Jarkko Wickström
Jarkko Wickström

Palestra de abertura do Fórum do Comung tem como tema a educação finlandesa

O diretor de Operações da Finland University na América Latina, Jarkko Wickström, fará a palestra de abertura do VII Fórum de Gestão e Inovação do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), que será realizado nos dias 3 e 4 de outubro, no Salão de Atos do Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo). Ele falará na quinta-feira, dia 3, às 14h30min, sobre Educação finlandesa: uma referência mundial.

A sétima edição do Fórum tem como tema A reinvenção da universidade: convivendo com as mudanças. O objetivo é socializar experiências que envolvam a educação no século XXI e a sua relação com a sociedade e a inovação. Também serão discutidas práticas empreendedoras, com cases de instituições nacionais e internacionais que mudaram os seus paradigmas. O evento visa, ainda, disseminar a cultura da inovação e do empreendedorismo, com base em alianças estratégicas de internacionalização.

O evento é voltado a gestores, estudantes e professores de instituições de ensino, bem como a integrantes de parques tecnológicos, incubadoras e outras unidades que compõem os ambientes de inovação, além de pessoas interessadas na temática, mesmo que não vinculadas às instituições que fazem parte do Comung. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas no site comung.org.br/forum2019, onde também pode ser conferida a programação.

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Acadêmicos de Design da UCS elaboram identidade visual da Feira do Livro de Caxias do Sul

A 35ª Feira do Livro de Caxias do Sul, que se inicia nesta sexta-feira, dia 27 de setembro, conta com o envolvimento da Universidade de Caxias do Sul. Além de ter como patrono o professor da Instituição, Delcio Antônio Agliardi, e a presença da Editora da Universidade – EDUCS em um estande institucional, alunos do curso de Design da UCS são responsáveis pela identidade visual do evento literário.

O processo criativo se desenvolveu entre junho e agosto deste ano, com a participação dos acadêmicos Ângela Stocco Maschio, Caroline Giubel Piazzon, Fabricio Pelizzer Mascarello e Gabriela Sottilli Lazzari. As atividades ocorreram durante a disciplina de Estágio, sob a supervisão da professora Aline Fagundes, no Design Center, no Campus 8 – o espaço oferta serviços para a comunidade, conectando estudantes ao universo profissional.

A docente explica que o trabalho resulta de extensa pesquisa de mercado pelos estudantes, que proporcionou a compreensão da relevância de um projeto de identidade visual. “Analisaram-se eventos literários internacionais, nacionais e regionais, e as peças gráficas se originaram de um processo criativo não linear, em que os alunos foram protagonistas do próprio aprendizado, o que reforça a importância das metodologias de aprendizagem ativa dentro da Universidade de Caxias do Sul”, destaca.

O percurso de criação teve a participação do patrono da Feira, o professor Delcio Agliardi, que falou aos alunos sobre sua relação com os livros. “O leitor como protagonista” e “A função da literatura é trazer equilíbrio psíquico” são algumas das falas do patrono destacadas pelos estudantes. “A participação do professor no processo criativo foi bastante inspiradora aos alunos e importante à criação da identidade visual”, pontua Aline.

Conceito
Reunindo diferentes personagens de livros clássicos, como Hamlet, Drácula, o Pequeno Príncipe, Dorian Gray, e até o protagonista de O Quatrilho, Angelo Gardone, o cartaz apresenta quatro cores de fundo. O conceito principal fundamenta-se nos livros clássicos, representados na ilustração do cartaz de forma desconstruída e figurativa, simbolizando o tema da feira “Você é o que você lê”. Por não haver uma representação fiel e com realismo, conforme explica o conceito, há um incentivo para que o leitor se identifique com os personagens e situações presentes nas narrativas. “Todas as representações foram construídas a partir da mesma base genérica, reforçando a ideia de que o leitor tem a possibilidade de ser o que quiser”.

A novidade da proposta fica por conta da interação digital – o grupo ainda trabalha na elaboração de filtros de Instagram com os personagens da campanha, visando o incentivo à leitura também a partir das plataformas digitais.

Experiência
O acadêmico do curso de Design Fabricio Pellizzer Mascarello, hoje no oitavo semestre, listou algumas das etapas do processo ao longo do último semestre, que partiu do 
briefing com a organização do evento e incluiu um benchmarking, que, conforme explica, contemplou a busca pelo que é realizado no segmento em todo o mundo, temas e identidades visuais, além da pesquisa histórica. Entre os momentos decisivos, o estudante relembra a presença do professor Delcio Agliardi em aula, no Campus 8, quando o grupo pôde conhecer suas vivências e experiências relacionadas à literatura, bem como expectativas em relação à Feira. “A turma conseguiu entender, interagir e se situar no tema da edição, que é bem bacana e instiga a pensar, refletir”, conta, no que brotaram insights e ideias, proatividade e o interesse dos alunos.

