
Senado comemora os 50 anos da Universidade Feevale
Há 50 anos, enquanto o homem pisava pela primeira vez na lua, era criada, no interior do Rio Grande do Sul, uma instituição que teve um impacto maior na realidade da comunidade local do que a corrida espacial. A avaliação foi feita nesta segunda-feira (1º) pelo reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, durante sessão especial no Senado em homenagem ao aniversário do centro de ensino superior.
Localizada no Vale dos Sinos, em Novo Hamburgo (RS), a Universidade Feevale foi criada em 28 de junho de 1969 para ser comunitária, sem fins lucrativos, e promover a autonomia científica, disciplinar, administrativa e didática. Ela oferece cursos de educação básica, graduação, pós-graduação, extensão e pesquisa.
O reitor da Feevale destacou que a universidade transbordou os limites de Novo Hamburgo e conta, hoje, com 10 polos de ensino no estado e até na China, além de ampla oferta de cursos de graduação e de pós-graduação a distância. O que não mudou desde a fundação em 1969, segundo Prodanov, é a essência da instituição, que carrega inovação e foco no desenvolvimento regional.
“Esse é o trilhar da Universidade Feevale. É essa a vontade da comunidade. A comunidade não é uma comunidade paroquial, é uma comunidade global. E a universidade tem que ter esse papel também de uma visão global: formar pessoas com visão global; formar pessoas para um cenário internacional; formar pessoas não apenas para o seu deleite, mas para transformação do Brasil”, apontou o reitor.
O presidente do Conselho de Administração da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), Roberto Cardoso, também ressaltou o caráter inovador da instituição. A Aspeur é a mantenedora da Feevale. “Transcorridos 50 anos, podemos dizer, com muito orgulho, que sentimos a mesma emoção daqueles pioneiros que criaram a Feevale. Vamos rumo ao centenário”, disse.
A sessão especial foi requerida pelo senador Lasier Martins (Podemos-RS), que destacou a contribuição da instituição para o Rio Grande do Sul. “Verdadeiro orgulho dos gaúchos, a Universidade Feevale é um exemplo de parceria bem-sucedida entre iniciativa privada e comunidade regional. No maior polo calçadista do país, região metropolitana de Porto Alegre, a Feevale completa meio século de grande contribuição para o progresso econômico e social”, ressaltou o senador durante a sessão.
Fonte: Agência Senado

Cidades inteligentes para o bem-estar do cidadão
Projeto de extensão da UPF atua para transformar cidades em espaços criativos, sustentáveis e inteligentes
A qualidade de vida do cidadão é um dos propósitos mais cobiçados pelos municípios, mas também um desafio. A Universidade de Passo Fundo (UPF) atua intensamente para incentivar esse propósito. Um dos projetos de extensão existentes na UPF voltado a esse propósito é o “Cidades inteligentes: tecnologia e inovação para o bem-estar do cidadão”. Os acadêmicos desenvolvem soluções tecnológicas e as testam no próprio campus, utilizando o espaço da Universidade como um laboratório, simulando situações encontradas em grandes cidades.
O projeto de extensão, criado em 2016, possibilita a criação de soluções tecnológicas, por meio de aplicativos, que atendam às demandas das cidades, na busca do bem-estar do cidadão. “A intenção do projeto é promover ações que, por meio da educação, do uso da tecnologia e do engajamento dos moradores da cidade ou do campo, transformem as cidades em espaços criativos, sustentáveis e inteligentes, promovendo a qualidade de vida e o bem-estar”, pontua o coordenador do projeto de extensão, Dr. Roberto Rabello.
As soluções tecnológicas desenvolvidas são testadas no campus UPF, dentro do contexto de smartcampus, no conceito de CitiLabs, propiciando ao meio acadêmico um espaço experimental das tecnologias aplicadas, viabilizando no futuro o seu uso nas cidades. “O campus universitário é como uma cidade, visto que têm praticamente todas as suas características, porém, num contexto menor, possibilitando de forma mais simples o desenvolvimento e a aplicação de testes”, explica Rabello.
