
IV Mostra de casos clínicos em Farmácia Hospitalar
“Não existe nada mais gratificante do que trazer resultados para quem, de braços abertos, nos acolheu, mesmo que este local seja parte da nossa Urcamp, como é o caso do HU. Isso nos enriquece enquanto seres humanos, e nos proporciona a oportunidade de sermos melhores, também, enquanto profissionais”, Guilherme Bragança.
Quem escolhe uma graduação na área da saúde, já tem, em sua própria formação, o dom de cuidar do próximo. A profissão se torna parte dos ideais, e a Urcamp procura incentivar seus acadêmicos, também, neste sentido. Um exemplo dessa realidade acontece na disciplina de Estágio em Farmácia Hospitalar, e, na tarde de ontem, foi dia de encerramento das atividades, com a IV Mostra de Casos Clínicos, no Hospital Universitário da Instituição.
Três professores, doze alunos e um objetivo: estudar e vivenciar a história hospitalar dos pacientes. Esse é o foco trabalhado na disciplina, que teve encerramento na quinta-feira, com a apresentação na IV Mostra de Casos Clínicos em Farmácia. Coordenados pelos professores Guilherme Brangança, Ana Carolina Zago e Cíntia Ambrózio, os acadêmicos cumpriram a jornada de estágio optando por suas temáticas “Eles escolhem um paciente e acompanham toda a história clínica dele, de acordo com o tema que escolheram estudar no semestre. Temos casos de cuidados paliativos, dependência química, tuberculose e outras tantas que conquistam a atenção dos estudantes”, explica Ana Zago.
Como devem entregar um artigo científico no Estágio, a maioria dos acadêmicos opta por desenvolvê-lo aliado a esta prática e, em alguns casos, o tema está ligado ao Trabalho de Conclusão de Curso. “Eles acompanham a evolução do quadro de cada paciente que escolheram no Hospital Universitário da Urcamp, e a pesquisa está relacionada a diferentes áreas e profissionais da saúde. Dentro desse semestre, os alunos fazem diversos links em razão do cuidado individual, e, por consequência, acabam solucionando alguns casos”, frisou Guilherme Bragança, que é Coordenador do curso de Farmácia da Instituição.
Gleicimara Oliveira Trindade, optou por avaliar uma senhora de 62 anos, a qual, na apresentação, chamou de Maria – sempre preservando a identidade do paciente, mesmo no caso de estar entre colegas e professores. O trabalho resultou, ainda, em seu artigo científico, que tinha como tema o uso da Morfina. “Eu escolhi esse caso em razão dos problemas de saúde dela serem câncer na coluna e hipertensão, portanto, a Morfina fazia parte do quadro médico”, ponderou ao iniciar a sua apresentação na Mostra. Porém, antes do acadêmico descrever o que acompanhou, como os medicamentos prescritos, por exemplo, ele descreve o que significa a patologia a ser estudada.
Troca de aprendizagem
Quando chega o dia da Mostra e, por consequência, o encerramento do Estágio, alunos e professores confraternizam na sala de aula do Hospital Universitário da Urcamp. Porém, o que os coordenadores da atividade mais enfatizam, é a troca de experiências e aprendizagem. “É uma discussão muito rica entre docentes e discentes. Eles apresentam toda construção que fizeram durante o semestre, geralmente sobre casos incomuns, com entrevistas e relatos, e isso nos proporciona uma troca. Neste momento, todos somos aprendentes e isso contribui com a formação pessoal e profissional de todo grupo”.
“Não existe nada mais gratificante do que trazer resultados para quem, de braços abertos, nos acolheu, mesmo que este local seja parte da nossa Urcamp, como é o caso do HU. Isso nos enriquece enquanto seres humanos, e nos proporciona a oportunidade de sermos melhores, também, enquanto profissionais”, conclui Guilherme ao explicar que nesta disciplina os acadêmicos têm que apontar pelo menos uma fragilidade e, ao apresentá-la, contribuir como forma de melhoria a ser oferecida ao Hospital.
Para o próximo semestre, o coordenador do curso de Farmácia já deixa o spoiler “teremos novidades, e o máximo que posso contar é que promete ser o primeiro na metade Sul”.