O acadêmico também ressalta a relevância do trabalho em grupo – desenvolvido por um time que considera muito capacitado, disciplinado e com boa vontade – para a realização de projetos desse nível, que demandam experiência, jogo de cintura para a resolução de problemas, a partir de diferentes alternativas, e a aplicação de métodos e ferramentas de Design aprendidos em aula.

“Poder participar de um projeto dessa magnitude é uma ótima oportunidade, seja para portfólio, para questões profissionais e, principalmente, no que se relaciona aos desafios pessoais. É mágico o quanto a gente pode se envolver e mergulhar em um tema, gostaria que mais colegas tivessem essa oportunidade”, incentiva, explicando os ganhos relacionados à noção sobre grandes projetos, bem estruturados, com planejamento e identificação de necessidades, público-alvo, que consideram a complexidade cultural da cidade e da região.

Satisfeito com o resultado do trabalho, Fabricio conta que a proposta conceitual para esta edição dá continuidade ao processo desenvolvido desde a última feira, que tinha como tema – Ler para Ser. “A identidade visual deste ano instiga o público à troca de experiências e à interação, a partir dos personagens, de suas histórias e do simbolismo e misticismo que transmitem.

Histórico
A parceria do curso de Design com a Feira do Livro caxiense se iniciou em 2017 (mesmo ano em que a coordenação do curso estabeleceu um 
projeto com a Feira do Livro de Bento Gonçalves). A identidade visual da Feira de Caxias do Sul foi desenvolvida em 2017 e 2018 durante as disciplinas de Projeto Gráfico (Campus 8 e CARVI), e em 2019 através do Design Center, no Campus 8.

Foto: Design Center/Divulgação

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Conhecimento a um fone de distância

Como aproximar o pensamento filosófico das pessoas? Foi a partir desse questionamento que o acadêmico do curso de Filosofia da Universidade de Passo Fundo (UPF) chegou ao coordenador, professor Dr. Marcelo Doro, com uma proposta: criar um podcast. Algumas discussões depois, especialmente sobre o que de fato era o formato, nasceu o Ouse Saber. Com três episódios já disponíveis ao público em plataformas como Spotify e Soundcloud, o podcast apresentado por Tatiel com a participação de professores do curso é simples e objetivo. Em cerca de 20 a 25 minutos, eles conversam sobre temas do cotidiano, mostrando que o pensamento filosófico está mais presente do que se imagina.

O podcast também é, segundo Tatiel, uma forma de democratizar o acesso à Filosofia. Para isso, a proposta é trazer temas do cotidiano, como uma forma de propiciar maior identificação das pessoas. “Essa proposta veio ao encontro de um projeto que temos há bastante tempo, que tem essa mesma orientação, de buscar a popularização da Filosofia. Um exemplo de atividade desse projeto é a ação ‘O que a Filosofia tem a dizer sobre’, que já tratou sobre temas como reality shows, futebol, religião, amor, redes sociais, feminismo. Nós pegamos esses temas que têm um interesse cotidiano e oferecemos uma visão filosófica sobre ele”, explicou o professor Doro.

Mas não é só isso. A proposta do Ouse Saber é também servir como um suporte pedagógico para professores e escolas que desejem levar temas atuais para dentro da sala de aula. “Em conversas entre colegas, percebemos que a maioria não teve a oportunidade de ter um professor de Filosofia na escola. Por conta disso, a disciplina não era realmente aproveitada. Por mais que os professores se esforçassem para dar uma aula de qualidade, eles não tinham preparo para debater sobre alguns assuntos filosóficos. Então, nós pensamos em uma forma democrática e aberta para que as escolas tenham acesso aos professores da UPF, por exemplo”, contou.

Entre esses temas estão amizade e fake news. A proposta é oferecer um novo episódio a cada 15 dias. “Nós gravamos a primeira temporada com sete episódios, e em novembro começaremos a gravar a segunda. O projeto vem recebendo uma aceitação bem boa entre a comunidade acadêmica e externa, então, está sendo bem bacana. Outra coisa que nos motivou foi a dificuldade de encontrar conteúdos de qualidade sobre filosofia na internet. Conteúdos simples, que é o que a gente pretende oferecer”, completou Tatiel.

