
Tudo que você precisa saber para não comprar um animal traficado
Período de nascimento favorece a oferta de filhotes silvestres traficados. Quem compra também é responsável pela morte de 8 a cada 10 animais retirados da natureza
Parece um ato generoso comprar uma ave recém-nascida ou um filhote de algum mamífero de aparência fofinha com o intuito de cuidá-lo pelo resto da vida. Mas, na verdade, esse é um ato cruel que carrega consigo uma série de crimes e maus tratos aos quais esses animais são submetidos. Assim como quem trafica, quem compra também comete crime.
O dado é alarmante. Oito em cada dez animais traficados morrem após serem retirados forçosamente da natureza. Os dois que sobrevivem, quando são vendidos, motivam os traficantes a retirarem novos animais da natureza para alimentar esse mercado marcado pelo sofrimento. As punições para quem comete esse tipo de crime vão desde multas até a detenção, dependendo da gravidade e do tipo de envolvimento.
A professora e coordenadora do Grupo de Estudos de Animais Silvestres da Universidade de Passo Fundo (Geas/UPF), Me. Michelli de Ataide, explica que o tráfico de animais é um crime cometido sem interrupção durante o ano, no entanto, nesta época, aumenta o tráfico de filhotes em função de serem mais fáceis de serem condicionados. Como dependem de mais cuidados e são mais frágeis, também são mais suscetíveis a morrer.
Os maus tratos ocorrem desde que o animal é retirado da natureza. Posteriormente, são transportados em condições precárias, geralmente em recipientes pequenos e superlotados, o que pode causar fraturas e até a morte. A alimentação inadequada e a posterior vida em cativeiros nem sempre adequados completam a sentença a que são condenados.
Os danos, no entanto, não se resumem ao sofrimento individual dos animais, que, por si só, já configura um crime. A retirada dos indivíduos da natureza diminui o número de espécies polinizadoras e disseminadoras de sementes. Altera ainda o equilíbrio ambiental, uma vez que as proporções entre presas e predadores fica desregulada.

Denúncia ajuda a coibir o crime
Existem duas formas de contribuir para o fim do tráfico de animais silvestres. A primeira delas é não comprando exemplares de animais irregularmente. A segunda é denunciando, mesmo que anonimamente, situações suspeitas. A denúncia anônima pode ser feita a diversos órgãos, desde a Brigada Militar, Ibama e Secretarias Municipal e Estadual do Meio Ambiente.
Quem decide optar por ter um animal silvestre deve procurar criadores autorizados e verificar com cuidado a procedência. Além disso, é indicado que conversem com pessoas que tenham um animal da espécie pretendida para ter noção real do comportamento, cuidados necessários, tipo de recinto que necessitam, custos com alimentação e veterinário. “Muitas vezes, as pessoas acabam largando os animais na natureza irregularmente, e novamente desequilibra o meio ambiente”, reforça Michelli.
Esses cuidados servem tanto para garantir o bem-estar do animal quanto para evitar que, em caso de arrependimento, eles sejam soltos irregularmente na natureza. “As pessoas têm que entender que antes de criar qualquer animal é necessário saber se tem o perfil, se tem capacidade de manter o animal e lembrar que silvestre não é pet”, enfatiza. A professora lembra que animais silvestres, embora estejam condicionados ao convívio com tutores, podem, em algum momento de sua vida, reagir instintivamente de forma selvagem, seja por medo, por dor ou outro tipo de situação.