As ações articuladas entre as diversas áreas de conhecimento, os vários programas de stricto sensu, além de projetos de curricularização da extensão, possibilitam, além da criação de aplicações tecnológicas, sensibilização da comunidade sobre o tema, geração de demandas, discussão dos problemas e muito aprendizado sobre as cidades. O projeto prevê ainda palestras sobre o tema, seminários, auxílio ao poder público para planejamento de ações, implantação de miniestações meteorológicas em área agrícola e sistema de alerta de doenças a partir dos dados coletados.
O projeto possui uma grande integração com a pesquisa, principalmente por meio de trabalhos realizados nos programas de pós-graduação em Computação Aplicada (PPGCA) e em Engenharia Civil e Ambiental (PPGEng), nos quais os alunos dos mestrados desenvolvem seus trabalhos interagindo com bolsistas de extensão e voluntários dos cursos da área da tecnologia de informação e das engenharias Elétrica, de Computação e Ambiental.
O acadêmico do sétimo nível do curso de Engenharia de Computação, Rafael Gustavo Panizzon, integra o projeto desde o começo do ano. “O projeto tem forte relação com meu curso, já que buscamos desenvolver soluções através da tecnologia para melhorar a vida das pessoas. O tema do projeto também tem grande importância devido ao fato de que ao redor do mundo as cidades precisam cada vez mais de soluções inteligentes para resolver os problemas”, comenta o acadêmico, que é bolsista Paidex.
Ações já realizadas
A principal ação realizada foi a implementação e implantação de uma rede LPWAN ( Low Power Wide Area Network), frequentemente utilizada em IoT (Internet of Things, ou Internet das coisas), para coleta de dados de diversos tipos. Especificamente para esse projeto, foram instalados sensores que detectam temperatura, umidade do ar, além de dióxido de nitrogênio (NO2), dióxido de enxofre (SO2) e monóxido de carbono (CO), todos relacionados diretamente com as emissões veiculares.
Além do Índice de Qualidade do Ar, foram disponibilizadas informações referentes às principais fontes dos poluentes monitorados, danos à saúde causados pela exposição ao ar poluído e estratégias de redução das emissões atmosféricas, tanto por parte dos cidadãos quanto da gestão pública. Atualmente, há três pontos de coleta desses dados no campus, mas busca-se, a partir de agora, ampliar o número de sensores e o número de pontos, inclusive fora do ambiente universitário.
O projeto “Cidades inteligentes: tecnologia e inovação para o bem-estar do cidadão” é um dos projetos de extensão do Programa UniverCidade Educadora e Inteligente UPF, ligado ao Instituto de Ciências Exatas e Geociências (Iceg) e à Faculdade de Educação (Faed).
Confira o nome dos integrantes do projeto:
Ana Carolina Bertoletti De Marchi – Iceg/PPGCA
Carlos Amaral Holbig – Iceg/PPGCA
Cristiano Cervi – Iceg/PPGCA
Daniela Santos – Feac
Francisco Dalla Rosa – Fear
José Maurício Maciel – Iceg
Luciana Londero Brandli – Fear
Marcelo Rebonatto – Iceg/PPGCA
Marcio Taschetto da Silva – Faed
Pedro Antonio Müller – Iceg/PPGCA
Rafael Rieder – Iceg/PPGCA
Rangel Casanova Daneli – Engenheiro Elétrico UPF
Roberto dos Santos Rabello – Iceg/PPGCA
Willingthon Pavan – Iceg/PPGCA


Deputado Gabriel Souza reabre discussão sobre programa de financiamento das universidades
Na última sexta-feira, 28 de junho, o deputado estadual Gabriel Souza (MDB-RS) e representantes de universidades comunitárias do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná participaram de reuniões em Brasília para tratar do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento das Instituições de Ensino Superior (Proies). O grupo se reuniu com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e com o diretor de Políticas e Programas de Educação Superior, Roberto Endrigo Rosa.
Souza, que preside a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas, Privadas e Comunitárias do RS, apresentou um histórico, desde 2017, das tratativas das instituições do Sul do país com o Governo Federal sobre o Proies. “O Brasil enfrentou uma grave crise econômica, que impactou na diminuição do número de matrículas em universidades comunitárias e privadas. Por isso, uma das nossas reivindicações é a reabertura do prazo de adesão ao Proies”, explicou o parlamentar.