Assunto não vai faltar
O conhecido lanche gaúcho que reúne um grande número de ingredientes dá nome ao podcast: X-tudo. A relação não é à toa. A proposta é realmente não ficar sem assunto e poder falar sobre tudo. Do próprio consumo dos podcasts pelo público jovem às queimadas na Amazônia e seus impactos nas reservas florestais da região. Criado por iniciativa das acadêmicas do curso de Jornalismo Camila Pellin e Bruna Scheifler, sob orientação da professora Dra. Bibiana de Paula Friedrichs, o X-tudo é um podcast de atualidades. O objetivo é um só: exercitar o jornalismo além da sala de aula.

A ideia, conforme Camila, é aperfeiçoar a prática, testar novas ideias e produzir. Para isso, o X-tudo lança mão de alguns recursos conhecidos do jornalismo, como a reportagem. “Cada episódio é sobre um tema, e dentro do episódio nós temos uma reportagem, que é chamada de maionese caseira, uma dica do chapeiro (dicas culturais), e o cardápio, que é como um glossário, em que explicamos um termo relacionado ao assunto do episódio da semana”, conta. Com três episódios já disponíveis, o X-tudo também conta com a participação de especialistas no tema escolhido para debate.

Um fenômeno que não é novo
Seja para democratizar o acesso ao conhecimento científico ou para exercitar a profissão, a verdade é que os podcasts são uma realidade que cresce a cada dia no país. De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Podcasters (ABPod) em 2018, são mais de 3 mil projetos produzidos em todo o território nacional. Apesar do aumento nos últimos anos – mais de 60% dos consumidores dessa mídia começaram a ouvir podcasts só nos últimos cinco anos, segundo a mesma pesquisa –, o podcast não é um fenômeno novo. Surgiu no Brasil em 2004, teve um pico em 2006 e agora retorna com muita força.

Ouça a UPF
Preparamos uma lista de podcasts produzidos por acadêmicos e professores da UPF que estão disponíveis na web. Escolha o tema que mais lhe interessa e divirta-se.

X-tudo
Um podcast de atualidades que se propõe a falar sobre vários assuntos. Esse é o X-tudo. Cada episódio tem um tema diferente. Para contextualizar o assunto, o episódio conta ainda com uma reportagem, chamada de Maionese Caseira, dicas culturais – as Dicas do Chapeiro – e o Cardápio, uma espécie de glossário em que é explicado um termo relacionado ao assunto do podcast.
Para ouvir, acesse aqui.

SportsCast
Gosta de esportes? Então, o SportsCast é para você! Criado por acadêmicos também do curso de Jornalismo, o podcast fala, como o próprio nome sugere, sobre esportes. A ideia começou no ano passado e agora já está em sua segunda temporada. Na pauta estão esportes em geral, desde os times de futsal da região, futebol, basquete, futebol americano e o que mais interessar. Ao todo, são 10 acadêmicos do curso que se revezam, conforme o assunto.
Todos os episódios disponíveis podem ser acessados aqui.

Ouse saber
Desmistificar a filosofia. Esse é o foco do Ouse Saber, podcast produzido no curso de Filosofia. Ao todo, já são três episódios disponíveis que tratam dos mais diferentes temas, de fake news a gostos pessoais. Também quinzenal, o podcast nasceu para mostrar que a Filosofia não fica discutindo coisas de um mundo paralelo ou abstratas e que ela está muito mais presente do que parece.
Para entrar nessa discussão, acesse aqui.

Papo de jornalista
Apresentado pela acadêmica do curso de Jornalismo e estagiária do Núcleo Experimental de Jornalismo (Nexjor) Milena Mezalira, o podcast Papo de Jornalista trata exclusivamente de assuntos relacionados ao Jornalismo. A ideia, segundo Milena, é pegar ganchos de assuntos polêmicos que vão surgindo no jornalismo atual. Recém-lançado, o primeiro episódio conta um pouco sobre a rotina de um jornalista pela perspectiva de alguns convidados que atuam na área aqui em Passo Fundo. A proposta é ter um novo episódio a cada 15 dias.
Ficou interessado? Então, ouça aqui.

Foto: Camila Guedes
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Comung solicita recursos para parques tecnológicos e incubadoras

O reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, que integra a diretoria do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), participou nesta terça-feira, 24, de uma sessão na Câmara dos Deputados, em Brasília. Juntamente com reitores de outras instituições de ensino, ele defendeu, ante a bancada gaúcha, uma proposta de emenda à Lei Orçamentária de 2020, no sentido de solicitar recursos para as incubadoras e parques tecnológicos ligados às instituições comunitárias.

A proposta tem como objetivo fortalecer e ampliar os nove parques tecnológicos e incubadoras que compõem o Comung. Caso aprovada, a verba será destinada à construção, reforma e ampliação de infraestrutura dos ambientes de inovação, bem como à capacitação e treinamento voltados a gestores de ambientes de inovação. “Queremos alavancar o desenvolvimento científico, tecnológico e inovador em áreas de conhecimento consolidadas e também com potencial de crescimento, sempre focando no futuro do Estado”, afirma Prodanov.

