melhor precisa ser feito com a participação de todos e todos precisam ter espaço”, enfatizou a reitora da UPF, professora Dra. Bernadete Maria Dalmolin.

Soledade sediou maior evento da rede no Brasil dos últimos anos
O II Encontro sobre Cidades Educadoras e Inteligentes: Construindo Territórios Educativos, ocorre de 29 a 30 de agosto, em Soledade. O evento visa promover, qualificar, difundir e aprofundar a concepção de cidade educadora e inteligente como uma estratégia de desenvolvimento urbano e social nas cidades do norte do Rio Grande do Sul. O Encontro é promovido pela UPF, por meio do Programa UniverCidade Educadora e Inteligente, juntamente com os municípios de Soledade e Marau.

A solenidade de abertura foi realizada na noite de quinta-feira, 29 de agosto, bem como a conferência “A cidade com e para as pessoas”, com a participação da professora Dra. Jaqueline Moll (UFGRS) e do vice-presidente da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas, Me. Carlos Fress; sob a mediação do professor da UPF Dr. Márcio Tascheto.

Além de diversas autoridades e pessoas que ajudaram no projeto das cidades educadoras na região, também estiveram presentes na solenidade o secretário de Cultura e Educação de Rosário/Argentina, Dr. Guillermo Ríos, o coordenador técnico Rede Brasileira de Cidades Educadoras, Ramires Brilhante e a diretora da AICE, Laura Alfonso. “Fizemos diversos eventos da Rede no Brasil, que alcançaram 150, 200 pessoas, mas nunca com 400 pessoas. Esse é o maior evento da Rede dos últimos 10 anos no Brasil. A região está fazendo escola”, assegurou o coordenador técnico Rede Brasileira de Cidades Educadoras.

Encontro com lideranças
Durante à tarde de quinta-feira, o prefeito e a secretária de Educação de Soledade, Ádria Brum de Azambuja, receberam representantes da UPF, os líderes do movimento de Cidades Educadoras e lideranças regionais. As atividades em Soledade, além de contar com a participação da reitora da UPF, Bernadete, e dos professores Tascheto e Eliara, tiveram a presença do vice-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários, Dr. Rogerio da Silva, da coordenadora da Divisão de Extensão, Dra. Adriana Bragagnolo, do diretor da UPF Soledade, Me. Idioney Oliveira Vieira, da diretora da UPF Carazinho, Munira Awad, da coordenadora do projeto Circulando Cidadania, professora Me. Daniela dos Santos e do coordenador do projeto Cidades Inteligentes, professor Dr. Roberto Rabello.

Fotos: Natália Fávero

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Hospital São Lucas da PUCRS lança campanha de doação de órgãos

Meu Legado Salva será apresentado ao público com peça teatral sobre a temática
O Hospital São Lucas da PUCRS (HSL) lança na próxima sexta-feira, 6 de setembro, a partir
das 18h10min, a campanha para a doação de órgãos Meu Legado Salva. A ideia é
conscientizar a população sobre a importância de se avisar a família, ainda em vida, da opção
de ser um doador, além de desfazer mitos e informar sobre o tema. O marco inicial da
campanha será celebrado com a peça teatral Começar Outra Vez, com os atores Kely
Nascimento e Robson Vallado, em uma sessão com entrada franca no teatro do prédio 40 da
PUCRS. As inscrições, gratuitas, estão disponíveis pelo link. Haverá também apresentações do
Grupo Tholl e exibição do documentário Meu Legado Salva, com depoimentos de
transplantados e de famílias que autorizaram a doação de órgãos.
O HSL é o hospital privado de Porto Alegre com o maior número de notificações e doações de
órgãos. Até o mês de julho, registrou um aumento de 60% nas notificações de mortes
encefálicas e 30% nas doações de órgãos, quando comparadas ao mesmo período de 2018. A
campanha terá também um site próprio, que será lançado também no dia 6 e contará com
relatos e esclarecimentos a respeito da doação. “A morte é previsível, mas nunca é esperada.
Por isso, é importante conversar com os familiares sobre o desejo de ser doador de órgãos,
pois são eles os responsáveis em autorizar a doação quando acontecer o falecimento.
Certamente, a decisão em consentir tende a ser mais confortável quando as famílias
conhecem o desejo de ser doador para ajudar outras pessoas”, esclarece o enfermeiro
Dagoberto Rocha, da Organização de Procura de Órgãos do HSL (OPO 2), responsável em
identificar os potenciais doadores.
O diretor médico do Hospital, Saulo Bornhorst, teve a experiência de receber uma nova córnea
há 12 anos. O médico lembra da importância desse episódio na sua trajetória e relata que o
transplante devolveu plenamente sua visão, possibilitando o exercício da medicina, a
paternidade e todas as relações sociais de forma plena e saudável. “Na época, esperei a córnea
por 2 anos. Foi um momento difícil, pois trabalhava na emergência e tinha dificuldade de me
adaptar com as lentes de contato que utilizava. Tive o privilégio de receber o transplante. Sei
que é muito difícil para o familiar que perde alguém que ama. No entanto, essa decisão pode
salvar vidas”, reforça.