Fotos: Divulgação

Vestibular Medicina: mais de 1990,86 m² destinados para a qualificação dos estudantes
Em 2020 uma nova turma do curso de Medicina iniciará os estudos na Unijuí. O próximo ano também será o início de uma fase do Curso. A estrutura da Universidade vai ganhar mais um elemento para qualificar ainda mais a formação dos estudantes.
As obras do prédio da Unijuí Saúde – Complexo 2 deverão ser entregues no próximo ano, momento em que se inicia também o quarto semestre da primeira turma. De acordo com a coordenadora pedagógica do Curso, professora Heloísa Meincke Eickhoff, é nesse período que se inicia a formação com o uso de laboratórios de habilidades específicas.
A estrutura do Complexo 2 será ampla e destinada ao aprendizado dos cursos da área da saúde da Unijuí, entre eles Medicina. Serão 1990,86 m² com laboratório de habilidades médicas, laboratório de simulação, salas de aula, salas de tutoria para utilização de metodologias ativas de ensino-aprendizagem, auditórios, salas de estudo e espaços para convivência, além de toda a estrutura de apoio.
Os laboratórios de habilidades contarão com instalação de recursos técnicos, tecnológicos e manequins de ensino para o uso em simulação realística e treino de habilidades. O complexo proporcionará o uso de tecnologias de informação de forma sistemática e atualizada.
Estrutura qualificada para uma formação diferenciada
Os espaços e toda estrutura planejada foram amplamente discutidos para uma formação médica qualificada. Eles contemplam os objetivos de formação propostos no projeto do Curso e são coerentes com as competências e habilidades médicas necessárias.
“O maior diferencial que vamos apresentar está nos Laboratórios de Simulação Realística e de Habilidades Médicas, onde os estudantes treinarão procedimentos médicos em manequins que simulam as reações humanas em diversas situações clínicas”, comenta a professora Heloísa. Esses manequins oferecerão realismo anatômico e funcional para o treinamento de manobras e exames.
Serão manequins de adultos e crianças para a simulação de procedimentos de urgência e emergência, intensivistas, e para exames clínicos, ginecológicos, urológicos, ressuscitação cardiorrespiratória, entubação, drenagem de tórax e pequenos procedimentos cirúrgicos. Esses laboratórios vão permitir que os estudantes desenvolvam suas capacidades técnicas e de raciocínio clínico em cenários seguros e realísticos, destacando-se o uso de metodologia de ensino específicas. O espaço está também planejado para consultas simuladas e trabalhos multiprofissionais.
Investimento em tecnologia
Ainda de acordo com Heloísa, o espaço também contará com tecnologia de ponta. “Estaremos investindo em um sistema de comunicação de alta tecnologia para viabilizar o aprendizado, possibilitando o “Debriefing”, condição em que os estudantes avaliam, orientados pelos professores, os procedimentos realizados, sendo possível analisar as dificuldades e aprimorar os conhecimentos”, comenta.
Apesar do Curso oferecer desde o início uma formação teórico-prática consistente, em laboratórios de anatomia, fisiologia, bioquímica e histologia, e experiências em locais de prática médica, a Unijuí Saúde – Complexo 2 será uma estrutura que proporcionará o desenvolvimento de competências e habilidades indispensáveis ao exercício da profissão. “Todos os laboratórios e espaços projetados têm como objetivo traduzir uma fundamentação consistente aos estudantes, que se traduzirá em maior segurança quando estiverem em situações reais da prática médica”, finaliza a professora coordenadora pedagógica, Heloísa Meincke Eickhoff.
O curso de Medicina da Unijuí tem o compromisso com a formação de um médico com competência para atuar nos diferentes níveis de atenção, educação e gestão em saúde, com ética, capacidade crítica e reflexiva, e comprometido com a defesa da cidadania e da dignidade humana.
O vestibular
As inscrições para o Vestibular de Medicina da Unijuí estão abertas até o dia 26 de janeiro de 2020. Acesse unijui.edu.br/vestibularmedicina e saiba mais sobre o processo seletivo.