Ambientes de inovação

Composto por 15 instituições de ensino superior, o Comung abrange quase todo o território do Rio Grande do Sul, contabilizando cerca de 190 mil universitários, 8.735 professores e 11 mil funcionários. Os parques científicos e tecnológicos e incubadoras de base tecnológica e de indústria criativa caracterizam-se como ambientes de inovação para o atendimento e o desenvolvimento de negócios, auxiliando na competitividade das empresas e aumentando a oferta de emprego e renda.

Hoje, mais de 600 empresas estão ligadas a esses ambientes de inovação, gerando em torno de 15 mil empregos. O fortalecimento desses espaços deverá trazer muitos benefícios à sociedade, entre os quais, os seguintes:

– Incentivo à geração de empregos de alta qualificação e remuneração, bem como à retenção de capital humano;

– Estímulo ao aumento da eficiência produtiva e competitividade das empresas instaladas em ambientes de inovação, com aumento do valor agregado pela inovação nos produtos e serviços por elas oferecidos;

– Contribuição para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul a partir da atração e manutenção de investimentos em atividades intensivas em conhecimento e inovação tecnológica, bem como criação e atração de novas empresas;

– Apoio à inovação e auxílio na transferência de tecnologias dos institutos e centros de pesquisa para empresas.

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Intervenção urbana presenteia Ijuí com mobiliários construídos por estudantes brasileiros e argentinos

Após intenso trabalho reunindo duas instituições de ensino – Unijuí e Universidade Nacional de Córdoba, da Argentina – em parceria com o poder público e o movimento étnico, a comunidade de Ijuí ganhou um baita presente. Um não: seis! A partir desta sexta-feira, 20 de setembro, é possível desfrutar, interagir, apreciar e utilizar dispositivos arquitetônicos em diferentes locais da cidade: um no Parque de Exposições, um na Praça da República, três na Avenida Pinheiro Machado (canal) e um no campus da Unijuí.

Fruto de uma parceria inédita para o Estado, reunindo a Unijuí, Universidade Nacional de Córdoba e poder público de Ijuí, por meio da Secretaria de Cultura, Lazer e Turismo, além da Ueti, representando o movimento étnico, o Workshop Binacional de Ideação e Intervenção Urbana (Wiiu) foi desenvolvido durante toda esta semana, com atividades praticamente nos três turnos, realizadas na Estação da Cultura. Para o trabalho, mais de 200 pessoas da Unijuí, entre estudantes, professores e técnicos-administrativos e de apoio estiveram envolvidos, ligados aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil e Design, do Departamento de Ciências Exatas e Engenharias (DCEEng). Além disso, 50 estudantes e mais 10 professores de Córdoba estiveram em Ijuí para as atividades.

Milhares de parafusos e tábuas utilizados, suor e trabalho em equipe, resultaram nesta grandiosa intervenção urbana. A expectativa é de que os dispositivos permaneçam nesses locais até o fim da Expoijuí/Fenadi. “A atividade foi muito especial, aprendemos muito. Foi especial também aprender com os colegas da Argentina”, observou a estudante do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unijuí, Jandha Müller.

Avaliações

Na tarde desta sexta-feira, 20 de setembro, encerrando as atividades do Workshop, foi realizado um ato de entrega dos mobiliários, reunindo todas as entidades envolvidas no Projeto. O evento aconteceu no canal da Avenida Pinheiro Machado. Confira, a seguir, as avaliações do Workshop:

Igor Norbert Soares, professor coordenador do WIIU pela Unijuí: “Para a Unijuí foi uma semana de muito ensinamentos. Um evento único para a Instituição e para a comunidade, que recebeu de braços abertos a iniciativa”.

Jhonny Gallardo, professor da Universidade Nacional de Córdoba, coordenador do projeto na Argentina: “Creio que todos nos transformamos aqui. Creio também que todas as expectativas foram alcançadas!”

Jonas Sala, vice-presidente da União das Etnias: “Parabenizo a integração entre os países na realização das atividades. Acreditamos que parcerias como estas são fundamentais para o município e esperamos que mais iniciativas semelhantes sejam realizadas nos próximos anos”.

Fernando Jaime González, Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí:

“Foi uma semana muito especial, intensa. Entendo que as Universidades precisam oportunizar experiências como esta, que garantem a formação de um profissional diferenciado, cooperativo. Agradeço a parceria com o poder público e o movimento étnico. Em especial, um agradecimento aos professores e estudantes de Córdoba, que confiaram no trabalho!”.