Faculdade de Antônio Prado terá polo de ensino presencial da UCS
Parceria com a Universidade possibilitará a oferta pioneira de dois cursos de graduação no município de 14 mil habitantes, conforme dados do IBGE.
Neste domingo, dia 7 de julho, ocorreu a inauguração da Faculdade de Antônio Prado (FAP), primeira instituição de ensino superior daquele município e que receberá o Polo de Ensino Presencial da Universidade de Caxias do Sul (UCS) em Antônio Prado.
Cerca de 400 pessoas da comunidade participaram da inauguração do espaço, localizado na linha Amarílio, Lote Rural, nº 6.
O reitor da UCS, Evaldo Antonio Kuiava, prestigiou a cerimônia, assim como a pró-reitora acadêmica da UCS, Nilda Stecanela e o chefe de gabinete da UCS, Gelson Leonardo Rech. Estiveram presentes, ainda, professores e demais gestores da UCS, autoridades civis, representantes de entidades, empresários e membros da comunidade de Antônio Prado e região.
A oferta de dois cursos de graduação, já no segundo semestre de 2019, foi possível graças a convênio celebrado entre Universidade de Caxias do Sul e Faculdade de Antônio Prado. São ofertadas 50 vagas no total: 25 para o curso de Bacharelado em Administração e 25 para a Licenciatura em Pedagogia.
As inscrições para o Processo Seletivo Extraordinário seguem abertas até o dia 17 de julho. Interessados podem acessar o formulário de inscrição pelo sitewww.ucs.br, que deve ser entregue na sede da Faculdade de Antônio Prado (FAP), onde está localizado o Polo de Apoio Presencial de Antônio Prado. (Leia o Edital).
Como sinalizou o reitor, na cerimônia deste domingo, a parceria vai ao encontro da missão da UCS de induzir o desenvolvimento regional por meio do ensino e da inovação. “O projeto, agora concretizado, da Faculdade de Antônio Prado, demonstra a ousadia e a visão de futuro que contam com apoio da comunidade. Está no DNA da UCS contribuir para o desenvolvimento regional e é o que faremos por meio dessa nova parceria. Iniciamos com dois cursos de graduação, mas vislumbramos a oferta de ensino em todos os níveis, atendendo aos anseios locais.”
A Faculdade de Antônio Prado originou-se a partir da escola V.E.R. Informática Administrativa, sediada em Antônio Prado e especializada em cursos técnicos e profissionalizantes, que também promove cursos de informática e de idiomas e atua, ainda, em projetos sociais.
Diretor Pedagógico da Faculdade, Pedro Augusto Bocchese explicou que a instalação da FAP foi planejada em função do potencial socioeconômico da região, bem como da carência de formação profissional em áreas específicas. “Uma instituição de ensino superior vem para fortalecer a sociedade e apoiar os alunos que se deslocam atualmente para os grandes centros como Caxias do Sul e Vacaria. O apadrinhamento da UCS proporcionou agilidade no início das atividades.”
Diretor Executivo da FAP, Eduardo Rubini da Silva reforça que a Faculdade almeja o desejo em desenvolver a inovação e o empreendedorismo bem como objetiva uma efetiva inserção no seu meio de produção e disseminação do conhecimento, visando à transformação social da região. O diretor executivo mencionou a intenção em expandir as ofertas de cursos e, “para isso, contamos com a parceria duradoura da Universidade de Caxias do Sul”.
Processo seletivo com inscrições abertas
O processo seletivo do Polo de Ensino Presencial da Universidade de Caxias do Sul consiste em uma redação e ocorrerá no dia 21 de julho, domingo, às 14 horas. O local de realização da prova será informado, de forma individualizada, até as 12h do dia 20 de julho de 2019, pelo site ucs.br, e por SMS (no número de telefone celular indicado pelo candidato no ato da inscrição).
No dia da prova, os candidatos devem se apresentar às 13h30min.
A divulgação dos aprovados nos cursos será disponibilizada no site da UCS, no dia 23 de julho.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 3293-3942.

Comung e Assembleia Legislativa tratam sobre o Ensino Superior no RS
Com o objetivo de estreitar o diálogo com os deputados da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung) realizou nesta quarta-feira, 10 de julho, um café da manhã, no Salão Júlio de Castilhos, reunindo cerca de 20 parlamentares. A meta inicial foi apresentar o grupo e, ao mesmo tempo, sinalizar as expectativas visualizadas para o futuro.