Mestrado Profissional da UCPel troca de nome e amplia possibilidades de pesquisa
Anteriormente, os estudos privilegiavam mulheres, crianças e adolescentes. A partir de agora, irão focar no ciclo vital independente do sexo.
Buscando ampliar os objetos de estudo e gerar resultados que beneficiem o ser humano, em qualquer fase da vida, o Mestrado Profissional da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) alterou o nome. A partir de agora, o título do curso é Mestrado Profissional em Saúde no Ciclo Vital (MPSCV) e contempla todas as etapas da vida (intra-uterina, recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos e idosos), independente do sexo.
A alteração foi sugerida pelos próprios docentes do mestrado profissional que identificaram a necessidade de não restringir os estudos aos grupos sugeridos no antigo nome. Conforme explica o coordenador do MPSCV, professor Fernando Barros, a antiga nomenclatura foi definida em 2012 a partir do interesse em estudar grupos mais fragilizados na sociedade, como mulheres, crianças e adolescentes.
No entanto, ao longo dos anos, o grupo percebeu que analisar aspectos inerentes aos homens, após a adolescência, é igualmente importante. Para exemplificar, o professor cita um estudo em andamento sobre o perfil de idosos em uma determinada instituição. Na proposta anterior do mestrado, seriam excluídos da pesquisa os idosos homens. Isso prejudicaria o resultado final do trabalho que busca contribuir para a melhoria do atendimento oferecido. “Queremos compreender as pessoas em diferentes momentos da vida, independente de serem mulheres ou homens”, complementa Barros.
O ciclo vital é o termo utilizado para definir as inúmeras fases da vida de uma pessoa: intra-uterina, recém-nascida, criança, adolescente, adulta e idosa. Por meio de uma linha de pesquisa, o mestrado profissional já estudava ele. No entanto, quando envolvia adultos e idosos se concentrava no sexo feminino. Com a mudança, não será mais necessário adaptar os estudos e produtos gerados no curso. “O curso tem que servir às pessoas e não as pessoas e estudos se adaptarem ao título do curso”, complementa Barros.
Saiba mais do MPSCV
A inserção da universidade na comunidade, gerando benefícios através dos estudos e projetos de extensão, foi a principal motivação para a criação do curso, fundado em 2012. Como linhas de pesquisa, o mestrado oferece Saúde Gestacional e Puerpério; Desenvolvimento Infantil; Estratégias Preventivas em Saúde do Ciclo Vital; Estratégias Preventivas em Saúde Mental; Avaliação Psicodiagnóstica e Intervenções Breves em Saúde Mental.
A principal diferença em relação ao mestrado acadêmico é o produto gerado. Enquanto no acadêmico o interesse é que as pesquisas sejam publicadas em periódicos de relevância na área, no profissional o objetivo principal é que os estudos gerem benefícios para a instituição/comunidade analisada. “No mestrado profissional as pessoas aplicam as ferramentas da pesquisa no cotidiano do seu serviço”, explica a professora da UCPel, Janaina Motta.
Outra característica do mestrado profissional é a possibilidade de formar turmas temáticas, seja por instituição ou interesse por um determinado assunto. Isso pode ocorrer, por exemplo, no caso de instituições que queiram investir na qualificação dos seus profissionais, visando um retorno para a empresa; ou quando os próprios profissionais se juntam a fim de pesquisarem o mesmo assunto. “O mestrado profissional tem essa abertura, ele consegue se adaptar à demanda da comunidade”, conta Janaina.
O mestrado tem duração de dois anos. No primeiro, explora as disciplinas voltadas a metodologias de pesquisa, oferecendo uma formação científica ampla. Já o segundo ano é dedicado à pesquisa, propriamente, e à elaboração da dissertação. Em relação à titulação, Janaina reforça a qualidade e validade do curso que, assim como os demais mestrados, permite a realização de um doutorado na sequência.
O quadro de professores conta com 15 profissionais. A flexibilidade em trabalhar com outros níveis de formação, como graduação e residência, e atuar em diferentes áreas possibilita a atuação em projetos interdisciplinares, como o mês de promoção ao aleitamento materno. A primeira edição do Agosto Dourado foi promovida pelo projeto de extensão Atenção Odontológica nos Primeiros Mil Dias de Vida e contou com o apoio de vários cursos, entre eles o mestrado profissional.
A partir dessa participação, o curso já gerou dissertações que darão subsídios para ações desenvolvidas no próximo ano. Capacitações com profissionais de saúde diretamente envolvidos com gestantes e mães estão previstas para o decorrer de 2020. Segundo o coordenador, a ideia é participar ainda mais efetivamente do projeto, além de integrar atividades de outras campanhas, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul. Para o próximo ano, o curso também planeja a realização de um seminário, que dará visibilidade aos trabalhos produzidos no mestrado profissional.