Valdir Heck, prefeito de Ijuí:“Ijuí foi privilegiada por receber este Projeto! Fomos parceiros desde a apresentação da proposta e procuramos viabilizar o necessário. Parabenizo as instituições de ensino, os estudantes e professores pelo trabalho!”

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PUCRS promove o Open Campus

Que tal aproveitar um dia inteiro dentro da PUCRS para viver todas as experiências de um aluno da melhor universidade privada do Sul do Brasil? Essa chance está aberta para você ao participar do Open Campus 2019, no próximo dia 4 de outubro. As inscrições podem ser feitas neste link e o evento é a oportunidade ideal para ajudar você a escolher seu curso no Vestibular de Verão da PUCRS 2020, que este ano será mais cedo. Veja a data e as informações sobre inscrições aqui.

 

Durante o Open Campus, haverá dois tipos de atividades:

 

  • INSPIRAÇÃO E ENTRETENIMENTO

Você irá descobrir os diferenciais da PUCRS e conversar com professores e estudantes no Living 360° – um lugar repleto de atrativos, ambientes de estudo individuais e coletivos, espaços de descanso e relaxamento, alimentação, jogos, serviços e conveniências. Também tem a Rua da Cultura, onde é possível relaxar nos gramados, divertir-se com amigos e fazer um lanche nos foodtrucks e diversos bares e restaurantes.

 

  • EXPERIÊNCIA

É a chance de explorar a infraestrutura da Universidade em mais de 100 workshops e oficinas em todos os cursos. As atividades estão distribuídas por todas as Escolas da PUCRS e acontecem em 4 rodadas de horários: duas no turno da manhã e duas no turno da tarde. Cada atividade terá duração de 1h. Saiba mais no site do evento.

Por que estudar na PUCRS?

 

  • Porque é a de melhor universidade privada do Sul do Brasil, de acordo com o MEC e os principais rankings nacionais e internacionais;
  • Porque tem mais de 70 anos de atuação e com a tradição educativa Marista;
  • Porque já formou mais de 170 mil profissionais;
  • Porque oferece um ambiente inovador, com salas de aula do futuro e áreas de convivência, estudo e pesquisa.

 

VESTIBULAR SERÁ NO DIA 27 DE OUTUBRO

O Vestibular de Verão da PUCRS 2020 está diferente. Agora, a prova será aplicada em um único dia e as disciplinas terão novos pesos. O concurso ocorre no dia 27 de outubro, um domingo. A composição das provas será dividida em dois núcleos: o núcleo comum, aplicado a todos os cursos, e o núcleo específico, aplicado de acordo com o curso escolhido pelo candidato. Veja como ficou neste link.

 

Formato da prova

Uma das principais motivações para a mudança é o alinhamento com as novas diretrizes do Ensino Médio, que preveem, além de um conjunto de aprendizagens essenciais, maior aprofundamento por área de conhecimento por meio de itinerários formativos. O novo modelo também reflete a organização da Universidade por Escolas, que reúnem cursos de áreas afins.

 

Devido à grande concorrência para Medicina, a prova terá um número maior de questões – abrangendo todas as áreas do conhecimento – e consequentemente um tempo maior de realização, com 5h30min. Os demais cursos terão 4h30min. A redução do número de questões, necessária para que o concurso seja realizado em um único turno, em nada compromete a qualidade e o nível de exigência da prova.

 

Modalidades de inscrição

No momento da inscrição, o vestibulando poderá escolher entre três modalidades: realizar a prova da PUCRS; utilizar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); ou realizar a prova e utilizar a nota do Enem. Neste último caso, para a classificação valerá a melhor colocação: escore nas provas ou pontuação no Enem.

 

CRÉDITOS EDUCATIVOS 

 

A PUCRS oferece modalidades de crédito exclusivas, Proed e Credpuc, que permitem o pagamento de 50% do valor da mensalidade durante o curso, e 50% após a formatura. O grande diferencial é que o pagamento é realizado sem juros, corrigido apenas pelo valor atualizado anualmente pela variação da mensalidade.

 

Estudantes que cursaram todo o Ensino Médio em Colégios da Rede Marista contam com um crédito educativo exclusivo para estudar na PUCRS. O Crédito Educativo Marista possibilita que o estudante faça a graduação pagando 40% da mensalidade e o restante parcelado em até uma vez e meia do tempo de utilização. Ou seja, em um curso de 4 anos, o estudante pagará 40% ao longo da graduação e os 60% poderão ser pagos em até 6 anos após a formatura, em parcelas fixas, reajustadas conforme o valor atualizado das mensalidades da graduação.