Ocorre que há uma dificuldade de administrar orçamentariamente o assunto devido à nova interpretação do Tribunal de Contas da União (TCU), que recentemente classificou o programa como sendo matéria de “créditos tributários”, devendo, então, serem lançados no Orçamento Geral da União (OGU). Em 2018, o Planalto realizou consulta ao TCU para elucidar se a matéria seria enquadrada como “crédito tributário” ou “isenção fiscal” – como sempre foi tratada. A consulta aguarda resposta da Advocacia-Geral da União (AGU).
O diretor Roberto Rosa disse ao grupo que o governo atual estuda uma reformulação nos processos do ensino superior, de maneira que eles sejam integrados, e não fragmentados como atualmente. “Estamos construindo um projeto para que possamos ter mais fiscalização nos recursos da educação, e para que as universidades sejam vistas de maneira unificada. Queremos garantir que mais vagas no ensino superior sejam entregues à sociedade”, afirmou Rosa. Sobre o Proies, o representante do Ministério da Educação (MEC) garantiu que irá analisar o histórico recente e que, nos próximos 30 dias, deverá emitir nota técnica se posicionando sobre o tema.
O assunto seguiu em debate com o ministro-chefe da Casa Civil, que afirmou que, nesta semana, irá se reunir com o ministro da Educação e apresentará a demanda para que seja dado o encaminhamento necessário. O deputado Souza vê a possibilidade da criação de um Grupo de Trabalho dentro da Casa Civil, reunindo os órgãos acima citados, para tratar sobre o tema e encaminhar uma solução.
Participaram das audiências a vice-presidente do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung) e reitora da Urcamp, Lia Quintana; a secretária-executiva do Comung, Jaira Puppim; o reitor e o diretor da Universidade Tuiuti (PR), Frederico Lopes e Jonas Dietrich, respectivamente; e o representante da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), Alisson Milosiki. Os deputados federais Alceu Moreira (RS), Carlos Chiodini e Carmen Zanotto, ambos de SC, também estiveram representados pela assessoria.

Sem Vestibular
Unicruz promove formas de ingresso que dispensam aprovação no processo seletivo; matriculas vão de 04 a 10/7
Os últimos dias foram de processo seletivo para entrada de graduandos na Universidade de Cruz Alta. O listão será divulgado na quarta-feira (03), mas quem ficou de fora do Vestibular de Inverno também tem oportunidade de iniciar o Ensino Superior no segundo semestre de 2019. A Unicruz dispõe de formas de ingresso que não exigem aprovação no Vestibular. Confira abaixo as modalidades:
– Diplomados no Ensino Superior;
– Pessoas com mais de 35 anos;
– Transferências;
– Reingressos;
– Alunos especiais*.
* Alunos especiais podem cursar até 30 créditos, mas devem prestar Vestibular dentro do prazo de um ano para validar as disciplinas. O requisito exigido é possuir Ensino Médio completo.
As matrículas na Unicruz acontecem de 04 a 10 de julho, tanto para classificados no Vestibular quanto para outros meios de ingresso, e devem ser feitas na Secretaria Acadêmica. O setor atende das 14h às 17h30min e das 19h às 22h30min, de segunda a sexta-feira. De acordo com o Calendário Acadêmico 2019/2, o semestre letivo inicia em 29 de julho.
Clique aqui para acessar a lista de documentos a serem apresentados no ato da matrícula.
Bolsas e financiamentos
Muitas vezes, questões financeiras são obstáculos para que pessoas iniciem ou deem continuidade aos estudos. Ciente desse cenário, a Unicruz estabeleceu convênios com entidades externas e criou políticas que fomentam o acesso e a permanência no Ensino Superior. Dois processos seletivos estão em andamento para a concessão de bolsas e financiamentos: o Programa de Bolsas Institucionais (Probin) e o programa de incentivo à educação CredIES. Ambos os editais contemplam estudantes de todos os cursos de graduação, incluindo recém-matriculados na Unicruz.