ALÉM DO QUE OS OLHOS PODEM VER
ATIVIDADE COM ESTUDANTES VENDADOS FOI ORIENTADA PELA PROFª. ME DANIELA MARIA MEDEIROS
Os acadêmicos do curso MBA em Diversidade e Desenvolvimento de Práticas Inclusivas nas Organizações tiveram uma aula diferente. Orientados pela Profª Me. Daniela Maria Medeiros, os alunos da disciplina Cultura brasileira e Cultura Organizacional puderam refletir por meio de uma dinâmica em sala de aula, sobre o que é cultura nas corporações.
Na atividade os estudantes tiveram os olhos vendados e responderam a perguntas relacionadas ao curso, a aplicação dos conhecimentos adquiridos nas organizações as quais eles fazem parte e especialmente de como eles se sentiram com os olhos vendados. Na turma, duas estudantes têm deficiência visual, então a atividade também tinha o objetivo de que, mesmo rapidamente, os estudantes conseguissem se colocar no lugar das colegas.
De acordo com a professora, esta foi uma forma de analisar a cultura, o espaço, o grupo além do que os olhos podem ver. “É uma forma de analisar a cultura, que é algo não palpável. E também para acessar os sentimentos. Esta dinâmica pode trazer inquietações, autoanálise e fomentar a cultura da empatia, do respeito que é fundamental em qualquer espaço, seja ele de trabalho ou não”, explica a professora.
A estudante Ciraiane Alves Aguiar (foto) é deficiente visual. Assistente de Gestão de Pessoas, Ciraiane conhece os desafios da diversidade nas empresas, das necessidades e medidas que devem ser tomadas estruturais, mas em sua maioria na conscientização das equipes. Segundo ela, a atividade foi uma experiência muito boa para a turma. “O ser humano é muito visual. Estas atividades são bacanas para nos lembrar que por mais que tenhamos uma limitação, ainda é possível acessar os outros sentidos. E principalmente sobre o desenvolvimento estratégico das organizações que passa muito por questões culturais”, destaca a estudante.


Graduação i da Urcamp alavanca vestibular de verão
A Mostra de Projetos Integradores, realizada a cada final de semestre com a culminância dos projetos desenvolvidos pelos alunos é a prova de que a alternância do modelo acadêmico deu certo e que veio pra ficar, é o que revela o vice-reitor da Urcamp, Fábio Paz. “Acredito que os Projetos Integradores se destacaram no ano de 2019 tanto para os alunos, quanto para a comunidade, sendo que vários desses trabalhos foram desenvolvidos especificamente para entidades assistenciais, hospitais, fazendo essa conexão dos nossos estudantes com o mercado de trabalho, desde o primeiro semestre. Isso também fortalece o caráter humanístico do nosso acadêmico”, explica.
Vestibular de Verão
Quem fez o Enem nos últimos três anos e optar por utilizar a nota obtida não precisa fazer a prova, porém, é necessária formalizar o processo de inscrição no site. As inscrições podem ser feitas até as 23h59 minutos de sexta-feira, dia 06. O endereço é o www.urcam.edu.br.
Vestibular EAD
Benefícios e financiamentos
A Urcamp dispõe de programas e benefícios que auxiliam o ingresso do estudante com menos poder aquisitivo. Hoje, conta com cerca de dois mil alunos estudando pelo Fies e ProUni, com suas graduações custeadas pelo Governo Federal. Além disso, a Instituição dispõe de créditos e financiamentos próprios, como CREDIES, FUNDACRED e FIPRES, além do Crédito Universitário do Banrisul.


Escola Estadual Maranhão, de São Marcos, conquista a 4ª Competição Regional de Foguetes
Equipe OVNI obteve o melhor resultado entre as 55 equipes que participaram do evento, neste sábado, dia 23 de novembro, na UCS, em Bento Gonçalves.

A equipe OVNI, da Escola Estadual de Ensino Médio Maranhão, de São Marcos, obteve o melhor resultado na quarta edição da Competição Regional de Foguetes – etapa Bento Gonçalves. O evento foi realizado no estacionamento do Campus Universitário da Região dos Vinhedos, neste sábado, dia 23 de novembro. O segundo lugar na competição foi conquistado pela Equipe Atlas V, também da Escola Estadual de Ensino Médio Maranhão. A terceira colocação ficou com a Equipe Foi Bom Enquanto Durou, da Escola Estadual Monsenhor Peres, de Vista Alegre do Prata
A 4º Competição Regional de Foguetes, destinada a alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3° ano do Ensino Médio, reuniu cerca de 336 participantes em 55 equipes de escolas da região. As atividades contaram com estudantes de Barão, Bento Gonçalves, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Cotiporã, Fagundes Varela, Garibaldi, Monte Belo, Nova Petrópolis, Novo Hamburgo, São Marcos, Vila Flores e Vista Alegre do Prata.
As equipes foram avaliadas pela distância que os projéteis atingiram. A competição teve três fases. Na primeira, cada equipe tinha direito a dois lançamentos. Os 20 melhores escores passaram para a segunda fase. Para o terceiro e último momento do evento, permaneceram as dez equipes melhores classificadas. Três delas receberam medalhas e troféus pelos resultados.
A Competição Regional de Foguetes é promovida pela UCS com apoio do Projeto Phoenix Rocket Team. O objetivo é oportunizar aos alunos o despertar pela vocação científica, por meio de aprendizagens voltadas à ciência e tecnologia; desenvolver a necessidade de busca e aprimoramento de conhecimentos científicos; inserir a educação científica no dia a dia das instituições de ensino básico; e apresentar e despertar o interesse pelos cursos de Engenharia,Tecnologias e Ciências Exatas.