Responsável pela abertura do ato, a presidente do Comung e reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer, destacou a recente criação, pela Assembleia, de duas Frentes Parlamentares, uma destinada ao apoio das instituições comunitárias e outra à inovação no ensino, por meio da tecnologia e, na sequência, frisou que o Rio Grande do Sul já consolidou, ao longo dos últimos anos, uma modalidade alternativa de Ensino Superior através das comunitárias. “São instituições que mantêm vínculos com suas comunidades e que não visam lucro, pois investem seus recursos para aperfeiçoar o ensino e contribuir com suas regiões”, frisou. Desse modo, ressaltou que o grupo formado no Estado já representa o maior sistema de Educação Superior do Rio Grande do Sul. Destacou, ainda, que parte da colaboração viabilizada representou, até 2017, na formação de mais de 700 mil professores para atuação no Estado, por meio do programa ForProf.
Mesmo diante do cenário exposto, ela relatou que Santa Catarina, há alguns anos, por meio de uma emenda na Constituição Estadual, determinou a criação de bolsas para o público carente. “Queremos deixar uma sementinha de ampliarmos o acesso ao Ensino Superior, a exemplo do que Santa Catarina fez”, disse ao exaltar que se tratava de uma sugestão para o futuro. “Acreditamos que fortalecer as ICES fortalecerá o Rio Grande do Sul”, argumentou.
Reitora da Urcamp e segunda vice-presidente do Comung, Lia Maria Herzer Quintana salientou que a união do Comung e da Assembleia, somando forças, resultará no desenvolvimento do Rio Grande do Sul. “Chega de falar que o RS está estagnado. É voz corrente no mundo que o desenvolvimento se dá através do formato de incubadoras, startups. E nós temos o ecossistema e o ambiente favoráveis. Se juntar poder público, o Legislativo, o Executivo e a sociedade civil como um todo, temos o ambiente correto para o desenvolvimento”, atestou.

Comung
O Comung, segundo levantamento recente, contabiliza 15 Instituições de Ensino Superior Comunitárias (Unifra, IPA, Univates, PUCRS, UCPel, Urcamp, UCS, Unicruz, UPF, UFN, Unilasalle, Unisc, Unisinos, Unijuí e URI), abrangendo quase todo o território do Rio Grande do Sul, alcançando 181.490 estudantes (dos quais mais de 100 mil beneficiados por alguma bolsa ou financiamento), 1.527 cursos de graduação e pós-graduação, quase 9 mil professores, mais de 10 mil funcionários. Em termos estruturais, conta com 3,6 mil laboratórios para apoio ao ensino, 2,7 mil salas de aula e de estudo, nove parques tecnológicos, 13 incubadoras de empresas, cinco incubadoras sociais, 12 agências de inovação e com atuação efetiva junto às comunidades onde estão inseridas, somando mais de 3,3 milhões de atendimentos prestados nas áreas da Saúde, Arte, Cultura, Educação, Esporte e Assistência Jurídica.
Panorama atual das comunitárias
Em meio a um momento destinado, em especial, a expor o panorama atual das comunitárias, a presidente do Comung fez questão de mencionar que, por mais que a atuação seja preponderante para o desenvolvimento do Estado, o atual cenário exige certa atenção. “Mudanças políticas e econômicas do país têm repercutido, criando obstáculos para o acesso ao Ensino Superior. Registramos uma diminuição média de 25% de alunos presenciais, uma baixa de 42% do Fies e de 21% do Prouni”, alertou aos parlamentares presentes do encontro.
De outra parte, porém, elogiou recente medida anunciada pelo Banrisul de abrir uma linha de crédito destinada para financiamentos de até 100% na semestralidade. “Essa foi uma ótima notícia”, afirmou em contrapartida à menção anterior.
A professora Carmen Lúcia também abordou outros tópicos, como o que confere resultados positivos na formação via instituições comunitárias. “Há estudos que mostram que o custo anual de alunos de comunitárias é quatro vezes menor do que outras privadas, diante da mesma qualidade de ensino. “Temos expertise para contribuir e estamos nos colocando, enquanto Comung, para contribuir com as políticas públicas voltadas do Estado”, concluiu.