 

Informações adicionais e os regulamentos dos programas estão disponíveis no site www.pucrs.br/estude-na-pucrs/incentivo-a-educacao. Outros detalhes podem ser obtidos na Central de Atendimento ao Aluno, no Living 360° (prédio 15), via WhatsApp: +55 (51) 99871-2972, pelo telefone (51) 2101-0110.

 

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A história de quem cultiva as hortas da Universidade La Salle, em Canoas, há mais de 30 anos

O ano era 1950. Blásio Donato Hillebrand, então interno do juvenato em Carazinho, dedicava parte de suas horas de estudo ao cultivo de hortaliças. Aí nascia uma paixão que até hoje é mantida e encanta a todos que conhecem a dedicação e o carinho que o conhecido Irmão Blásio tem pelos pedaços de terra mantidos na Universidade La Salle, em Canoas.

Uma das hortas, a mais antiga iniciada há mais de 30 anos, está localizada perto do setor da Manutenção, atrás do Banco Itáu. A outra, criada há cerca de oito anos, fica junto ao estacionamento da Victor Barreto. No total, são 28 canteiros e muitas variedades de hortaliças. Entre elas: rúcula, radicci, alfaces crespa, alfaces mimosas, alfaces americanas, alface itaúna, alface lisa Regina, salsinha, cebolinha, manjericão, alho poró e couve chinesa. De acordo com o Irmão, entre renovar os canteiros para novas plantações, regar, colher e levar as verduras para os devidos locais de consumo, são de 6 e doze horas diárias dedicadas às hortas.

Diferencial preservado e consumido aqui mesmo

As hortaliças cultivadas pelo Irmão Blásio na Universidade são produzidas totalmente sem agrotóxicos. “A terra dos canteiros é misturada com folhas secas das árvores, casca de arroz, calcário, compostagem e adubo seco de gado. Estas hortaliças são regadas com água de chuvas recolhida em 6 caixas de água. São totalmente livres de agrotóxicos e colhidas na hora. Portanto, orgânicas e bem frescas”, explica o Irmão.

Recentemente, a horta da Victor Barreto passou por uma reforma e ganhou uma cobertura projetada pelos professores da casa Alexandre Knop, Fabrício Kipper e Charles Rech e contou com a colaboração do setor da Manutenção.

Onde encontrar?

As hortaliças produzidas pelo Irmão Blásio são consumidas pela Comunidade Religiosa, pelos usuários do Restaurante Universitário (RU), do Qoppa, pelo restaurante Di Trevi, por alunos do curso de Nutrição que as usam em algumas atividades acadêmicas e por colaboradores da Universidade e moradores de Canoas que encomendam os produtos.

Para encomendar basta pedir pessoalmente para o Irmão ou contatá-lo pelo ramal 8542 ou e-mail blasio.hillebrand@unilasalle.edu.br. “Geralmente faço um kit com sacola de supermercado no valor de R$ 5,00”.

Fotos: Luciele Oliveira

Reunião dos representantes da Abruc, Comung, Abiee e Fonif
Reunião dos representantes da Abruc, Comung, Abiee e Fonif

FUCS participa de movimento contrário à emenda que retira imunidade tributária de instituições de ensino

O presidente do Conselho Diretor da Fundação Universidade de Caxias do Sul, José Quadros dos Santos, e o procurador-geral Rui Bresolin, estiveram na terça-feira, dia 17, em Brasília (DF), participando de reuniões e audiências visando apresentar argumentos e obter apoio parlamentar contra a inclusão, na Reforma da Previdência, de emenda que retira a imunidade tributária das instituições de ensino em relação à cota patronal previdenciária. Caso aprovada, a mudança constitucional pode implicar no fim da concessão de bolsas de estudos por parte das instituições, que são uma compensação à imunidade da contribuição. Na UCS, isso significaria a extinção de 4 mil bolsas, entre as do ProUni e de outras modalidades, a grande maioria concedidas a estudantes de graduação e o restante (120) para o Ensino Médio. Em todo o Rio Grande do Sul, em torno de 100 mil alunos podem perder o benefício.

Atualmente, as instituições de ensino são imunes da cobrança da cota patronal previdenciária de 20% sobre a folha de pagamento. Em contrapartida, disponibilizam bolsas de estudo que, segundo Bresolin, equivalem a cerca de 20% da receita com mensalidades – o que significa, em números absolutos, o dobro da cota patronal previdenciária. Assim, além de matematicamente a contribuição das universidades e faculdades ser superior à imunidade, ocorre o beneficiamento social por meio da inclusão de pessoas que não teriam condições de arcar com as despesas de um curso superior. Contudo, uma emenda do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), a PEC 133/2019, paralela à Reforma da Previdência, acarreta no fim desta imunidade tributária para as instituições de ensino comunitárias e privadas. A consequência direta é o corte das bolsas.