Aplicativo e game incentivam a doação de sangue
Produtos digitais foram lançados no Dia Nacional do Doador de Sangue, 25 de novembro, e já estão disponíveis para a comunidade acessar
A Universidade de Passo Fundo (UPF), em parceria com o Serviço de Hemoterapia do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), lançou um aplicativo e um game para incentivar as pessoas a doarem sangue. A atividade ocorreu neste Dia Nacional do Doador de Sangue, 25 de novembro, no Serviço de Hemoterapia do HSVP.
Um dos produtos digitais é o aplicativo Chatbot, do Serviço de Hemoterapia. O projeto foi desenvolvido pelo acadêmico do curso de Ciência da Computação da UPF Mateus Klein Roman, como trabalho final de graduação. O aplicativo simula uma conversa humana e responde ao usuário as perguntas programadas mais frequentes em relação à doação de sangue. “São cerca de trinta perguntas elaboradas em conjunto com o Serviço de Hemoterapia do hospital. São perguntas como quem pode doar sangue, como doar, quais são as etapas, local e contatos do Serviço de Hemoterapia, por exemplo. Funciona pelo celular, via sistema Android e IOS”, explicou o acadêmico, que, como bolsista do Grupo de pesquisa SIN (Sistemas Interativos e de Informação) da UPF, já desenvolveu outros projetos na área da saúde envolvendo temas como pressão arterial e diabetes.
O aplicativo tem como objetivo facilitar o acesso à informação e incentivar à doação de sangue. “O projeto iniciou a partir de uma parceria entre o hospital e a UPF e tem caráter interdisciplinar envolvendo profissionais da saúde e da computação para gerar um mecanismo de comunicação que facilite a compreensão de potenciais doadores de sangue sobre como doar, requisitos, entre outras informações”, salientou a professora do curso de Ciência da Computação da UPF, Dra. Ana Carolina Bertoletti de Marchi, orientadora do acadêmico Mateus.
Como acessar o aplicativo
Android e IOS: Com o Google Assistente baixado e configurado no celular, o usuário deve falar: “Ok Google” “Falar com Hemoterapia HSVP”. Depois desses dois comandos de voz, aparecerá o Chatbot e o usuário poderá interagir com o aplicativo.
Livro virou game
O outro produto lançado no evento é um game, desenvolvido a partir do livro “O superpoder real”, criado pelos alunos da Medicina da UPF do programa de extensão ComSaúde. O game foi idealizado pelo secretário de Educação de Passo Fundo, Edemilson Brandão; pelo Serviço de Hemoterapia e pela Academia Passo-Fundense de Letras.
O game é destinado às crianças do Centro Oncológico Infantojuvenil do HSVP e aos estudantes das escolas municipais da educação infantil e ensino fundamental. “Esse projeto é a complementação de um trabalho que estamos fazendo com as escolas municipais para que as crianças incentivem seus pais e familiares a doarem sangue. É um joguinho no qual eles podem brincar e aprender sobre a doação. Animamos e damos vida aos personagens do livro e criamos estratégias didáticas. As crianças também poderão fazer pesquisa com os familiares. É um material criado no programa PowerPoint, que deverá ser disseminado nas escolas”, explicou o secretário de Educação.
O game abrange várias didáticas, desde caça-palavras até completar frases sobre o tema. O livro “O superpoder real”, que inspirou o game, contou com a participação da acadêmica de Medicina Débora Cristina Schuh, responsável pela criação do texto, e do também estudante de Medicina Ighor Prodlik Laimer, que fez as ilustrações da obra. “Fiz a história com o propósito de entrar com essa temática nas escolas. Não é fácil explicar para as crianças pequenas a importância da doação de sangue. Um dos personagens é o super Hemozito, que explica o ciclo da doação e enfatiza que o procedimento é seguro tanto para quem faz quanto para quem recebe a doação de sangue”, comentou a acadêmica Débora.
O lançamento
O evento de lançamento foi realizado no hall do Serviço de Hemoterapia do HSVP e contou com a presença de diversas pessoas envolvidas com o projeto e autoridades, como o vice-prefeito de Passo Fundo, João Pedro Nunes; o vereador Saul Spinelli; o presidente do HSVP, José Miguel Rodrigues da Silva; e a coordenadora do projeto Doação de Sangue do Programa ComSaúde da UPF e responsável técnica do Serviço de Hemoterapia do HSVP, Me. Cristiane da Silva Rodrigues de Araújo. A atividade contou ainda com parabéns e um bolo em alusão ao Dia Nacional do Doador de Sangue.
Fotos: Natália Fávero