Doação de órgãos no RS
Atualmente no RS 40% das famílias não autorizam a doação de órgãos após o falecimento do
seu familiar. As principais razões relatadas são desconhecimento do desejo do falecido,
descontentamento com o atendimento hospitalar e a não compreensão da morte encefálica.
A Organização de Procura de Órgãos do HSL (OPO 2), tem uma equipe dedicada a capacitar
equipes médicas e assistenciais para falar sobre o tema e acolher os familiares nesse momento
que é decisivo para salvar vidas.  A entidade também tem auxiliado a Central de Transplantes
do RS na realização dos cursos de capacitação de morte encefálica aos médicos do corpo
clínico, o que além de ser requisito para a realização do diagnóstico de morte encefálica
promove a atualização e a discussão de todo o processo da doação de órgãos. Desde 2011, o
trabalho da OPO 2 já concretizou 550 doações.
Sobre a peça Começar Outra Vez
A peça tem um texto leve e divertido, que foi aos palcos pela primeira vez em setembro de
2007 com o ator Northon Nascimento e sua esposa, Kely. Atualmente, conta com Kely
Nascimento e Robson Vellado no elenco. A história de Adão e Eva conta as muitas dificuldades
no dia a dia de uma família por um não conhecer a vontade do outro. A importância do
diálogo, do tempo doado. Das muitas formas de doação em vida para que no final seja falado sobre doação de órgãos e tecidos. Para falar sobre a doação, Kely Nascimento apresenta no
final um breve texto poético e sensível – UM CORAÇÃO QUE TAMBÉM ERA MEU, contando
sobre os quatro dias de espera pelo coração de Northon. Em cartaz há 11 anos, o texto foi
produzido para que as pessoas possam compreender e ser tocadas pela grandeza e urgência
da doação.

Peça Começar Outra Vez
Quando: Dia 6/9, às 18h10min, no teatro do prédio 40 da PUCRS
Entrada franca
Inscrições antecipadas pelo link
Texto: Kely Nascimento
Direção: Robson Vellado
Elenco: Kely Nascimento e Robson Vellado
http://www.pucrs.br/blog/hsl-lanca-campanha-de-conscientizacao-para-doacao-de-
orgaos/

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Mestrados e doutorados da UPF com inscrições abertas

A Universidade de Passo Fundo (UPF) está com inscrições abertas para os cursos de pós-graduação stricto sensu. As formações, a nível de mestrado e doutorado, integram programas de diversas áreas do conhecimento. Interessados podem se inscrever no site www.upf.br/ensino.

Estão sendo oferecidas turmas para os Programas de Pós-Graduação em Agronomia (mestrado e doutorado); em Envelhecimento Humano (mestrado); em Engenharia Civil e Ambiental (mestrado e doutorado); em História (mestrado); em Letras (mestrado e doutorado); em Odontologia (mestrado e doutorado); em Administração (mestrado); em Ciência e Tecnologia de Alimentos (mestrado); em Ciências Ambientais (mestrado); em Direito (mestrado); em Computação Aplicada (mestrado profissional); em Ensino de Ciências e Matemática (mestrado profissional); e em Projeto e Processos de Fabricação (mestrado profissional).

Confira os programas de pós-graduação da UPF que têm inscrições abertas:

Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro) – mestrado e doutorado
O PPGAgro é um dos principais formadores de recursos humanos para atuarem como docentes em faculdades, fundações educacionais de curso superior e institutos federais, e como técnicos, consultores e assessores em empresas da área agrícola. Conta com vários projetos de pesquisas voltados à contribuição para o conhecimento científico global. Mais detalhes: www.upf.br/ppgagro.

Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento Humano (PPGEH) – mestrado
Com o objetivo de formar pesquisadores, docentes e profissionais para atender às demandas educacionais, biológicas, sociais e de inovação tecnológica, o PPGEH contribui para a produção e a socialização de conhecimentos de natureza interdisciplinar e multidimensional do envelhecimento humano. O processo de envelhecimento humano é investigado a partir da interface saúde e sociedade, com um enfoque em gerontecnologia e numa dimensão biopsicossocial. Mais detalhes: www.upf.br/ppgeh.

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGEng) – mestrado e doutorado
O PPGEng traz como principal diferencial uma proposta inovadora e visionária, com uma temática fortemente ligada ao desenvolvimento sustentável, alinhando decisões técnicas de engenharia com as principais questões de infraestrutura e meio ambiente do mundo contemporâneo. Capacita profissionais de diversas áreas do conhecimento para a solução de problemas em âmbito local, regional, nacional e internacional. Mais informações: www.upf.br/ppgeng.

Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) – mestrado
O PPGH mantém, em todas as suas iniciativas, o compromisso em formar profissionais de alto nível, comprometidos com o avanço do conhecimento na área de História e com o exercício do ensino, da pesquisa e da extensão e de outras atividades. Conheça o curso em www.upf.br/ppgh.

Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) – mestrado e doutorado
O PPGL oportuniza a continuidade e o aprofundamento da formação de docentes da área de Letras e de áreas afins e qualifica a prática científico-pedagógica dos profissionais que atuam em diferentes níveis de ensino. O Programa destaca-se pela expansão constante de suas parcerias nacionais e internacionais, que ocorrem por meio de intercâmbios docentes e discentes, de realização de pesquisas com outras instituições e de seminários com palestras e conferências interdisciplinares. Mais detalhes: www.upf.br/ppgl.

Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGOdonto) – mestrado e doutorado
O PPGOdonto qualifica o profissional para atuar, de forma multidisciplinar, dentro de um perfil crítico e reflexivo, fundamentado em evidências científicas e nos princípios humanistas, éticos e legais, capacitando-o ao exercício acadêmico (ensino) e profissional, com base no rigor técnico e científico. Mais informações: www.upf.br/ppgodonto.

Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGAdm) – mestrado
O PPPGAdm tem como área de concentração a Gestão Estratégica das Organizações, contemplando estudos com ênfase na geração de conhecimento sobre as organizações e sua relação com o desenvolvimento da sociedade. Os objetivos do curso são de promover a transferência dos conceitos e teorias desenvolvidos para o dia a dia da gestão organizacional, bem como de formar e atualizar profissionais, capacitando-os para o ensino de graduação, de pós-graduação e para a pesquisa em administração e/ou para a atuação no campo profissional, instrumentalizando-os a serem atores ativos na transformação da realidade local e regional. Saiba mais em www.upf.br/ppgadm.

Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA) – mestrado
O curso forma lideranças técnico-científicas para atuar no desenvolvimento de novos ingredientes, produtos e tecnologias para a indústria de alimentos, buscando novos alimentos e processos, com visão integrada da importância para o homem e para a segurança alimentar e com responsabilidade ambiental e social. Conheça o curso em www.upf.br/ppgcta.

Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCiAmb) – mestrado
Com o objetivo de capacitar e formar recursos humanos para atuar frente aos problemas ambientais advindos das relações entre sociedade, natureza e desenvolvimento sustentável, o PPGCiAmb da UPF atua com foco principal na interdisciplinaridade, fortalecido por disciplinas compartilhadas com profissionais de diferentes áreas de formação e pela temática das linhas de pesquisa. Mais detalhes: www.upf.br/ppgciamb.

Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGDireito) – mestrado
O PPGDireito estabelece as condições para o desenvolvimento de um conjunto de pesquisas que acolham problemas jurídicos concretos, a partir de reflexões teóricas, considerando a influência das matrizes filosóficas que sustentam a teoria do Direito, sobretudo nesta fase conhecida como pós-positivista. Mais informações: www.upf.br/ppgdireito.

Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada (PPGCA) – mestrado profissional
O PPGCA promove a interação entre pesquisa, desenvolvimento e inovação em temáticas da Ciência da Computação, empregando-a em produtos que atendam às demandas do setor produtivo. Por intermédio da ciência e da tecnologia e da transferência de conhecimento, contribui com novas soluções para importantes áreas socioeconômicas, especialmente tecnologia da informação, agricultura e saúde. Mestres do PPGCA estão preparados para conduzir atividades de pesquisa, de ensino, de gestão e de desenvolvimento e estão capacitados para a produção científica e tecnológica. Saiba mais em www.upf.br/ppgca.

Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECM) – mestrado profissional
O Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática proporciona a qualificação de professores para atuar nas disciplinas de Ciências, Física, Química e Matemática, nos diferentes níveis de ensino, tanto em salas de aula quanto nos espaços não formais de ensino (museus, centros, parques e outros). Oferece disciplinas científicas, pedagógicas e de tecnologias para aperfeiçoar o ensino e a aprendizagem da Ciência e da Matemática. Conheça o curso em www.upf.br/ppgecm.

Programa de Pós-Graduação em Projeto e Processos de Fabricação (PPGPPF) – mestrado profissional
Formando mestres com orientação profissional para a indústria, o curso de Mestrado Profissional em Projeto e Processos de Fabricação desenvolve estudos avançados na área, buscando a capacitação técnico-científica para que alunos das engenharias e áreas afins possam contribuir efetivamente para o desenvolvimento tecnológico. Mais detalhes: www.upf.br/ppgppf.

Open Day Pós-Graduação – Stricto Sensu

Quem deseja saber mais sobre os cursos de mestrado e doutorado terá uma oportunidade no dia 5 de setembro, quando a UPF promove uma nova edição do Open Day Pós-Graduação – Stricto Sensu. No centro de Convivência, das 10h às 22h, os participantes poderão esclarecer dúvidas sobre os programas. Também haverá um bate-papo sobre ciência e empreendedorismo com o coordenador da Agência de Inovação Tecnológica da UPF (UPFTec), Giezi Schneider, a partir das 17h.

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Unisc recebe inscrições para novas turmas de Mestrado e Doutorado

A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) está com inscrições abertas para as turmas 2020 nos Programas de Pós-graduação stricto sensu, sendo nove Mestrados e seis Doutorados oferecidos pela Instituição.

Programa Inscrições Site
Mestrado Profissional em Administração até 11/11 www.unisc.br/ppga
Mestrado e Doutorado Desenvolvimento Regional até 22/11 www.unisc.br/ppgdr
Mestrado e Doutorado em Direito até 30/10 www.unisc.br/ppgd
Mestrado e Doutorado em Educação até 31/10 www.unisc.br/ppgedu
Mestrado e Doutorado em Letras até 31/10 www.unisc.br/ppgl
Mestrado e Doutorado em Promoção da Saúde até 19/11 www.unisc.br/ppgps
Mestrado Profissional em Psicologia até 20/11 www.unisc.br/ppgpsi
Mestrado em Sistemas e Processos Industriais de 23/09 a 18/11 www.unisc.br/ppgspi
Mestrado e Doutorado em Tecnologia Ambiental até 01/11 www.unisc.br/ppgta

Para saber mais sobre os Mestrados e Doutorados da Unisc

O Mestrado Profissional em Administração tem como diferencial a formação de indivíduos inovadores e capazes de transformar a realidade em que atuam, através da criação de alternativas para a solução dos problemas.

O Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Regional visa promover a formação de profissionais para o exercício de atividades de ensino e pesquisa, de assessoria e consultoria, de avaliação e planejamento estratégico, em instituições públicas e privadas.

O Mestrado e Doutorado em Direito centra sua preocupação na discussão de questões fundamentais para o Direito, para o Estado e para a Sociedade.

O Mestrado e Doutorado em Educação objetiva qualificar pesquisadores da área da Educação, desenvolvendo estudos que consagrem o diálogo entre as diversas perspectivas científicas e filosóficas, para atuarem na docência, na pesquisa e em atividades profissionais específicas do conhecimento e da formação no campo educacional.

O Mestrado e Doutorado em Letras tem como objetivo desenvolver pesquisas com foco na Leitura, contribuindo para o avanço do conhecimento e o aperfeiçoamento de profissionais para atuarem na docência, na pesquisa e em atividades relacionadas a Letras, Comunicação Social, Filosofia, Educação e áreas afins.

O Mestrado e doutorado em Promoção da Saúde propõe a capacitação e a qualificação de pesquisadores e profissionais para produzir e difundir conhecimentos de forma interdisciplinar, no campo da promoção da saúde e bem-estar de indivíduos e populações.

O Mestrado Profissional em Psicologia objetiva capacitar profissionais da Psicologia, da área da Saúde, das Ciências Humanas e das Ciências Sociais Aplicadas para a inovação e produção de novas tecnologias no campo da Psicologia, propondo uma formação interdisciplinar de um profissional apto a sugerir formas criativas para a solução de problemas e enfrentamento dos desafios nos diferentes contextos de trabalho.