A situação tem gerado uma mobilização das entidades representativas do ensino superior, como a Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (ABRUC), o Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (COMUNG), a Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas (ABIEE) e o Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (FONIF), cujos representantes estiveram reunidos ontem na Capital federal. “Somos contrários à proposta, que impactará financeiramente todas as instituições comunitárias e privadas do país, prejudicando sua manutenção e, sobretudo, a faixa de alunos que recebe as bolsas. Assim, procuramos levar argumentos e dados aos senadores e a representantes do governo para evitar a aprovação da proposta”, diz Bresolin.

Enquanto o procurador-geral participou da reunião com as entidades de ensino na tarde de ontem, o presidente da FUCS visitou os gabinetes do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e do deputado federal Marcelo van Hattem (NOVO) defendendo a manutenção da imunidade tributária nos moldes atuais e, consequentemente, a preservação das bolsas de estudo. Em seguida, Bresolin e Quadros tiveram um encontro com Jereissati e com o senador gaúcho Lasier Martins (Podemos), a quem apresentaram a contraposição à emenda do senador tucano e o apelo para que a proposta seja revista antes da votação em plenário, prevista para as próximas semanas. “Dissemos a eles que na tentativa de equilibrar a Previdência, a proposta ocasionará um desequilíbrio no sistema de ensino brasileiro”, resume Bresolin.

Fotos: Divulgação UCS

Presidente do Conselho Diretor da FUCS, José Quadros dos Santos, com o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Placas Solares. Crédito Tiago Cassol Severo. Crédito

Parceria entre UCS, Sebrae e Sicredi Pioneira visa aprimorar setor de energia solar regional

Em parceria com a Sicredi Pioneira e o Sebrae, a Universidade de Caxias do Sul integra o Projeto de Homologação de Integradores (PHI), que propõe a geração de desenvolvimento sustentável ao mercado de energia solar fotovoltaica a partir de qualificação e profissionalização das empresas do setor. A iniciativa prevê avaliações sobre gestão, técnica empregada e projetos executados, além da ampliação da divulgação do setor de energia solar aos interessados.

O desenvolvimento da metodologia de trabalho, com enfoque nos pilares da gestão e no conhecimento técnico do setor de energia solar fotovoltaica, envolveu as entidades durante dois meses de trabalho. À UCS, coube a responsabilidade de preparar itens técnicos avaliativos, que permitam viabilizar o crescimento contínuo da segurança de instalações solares e da capacidade das empresas do setor.

O projeto visa a realização de diversas ações, entre treinamentos e capacitações, com os integradores (empresas que atuam no mercado de energia solar), e, também, com os associados da cooperativa Sicredi Pioneira, onde a UCS executa ações de divulgação da energia solar para desmistificar dúvidas sobre o potencial solar, seus equipamentos, formas de instalação e legislação vigente.

Na última semana, no 10 de setembro, em Nova Petrópolis, as entidades integrantes do PHI estiveram reunidas para debater ações e atividades com foco no setor junto ao presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (ABSolar), Rodrigo Sauaia, o que reforçou expectativas e credibilidade do projeto e também de ações como o 2º Fórum de Energia Solar e Eficiência Energética, que ocorrerá em 2020, conta o professor Tiago Cassol Severo. Ele participou das atividades junto com os professores Marta Baltar Alves, com quem coordena projetos relacionados à energia fotovoltaica na UCS, e Celso Ferrarini, diretor de relacionamento com o Mercado da Fundação Universidade de Caxias do Sul, reforçando a movimentação da Instituição no setor de energia solar.

O evento de lançamento do Projeto reuniu mais de 200 pessoas e 70 empresas do segmento de energia solar. Fizeram parte da programação a apresentação do projeto PHI, pelas entidades, e a palestra Energia Solar Fotovoltaica: Panorama, Oportunidades e Desafios, na qual o presidente da ABSolar apresentou o mercado brasileiro e gaúcho, perspectivas de crescimento nos próximos anos e as barreiras que se apresentam ao setor.

Eficiência Energética e Energia Solar
Na lógica de fortalecer a matriz energética em torno das opções renováveis, a UCS também foi uma das organizadoras do 
Fórum Estadual de Energia Solar e Eficiência Energética, realizado em maio deste ano, em Bento Gonçalves, dirigido a profissionais de diferentes áreas do conhecimento, estudantes, professores e empresários. Na programação do evento, alinhada ao tema da eficiência energética, a UCS inaugurou o Sistema Fotovoltaico do Campus Universitário da Região dos Vinhedos. O novo sistema integra o projeto de eficiência energética da UCS desenvolvido em parceria com a RGE/CPFL, com colaboração da InstalWatt, empresa de instalações elétricas, e a Efall.