Links úteis
– Informações sobre o Probin
– Informações sobre o CredIES
Mais informações
Secretaria Acadêmica
(55) 3321-1532 | 3321-1572
academica@unicruz.edu.br

PUCRS é parceira do Governo do RS em aplicativo que identifica foragidos
Implantada pela Secretaria da Segurança Pública do RS, a tecnologia tem a parceria da Escola Politécnica
Um aplicativo que identifica foragidos do sistema prisional no Estado gaúcho. Essa iniciativa é da Secretaria da Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul (SSP), que conta com parceria da Escola Politécnica da PUCRS e da Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs). Durante a Copa América de futebol, a tecnologia foi testada pela primeira vez e um procurado foi identificado por meio do app em uma abordagem. A ferramenta de reconhecimento facial está em fase beta, mas já funciona no celular de 200 agentes policiais de Porto Alegre.
Atualmente, o aplicativo conta com 47 mil informações sobre foragidos e indivíduos com mandados de prisão emitidos. A tecnologia está sendo utilizada por policiais da capital envolvidos com a Copa América, mas, no futuro, deve ser integrada ao aplicativo geral dos agentes gaúchos.
“A orientação é de que os agentes realizem uma conferência complementar após o uso da ferramenta. O aplicativo é carregado periodicamente com dados de inteligência, e essas informações são essenciais para que a versão final seja disponibilizada”, comenta o diretor do Departamento de Inteligência da SSP, delegado Emerson Wendt.

Mostra UCSTec – Acadêmicos apresentam soluções em gestão para empresas de Caxias e Região
Segunda edição do evento promoveu a exposição de trabalhos de 240 estudantes dos cursos superiores de Tecnologia nas áreas de Gestão e Negócios
Na quinta-feira, dia 27, o Centro de Convivência do Campus-Sede da Universidade de Caxias do Sul deu espaço à segunda Mostra dos Projetos Temáticos da área de Gestão e Negócios do programa UCSTec. Os trabalhos apresentados por 240 estudantes resultam de um semestre de aprendizagem ativa em quatro projetos temáticos (I– Gestão; II– Processos; III– Econômico e IV– Estratégia e Competitividade), dos cursos superiores de Tecnologia em Gestão Comercial, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira e Marketing.
A iniciativa teve participação dos acadêmicos, professores, empresários e dos mentores – profissionais do mercado que atuaram com os estudantes na construção das soluções para as empresas. “O objetivo dos projetos temáticos é – além da ênfase no trabalho em equipe, fundamental para a boa gestão das organizações -, identificar as diferentes áreas que constituem uma empresa, analisar a unidade de diagnóstico e compreender os cenários socioeconômicos para o planejamento e a tomada de decisões. Isso é feito com a aplicação dos saberes teóricos e práticos de cada área de formação, com visão crítica e foco em resoluções reais, trabalhando o perfil profissional focado em conhecimentos, habilidades e atitudes”, explica a professora Maria Gorete do Amaral Gedóz, coordenadora do curso de Tecnologia em Marketing.
A partir da coleta de informações junto às empresas participantes, as equipes fizeram um diagnóstico interno das organizações nas áreas de administração, recursos humanos, comercial/vendas, marketing, finanças, produção/serviços e gestão ambiental, identificando forças e fraquezas.
De volta à sala de aula, com o acompanhamento e orientação de mentores – especialistas de mercado em áreas de gestão – os grupos planejaram melhorias. Deste foco resultou o produto final, a ser utilizado na empresa como solução do principal problema estudado. Para apresentação na mostra, o produto poderia ter o formato de protótipo, maquete, banner, relatório, site, projeto, formulário, equipamento, software, manual, material didático e videodocumentário, entre outros.
Sistemática
Os alunos foram distribuídos em 42 grupos, que integravam as diferentes formações da área, cada um desenvolvendo um diferente projeto em empresas de Caxias do Sul e região, dos segmentos da indústria, do comércio e de serviços.
Projeto Temático I – Gestão: 22 grupos apresentaram o diagnóstico realizado nas empresas, a partir de uma situação-problema vivenciada na prática.
Projeto Temático II – Processos: 11 grupos abordaram os processos internos das empresas diagnosticadas (de serviços, indústria e comércio);
Projeto Temático III – Econômico: 7 grupos apresentaram o diagnóstico econômico realizado nas empresas estudadas, seguindo os mesmos segmentos mencionados acima;
Projeto Temático IV – Estratégia e Competitividade: 2 grupos apresentaram as estratégias pensadas para as empresas em estudo voltado à obtenção de vantagem competitiva em sua área de atuação.