O Mestrado em Sistemas e Processos Industriais objetiva a geração de novas tecnologias, bem como a formação e a qualificação de recursos humanos através da implementação e consolidação do ensino, da pesquisa e extensão na área de Controle e Otimização de Processos Industriais.

O Mestrado e Doutorado em Tecnologia Ambiental busca capacitar o profissional para lidar com problemas ambientais de forma pró-ativa, através do conhecimento e domínio de ferramentas de gestão e tecnologias.

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Projeto Vida e Saúde da Urcamp oferece mais qualidade de vida aos idosos

Pelo menos três vezes por semana, cerca de 70 idosos, da Associação dos Aposentados de São Gabriel, recebem aulas gratuitas, através de atividades físicas e de recreação. O projeto é uma iniciativa do curso de Educação Física da Urcamp Campus Alegrete.

Atividades com bola, que estimulam a mobilidade, alongamentos e movimentos que orientam mais coordenação e equilíbrio. Parece simples, mas para quem já passou dos 60 anos, isso faz toda a diferença, por que as atividades vão além do exercício físico, também contribuem para o intelecto, a mente. O resultado é uma maior qualidade de vida aos idosos.

O Projeto Viva e Saúde, encampado pelo curso de Educação Física de São Gabriel, já está em vigor há 11 anos nas dependências da Urcamp. As atividades são divididas em dois turnos e acompanhadas de perto pelo Coordenador do curso de Educação Física Rodrigo Guterres e uma acadêmica bolsista. O professor, explica que os exercícios mesclam alongamento com o fortalecimento muscular, relaxamento, dança, até chegar nas atividades recreativas. “Embora seja físico, esse projeto tem ajudado muito no aspecto psicológico, porque tira o idoso de casa e faz com que ele crie relações pessoas aqui dentro e fortaleça essas relações. Então aqui eles se sentem vivos, com perspectiva de vida”, explica.

O aposentado Idalino Ximendez, 66 anos, é um entusiasta do projeto e resume a proposta em uma frase. “O projeto visa nos proporcionar saúde e inteiração pessoal”.

A acadêmica Diane Diose Damasceno, aluna do 3º módulo da graduação em Educação Física, cita os principais ganhos, em termos de saúde. “Através de ginásticas funcionais, conseguimos levar a eles benefícios como bem estar físico e psicológico, pois devolve a eles a autonomia, o aumento de massa muscular, estimula a redução de peso, a capacidade funcional e o aspecto cognitivo”, justifica. A bolsista diz que a experiência com os idosos está contribuindo para a sua formação. “Acrescenta capacitação e estímulo para seguir em frente como profissional e isso acrescenta ainda mais conhecimento à minha vida acadêmica”, resume.

O programa funciona nas segundas, quartas e sextas-feiras e é mantido pela Urcamp.

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PUCRS promove prêmio de literatura para melhor livro de contos

Estão abertas até 26 de setembro as inscrições para a 1ª edição do Prêmio Delfos de Literatura. As inscrições são destinadas a obras literárias inéditas no gênero conto. A promoção é do Instituto de Cultura da PUCRS e do Delfos – Espaço de Documentação e Memória Cultural, em parceria com a Editora Universitária da PUCRS (Edipucrs). Podem concorrer autores maiores de 18 anos, com escrita em língua portuguesa e que tenham um livro de contos inédito. O resultado final será divulgado em novembro. O vencedor ganhará um prêmio de R$ 1 mil e terá obra publicada pela Edipucrs.

Segundo o diretor do Instituto, Ricardo Barberena, a ideia do prêmio é possibilitar que escritores deem um primeiro passo em suas carreiras: “Também temos o objetivo de cumprir com uma das missões do Instituto de Cultura, que é incentivar a produção cultural, aproximando artista, universidade e comunidade”, completa.

Como se inscrever

Para se inscrever, confira o edital completo no link: http://bit.ly/editalpremiodelfos2019. A documentação pode ser encaminhada até as 23h59 do dia 26 de setembro de 2019.