Imagem: Tiago Cassol Severo

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Robótica promove o envolvimento e o protagonismo dos estudantes da UPF

Um cenário destruído por um acidente nuclear, com materiais radioativos que devem ser resgatados em uma área altamente contaminada, onde seres humanos não podem entrar. Esse era o mote do desafio que os estudantes enfrentaram na terceira etapa da 7ª Olimpíada de Robótica Educativa Livre. Realizada no sábado, dia 14 de setembro, no saguão do Instituto de Ciências Exatas e Geociências (Iceg), pela Universidade de Passo Fundo (UPF), a iniciativa reuniu estudantes de escolas de Passo Fundo e de municípios da região para uma competição em que o conhecimento é o grande protagonista.

Nesta etapa, o desafio dos estudantes das 14 escolas participantes era construir um robô capaz de resgatar objetos, conforme o cenário pós-apocalíptico apresentado. Quanto menor o tempo de resgate, maior a pontuação. “É um cenário muito comum em provas de robótica do mundo todo. O desafio deles era programar um robô para entrar nessa área contaminada, encontrar o objeto e levá-lo para uma área segura. Para isso, nós emprestamos todos os materiais necessários, como motores, sensores, atuadores, baterias, cases, além da placa Arduino”, explicou o coordenador do projeto professor Dr. Marco Trentin.

Conhecimento interdisciplinar
A Olimpíada de Robótica Educativa Livre é um projeto de extensão que oportuniza o contato de estudantes e professores, especialmente de escolas públicas, com a Robótica Educativa, de forma prática. Através de quatro etapas realizadas ao longo do ano, cada uma das equipes se prepara para construir aparatos robóticos para atender aos requisitos colocados em cada uma das etapas. A intenção, segundo Trentin, é que, a partir da Olimpíada, a escola comece a desenvolver e a intensificar atividades nessa área, integrando a robótica com várias áreas do saber que são tradicionalmente trabalhadas em sala de aula. “A robótica assume o papel de uma ponte de ligação interdisciplinar visando à construção do conhecimento coletivo a partir da aplicação com a realidade, oportunizando a criação de soluções voltadas ao mundo real”, apontou o professor.

Para ele, a presença da tecnologia na sociedade é um caminho sem volta. “A robótica envolve questões como eletricidade, programação de computadores, um pouco de mecânica e isso é uma tendência fortíssima, é um caminho sem volta. A questão da tecnologia presente na sociedade, a automação. Então, queremos mostrar para os jovens que eles podem empregar na robótica conhecimentos que veem em sala de aula, conhecimentos em matemática, física, inglês, comunicação. E que não importa que carreira profissional ele vai seguir, a robótica estará presente, quer ele venha seguir carreira em áreas voltadas à tecnologia, ou não”, pontuou.

Estudantes mais envolvidos
Uma das escolas participantes desta edição da Olimpíada é a Escola Estadual de Educação Básica Nicolau de Araújo Vergueiro (EENAV). Campeã da edição do ano passado, a escola retorna com dois grupos e cerca de 13 estudantes para, conforme a professora de Física Rita Cássia Giacomini “ganhar de novo”. De acordo com ela, o envolvimento dos estudantes com a robótica tem sido fundamental para seu desenvolvimento. “Os alunos têm muito mais envolvimento, buscam mais o conhecimento, estão mais participativos nas aulas. O professor fica como um mediador, não é ele quem diz o que fazer, é o próprio estudante que busca tudo e o professor fica só ajudando e auxiliando, quando necessário”, contou.
A professora Rita acredita que todo esse envolvimento está justamente no fato de que é algo que os interessa. “Eles já nasceram nessa era da tecnologia, então isso é fundamental, é o princípio para a aprendizagem. E engloba muita coisa, porque eles precisam usar o raciocínio lógico, eles têm que pensar o cálculo que vão precisar para fazer o robô andar, então tudo é essencial para eles”, completou.

Quem confirma a teoria da professora é a estudante do 3º ano Bárbara Nitsche Leidens. “Foi uma coisa que a gente sempre teve interesse. Nós queríamos participar, mas não sabíamos como fazer. E quando ficamos sabendo do projeto da UPF, buscamos informações e achamos muito legal. A gente não sabia muita coisa, mas estamos em um ambiente em que todo mundo se esforça para buscar o conhecimento e a gente aprende tudo junto, então é muito bacana”, finalizou Bárbara.