Soluções para as empresas
Um exemplo de trabalho no âmbito da gestão foi o desenvolvido pelos estudantes Fabricio G. Salvador, Franciele Mari, Gabriela Carvalho Maciel, Israel Vinícius Kuze, Jéssica Mari, Morgana Prado Govoni e Maiara Pereira, que analisaram um hub de inovação dedicado ao coworking, diferenciado das empresas tradicionais. “Identificamos uma gestão mais simples e dinâmica, sem hierarquias, com todos ajudando na operação”, explicaram as integrantes Morgana Prado, do segundo semestre do curso de Marketing, e Gabriela Maciel, do primeiro semestre do curso de Gestão Comercial. O projeto contemplou consultoria para aprimorar gestão e processos. A atenção aos detalhes operacionais refletiu, inclusive, nos processos da loja da família de uma das integrantes, que aplicou aspectos de organização relacionados à pesquisa. A coordenação foi da professora Andréia Hrihorowitsch.
Também no segmento, o grupo orientado pela docente Zaida Cristiane dos Reis abordou a gestão em serviços em uma empresa que propõe soluções integradas – assessoria, marketing, gestão comercial, entre outras. O trabalho incluiu a análise crítica de departamentos, objetivos, missão, visão, valores, história, com a proposição de melhorias, como a contratação de especialista em vendas e ampliação da equipe. Encaminhadas à direção da empresa, as indicações estão em fase de implementação. “Nos colocamos no papel da gestão, pensando sobre como funciona o negócio e em seu desenvolvimento”, explicou Ketrin Souza, no último semestre de Processos Gerenciais, integrante do grupo composto pelas alunas Camila Vargas, Jéssica Brigido, Gabriela Camilo, Bruna Vargas, Aline Araújo, Elenice Guimarães e Silvia Lima Pereira.
Pensando em estratégia e competitividade, as acadêmicas Andréia Simioni, Andrieli Poch, Caroline Machado e Silvia Marchioro dedicaram-se à desova de estoques de uma empresa do ramo de artigos de festa, visando devolver seu capital de giro. Entre as alternativas encontradas pela equipe esteve o enfoque nos clientes de menor porte, a partir da implementação de e-commerce, da oferta de combos de produtos, e da divulgação. Para Andrieli, do quarto semestre de Gestão Financeira, a experiência agrega muito à formação, por propor o contato com a realidade. “Na prática, corremos atrás para buscar as soluções”, define. Elas tiveram a orientação do professor Paulo Roberto Bampi.
No âmbito econômico, os acadêmicos Carlos Eduardo Sack R., Diovani Ramos Rodrigues, Dônivon Erico da Silva, Gabriel Jahn Lopes, Lucas Dalcin e Wagner Circe dos Santos, sob orientação da professora Olga Maria Blauth de Lima, propuseram melhorias para alavancar as vendas de uma loja de móveis e decoração. A busca de ferramentas para aproximar o comércio de seu público resultou em proposições relacionadas à identidade visual da fachada, slogan e estratégias de divulgação. Lucas, que cursa o quarto semestre de Gestão Comercial, destacou a relação teoria-prática como objetivo do ensino superior “ao preparar para o mercado, nos colocando em contato com os ambientes profissionais”. Ele é um dos sócios da empresa estudada e já projeta a possibilidade de aplicação das propostas.
Abertura
A relevância de aliar teoria e prática deu o tom à abertura do evento. “Nos emocionamos e aprendemos a todo o momento, e a apresentação dos trabalhos é um exercício profissional e pessoal muito grande, transformador”, afirmou o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UCS, Juliano Rodrigues Gimenez, destacando o ambiente colaborativo entre as diferentes graduações, que é ampliado pela oferta de formação continuada na Universidade. O coordenador do Programa UCSTec, professor Evandro Aguiar da Rosa, agradeceu o engajamento dos participantes de um momento que considerou de excelência. “Este é um laboratório de preparação para a vida profissional, com aprendizado ‘mãos na massa'”, definiu.