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Uma universidade atenta às demandas da comunidade

Nascida de um desejo da própria comunidade, a Universidade de Passo Fundo (UPF) está inserida no cenário regional há mais de 50 anos. Ao longo do tempo, tem buscado fortalecer ações, promover mudanças e se reinventar para estar cada vez mais próxima da realidade das pessoas. Nesta sexta-feira (23), o momento foi de dar mais um passo nessa direção, com o lançamento da Escola de Extensão, projeto que tem como objetivo oferecer oportunidade de formação para todos os públicos, atendendo a diversas áreas do conhecimento, de forma ágil, moderna e inovadora.

Os cursos poderão ser sugeridos a partir de demandas internas da Instituição, bem como em resposta a necessidades de empresas, entidades de classe e poder público. O desenvolvimento poderá ser nas modalidades presencial, semipresencial, EAD e in company e, atualmente, além dos 12 cursos que já estão em andamento, há 12 opções com inscrições abertas.

Oportunizar diferentes formas de acesso à Universidade é um desejo de toda a gestão. Para o vice-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários, professor Dr. Rogerio da Silva, esse é um sonho antigo que se coloca em prática. Um desafio que envolverá toda a Instituição e que trará benefícios para todos. “Faz parte da estratégia da UPF de estar ainda mais próxima da comunidade regional e atender aos mais diferentes públicos que buscam a formação ou a atualização de forma rápida e prática. Existe uma grande demanda por cursos de extensão, nas diversas áreas do conhecimento, e temos estrutura, conhecimento e reconhecimento regional para suprir essa demanda. Nosso desafio é fazer isso com a qualidade da UPF e contribuir para a formação e a atualização das pessoas”, comentou.

A iniciativa está embasada nos aportes teórico-metodológicos da política de extensão da UPF. De acordo com o coordenador da Escola de Extensão, professor Me. Rodrigo Marciano da Luz, os cursos poderão ser propostos e promovidos por professores e/ou funcionários da Instituição, podendo ser realizados em colaboração com entidades públicas ou privadas, mediante convênio ou contrato. “As demandas identificadas serão encaminhadas às unidades acadêmicas de sua respectiva área de conhecimento, para fomentar os cursos”, explicou Luz.

Trabalho coletivo, resultado para todos

O engajamento para que o projeto saísse do papel foi destaque na fala da reitora, professora Dra. Bernadete Maria Dalmolin. Para ela, além da emoção de colocar em prática uma ação pensada por muitos envolvidos, o momento também mostra a força da Universidade em se reinventar e apresentar propostas, projetos e produtos de qualidade. “Quando pensamos em um projeto, ele precisa ser embalado, construído, e esse vem sendo construído há muito tempo. Esse sonho é antigo, e sonhávamos em um dia poder oferecer cursos de toda ordem, de todas as áreas, a pessoas que talvez nunca tiveram acesso à Universidade, ou mesmo àquelas que fazem formação o tempo todo. Para nós, esse momento é de profunda alegria e se revela como uma ocasião para mostrar a nós mesmos que é possível inovar e se reinventar. Nós habitaremos esse espaço ouvindo, como sempre, a comunidade e apreendendo as necessidades de cada local. Queremos inovar fazendo alianças, nos aproximando e criando cada vez mais oportunidades”, destacou.

O presidente da Fundação Universidade de Passo Fundo, professor Dr. Luiz Fernando Pereira Neto, agradeceu o empenho e a dedicação de todos. Em sua fala, destacou a importância da UPF no desenvolvimento e crescimento regional. “Enquanto Fundação, reafirmamos que a nossa função é justamente fomentar todas essas iniciativas louváveis e que nos tornam cada vez mais importantes na região em que estamos inseridos. Esse projeto vai se desenhando com o tempo, mas hoje já é uma realidade que vai ao encontro dos anseios da comunidade, rompendo as dificuldades e nos motivando a ser cada vez mais proativos e empenhados em pensar no futuro”, pontuou.

A proposta é que esses cursos ocorram em fluxo contínuo, com novas ofertas em Passo Fundo e/ou nos campi todos os meses. Também participaram da solenidade os vice-reitores de Pesquisa e Pós-Graduação, professor Dr. Antônio Thomé, e Administrativo, professor Dr. Cristiano Cervi, o diretor da Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (Feac), professor Dr. Verner Luis Antoni, docentes, funcionários, alunos e imprensa. O Núcleo Suzuki de violinos fez uma apresentação e recepcionou os convidados.

Conheça, informe-se, faça parte

As propostas de cursos de extensão podem ser enviadas para o e-mail escoladeextensao@upf.br.

Para conhecer e se inscrever nesses cursos, basta acessar www.upf.br/cursosdeextensao.

Fotos: Caroline Simor