Eleita nova presidente da Fundação Universidade de Cruz Alta
Nesta terça feira (12), foram eleitos os novos integrantes do Conselho Diretor da Fundação Universidade de Cruz Alta para os próximos três anos, 2020 a 2022. Segundo o estatuto, o presidente do conselho diretor é o que preside a Fundação Universidade de Cruz Alta. A chapa única, neste pleito, foi aclamada pelos representantes do Conselho Curador da Instituição por unanimidade.
No dia 29 de novembro, quando acontece a posse da nova reitoria, diretores de centro e coordenadores da Unicruz, também serão empossados os componentes da direção da Fundação Universidade de Cruz Alta, que terá a seguinte composição:
Presidente – Luísa Cristina Carpovinski Pieniz, representante do CORECON/RS
Conselheiro Vice-Presidente – Rafael Vieira de Mello Lopes, representante do CDL Cruz Alta
Conselheiro Titular – Marco Heliton Bittencourt, representante do corpo técnico administrativo Unicruz
Primeira Suplente – Cristina Krauspenhar Rossato, representante do corpo docente Unicruz
Segunda Suplente – Raquel Buzatti Souto, representante do corpo docente Unicruz
O grupo iniciará os trabalhos frente a Fundação a partir do dia 1º de janeiro de 2020. Confira abaixo a fala da Presidente da Fundação eleita, professora Luísa Pieniz.

Pós-Graduação na PUCRS tem inscrições abertas
Mestrado e Doutorado possuem oferta de crédito educativo e possibilidade de estudo no
exterior
As inscrições para os processos seletivos aos cursos de mestrado e doutorado estão abertas
em 12 programas de Pós-Graduação da PUCRS. O ingresso ocorre no primeiro semestre de
2020. Essa é a oportunidade de fortalecer a formação e investir na carreira acadêmica na
universidade com a melhor média nacional na Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior (Capes). Os detalhes sobre disciplinas, linhas de pesquisa e
disponibilidade de bolsas parciais podem ser obtidos neste link.
Leia na Revista PUCRS: Pós-Graduação Internacionalizada
Entre as novidades aos futuros mestres e doutores está a oferta de crédito educativo.
O Programa de Crédito Educativo da PUCRS, Credpuc, oferece um auxílio de 50% dos valores
das parcelas educacionais, as quais serão reembolsadas após o término do curso, pelo mesmo
período de utilização. A outra é que alguns programas oferecem a possibilidade de estudar no
exterior via PUCRS Print, o programa institucional de internacionalização da Capes que
promove a mobilidade de alunos e professores da Universidade para o exterior e do exterior
para o Brasil. Saiba mais sobre o programa aqui.
Confira as vagas nos Programas de Pós-Graduação e os períodos de inscrição: http://www.pucrs.br/print-pt/

Aplicativo que auxilia crianças autistas é premiado pela Feevale na 11ª Feintec do Cimol
Um aplicativo que auxilia na educação de crianças autistas foi o projeto premiado pela Universidade Feevale na 11ª Feira de Inovação Tecnológica (Feintec), que encerrou-se na última quinta-feira, 7, em Taquara. Os alunos Guilherme Júnior Machado e Ramiro da Silva Souza, responsáveis pelo projeto, foram agraciados, cada um, com uma bolsa de estudos para cursos de graduação. Já o professor orientador, Tiago Ulrich Beneditto, ganhou uma bolsa de estudos para cursos de pós-graduação. Ao todo, 354 projetos foram inscritos para a 11ª Feintec, sendo 30 selecionados para apresentação na feira.
Conforme a organizadora da feira, Maria Luiza Freitas Monteiro de Barros, que também é coordenadora de projetos e vice-diretora da escola estadual, a programação foi muito positiva para todos os envolvidos. “Tivemos um ótimo retorno dos avaliadores. Pudemos ver a satisfação no rosto dos alunos e a equipe de professores foi fantástica”, destacou ela.