Na solenidade, os estudantes Gregori Iago de Souza, do curso superior de Tecnologia em Marketing, e Alini de Souza Dre, de Gestão de Recursos Humanos, representaram os alunos envolvidos. Em um contexto social competitivo, com desafios diversos, reforçaram o valor de poder aplicar, durante a formação, o que é aprendido. “O UCSTec supre a necessidade de aprendizado com a vantagem competitiva de ser voltado à rápida inserção no mercado de trabalho”, consideraram.
Foto: Claudia Velho

Inscrições nos cursos livres da UPF encerram nesta sexta-feira, 28
Universidade oportuniza formações especiais com temas diferenciados, que acontecem de 1º a 4 de julho, no turno da noite
O prazo para inscrições encerra nesta sexta-feira, dia 28 de junho. As vagas são limitadas e os cursos serão realizados entre os dias 1º e 4 de julho, todos no turno da noite. O investimento é de R$ 20,00 para todos os cursos. Inscrições e informações em upf.br/cursoslivres.
Conheça os cursos livres disponíveis e com inscrições abertas:
– Inovação na veia: Spotify, Uber e Airbnb e a produção do futuro – 16h/aula
– Direito, redes sociais e a política no Século XXI – 8h/aula
– Reforma psiquiátrica e saúde mental: afirmando o cuidado em liberdade em tempos de retrocessos – 16h/aula
– O universo em streaming: alugo e sou alugado – Spotify, Netflix e eu com isso?! – 8h/aula
– Vivências integrativas em saúde – 16h/aula
– Além da tela: ver e entender o cinema e séries de TV – 16h/aula
– Pensando por imagens: o cinema, a filosofia e a vida – 12h/aula
– Professores do futuro: interdisciplinaridade e didáticas para o século XXI – 8h/aula
– Emancipação feminina e mulheres do século XXI – 16h/aula
– Mundo Nerd, Ciências Humanas e Universo Marvel – 8h/aula
– Cultura Maker e engenharia criativa – 16h/aula
– Alquimia de percepção: educação de paladar e alimentos funcionais – 16h/aula
– A história da arquitetura através das séries Netflix – 16h/aula

Banrisul expande linha de Crédito Universitário
O Banrisul está ampliando a sua atuação no financiamento educativo, disponibilizando a linha CDC Crédito Universitário aos estudantes das instituições participantes do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung). Representantes do Banrisul, do Comung, do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Instituições Comunitárias de Educação Superior no Estado do Rio Grande do Sul (Sindiman-RS) e de universidades gaúchas reuniram-se no edifício-sede do banco, no dia 25 de junho, para formalizar a expansão do programa, que iniciou em 2018 como um projeto-piloto, em parceria com a Unisinos.
O reitor da Feevale, Cléber Prodanov, representou a diretoria do Comung, composto por 15 instituições comunitárias de educação superior (Ices) – Unisc, UPF, UFN, Feevale, IPA, PUCRS, UCS, Unicruz, Unijuí, Unilasalle, Unisinos, Univates, UCPel, Urcamp e URI. Já o Sindiman-RS, através do qual ocorreram as negociações, foi representado pelo pró-reitor de Administração da Unisc, Dorivaldo Brites de Oliveira.
O presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Veras Mota, destacou que o banco compreende a importância da educação para o mercado e é grande provedor de ensino aos seus funcionários, por meio da Universidade Corporativa. “O Banrisul tem parceria com todos os segmentos empresariais do Rio Grande do Sul, mas, com a educação, temos um processo muito afinado, um carinho especial pelo segmento”, revelou.
O CDC Crédito Universitário é destinado a alunos novos ou já ingressos nos cursos de ensino superior presenciais ou semipresenciais, e permite financiar a matrícula e até 100% do valor da semestralidade. Dentre as vantagens oferecidas pela linha está o dobro do tempo para pagar cada semestre, ou seja, o financiamento pode ser pago em até 12 meses.
Sempre que iniciar o próximo semestre do curso, o estudante pode solicitar um novo financiamento, que só começará a ser pago depois de quitar o empréstimo anterior. Desse modo, o pagamento das parcelas dos diferentes semestres não se acumula.
Para contratar o Crédito Universitário do Banrisul é necessário que o aluno solicite a Declaração de Aptidão junto à universidade e compareça em qualquer agência do Banrisul com a documentação necessária. A realização da operação está condicionada à apresentação de avalista que não possua restrições cadastrais e com capacidade de pagamento, e estará sujeita a análise de crédito.



Aspeur e Feevale completam 50 anos nesta sexta-feira
Universidade é uma das melhores e mais inovadoras instituições de ensino do país
A Universidade Feevale e sua mantenedora, a Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), completam 50 anos nesta sexta-feira, dia 28. Em comemoração à data, será realizado um jantar amanhã, às 19h, na Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo. Estarão presentes fundadores da Aspeur, gestores da Feevale, autoridades e representantes de universidades estrangeiras com as quais a Instituição mantém parceria.
Em toda a história da Aspeur/Feevale, é notório o envolvimento com a comunidade, a preocupação com o desenvolvimento regional e o empenho na construção e efetivação de uma política que ratifique o sentido de uma universidade. Nos diferentes níveis de ensino em que atua, tem o compromisso de promover a produção do conhecimento, a formação integral das pessoas e a democratização do saber, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade.
Nesses 50 anos, a Feevale se colocou entre as melhores e mais inovadoras universidades do Brasil e estabeleceu importantes parcerias nacionais e internacionais para atender, de forma qualificada, às demandas regionais. Aliando a tradição à vanguarda, a Universidade também vem se projetando internacionalmente em função de parcerias com instituições estrangeiras, distribuídas em diversos países, inclusive com aqueles que são referência em Educação, como é o caso da Finlândia.
A Instituição hoje:
– 15 mil alunos em todos os níveis de ensino
– Cerca de 1.400 funcionários e estagiários
– 56 cursos de graduação
– Mais de 40 cursos de especialização e MBA
– 9 mestrados
– 5 doutorados
– 31 grupos de pesquisa, com 160 projetos em andamento
– 11 programas de extensão e 37 projetos sociais, com mais de 50 mil atendimentos ao ano
– Parceria com 123 instituições, em 27 países
– Escola de Aplicação
– 2 câmpus em Novo Hamburgo e 1 em Campo Bom
– Feevale Digital: polos na China (Dongguan) e em 10 municípios: Campo Bom, Esteio, Gramado, Gravataí, Igrejinha, Montenegro, Nova Petrópolis, Parobé, São Sebastião do Caí e Sapiranga
– Idiomas Feevale: inglês, espanhol, alemão, italiano, francês e português para estrangeiros
– Feevale Techpark, com unidades em Campo Bom e Novo Hamburgo
– Teatro Feevale, com capacidade para 1.842 pessoas


Feevale renova convênio com universidade da China
Representantes da Jiangxi Science & Technology Normal University e do Ministério da Educação chinês também prestigiaram homenagem da Assembleia Legislativa à Instituição
Na manhã desta quarta-feira, dia 26, a Universidade Feevale renovou acordo de cooperação com a Jiangxi Science & Technology Normal University, da China. A cerimônia contou com o reitor da Feevale, Cleber Prodanov; o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, João Sganderla Figueiredo; a diretora de Relações Internacionais e Institucionais, Paula Casari Cundari; o diretor de Novos Negócios, Alexandre Zeni; e o diretor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), Marcelo Ayub. Da instituição chinesa, estiveram: o presidente, Zuo Heping; o diretor de Relações Internacionais, Huang Jiaozhen; o pró-reitor da Escola de Belas Artes, Zhi Lin; o diretor do escritório de mobilidade discente, Liu Biao; o pró-reitor de Administração da Instituição, Wu Guanghua; e a secretária do Ministério da Educação chinês, Xu Yan.
Os representantes estiveram na Instituição para articular ações conjuntas nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e mobilidade discente. O convênio com as universidades existe desde 2012 e, neste ano, pretende estreitar as relações e articulações direcionadas para a inovação e a tecnologia. Após a assinatura, a delegação esteve presente no Grande Expediente Especial em Homenagem aos 50 anos Aspeur/Feevale, realizado pela Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. Os representantes também puderam conhecer o Hub One de Criatividade e Inovação e o Teatro Feevale.