Secretário de Inovação destaca abertura para novas ideias
Representando o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, no ato, esteve o secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia, Luís da Cunha Lamb. Em um discurso muito alinhado aos posicionamentos elencados sobre a importância de um ensino estruturado e atualizado, que busca além da simples formação, mas o desenvolvimento da sociedade – como é o caso da atuação da Instituições que integram o Comung -, ele defendeu que as universidades têm função estratégica para o futuro do RS.
Com experiência de mais de uma década como professor universitário, Lamb avaliou que a importância histórica do Ensino Superior para o Estado é reconhecida e que, hoje, deve aumentar. “As grandes corporações que existem hoje, que chegam a valer um trilhão de reais, surgiram em centros acadêmicos. E isso representa um cenário claro, de que estas instituições não devem apenas formar pessoas, mas contribuir, abrindo espaços para novas ideias, novos negócios, possibilitando novas matrizes econômicas para o Rio Grande do Sul gerar riqueza e desenvolvimento”, mencionou ele, ao garantir que, por parte do Estado, o apoio às comunitárias é fundamental e se manterá.
Posição do Parlamento
Responsável por recepcionar o grupo de reitores e demais servidores das ICES, o presidente da Assembleia gaúcha, deputado Luis Augusto Lara, foi direto ao se posicionar quanto à atuação do parlamento. “Somos uma trincheira das universidades gaúchas”, citou ao mencionar a recente atuação em prol do ensino público federal e, neste momento, pelas comunitárias.
“Eu vejo que temos duas formas de contribuir. Primeiro, aumentando o crédito educativo, através do Fies ou outra forma que viabilize o acesso ao Ensino Superior. A outra maneira é pelo desenvolvimento econômico e, para isso, precisaremos do apoio das comunitárias”, citou ele, ao destacar o projeto Cresce RS, iniciativa lançada pelo parlamento, com o objetivo de destravar iniciativas que contribuam com o desenvolvimento do Estado. “Temos feito articulações com as universidades, que são fundamentais, através de sua expertise, para nos ajudar neste processo de retirar o Estado da crise, mas por meio de uma agenda positiva”, completou.
*Publicado por Josemar Santos

Estudantes da Feevale têm nova possibilidade de financiamento
Parceria com o Banrisul facilita crédito com taxas de juros reduzidas
A Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), mantenedora da Universidade Feevale, firmou na noite desta segunda-feira, 8, um termo de parceria comercial com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A (Banrisul). O ato aconteceu duas semanas após o presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Veras Mota, ter recebido o reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov, que também representou o Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), e gestores de outras instituições de ensino, para falar sobre a possibilidade de financiamento, com taxas de juros reduzidas.
O CDC Crédito Universitário, que possui taxas de juros que variam de 0,5 a 1,25%, é destinado a estudantes de graduação e permite financiar a matrícula e até 100% do valor da semestralidade. Dentre as vantagens oferecidas pela linha, está o dobro do tempo para pagar cada semestre, ou seja, o financiamento pode ser pago em até 12 meses. Sempre que iniciar o próximo semestre do curso, o aluno pode solicitar um novo financiamento, que só começará a ser pago depois de quitar o empréstimo anterior. Desse modo, o pagamento das parcelas dos diferentes semestre não se acumulam.
Participaram da reunião em que foi formalizado o termo o presidente da Aspeur, Roberto Cardoso, o tesoureiro da entidade, Everton Luis Meinhart, e demais integrantes do Conselho de Administração, além do superintendente executivo Osvaldo Schmitt Junior e do reitor Cleber Prodanov. Do Banrisul, estiveram presentes Marivania Ghisleni Fontana, superintendente regional, Elizandra da Silva, gerente de Negócios Corporativos, e João Galvão Silveira, gerente adjunto da agência Novo Hamburgo.
Na opinião do presidente da Aspeur, a parceria com o Banrisul é muito importante, pois os alunos da Universidade Feevale vão ser diretamente beneficiados, inclusive em relação a taxas de juros e atendimento. “O banco vai colocar um posto avançado dentro da nossa instituição e irá prestar todos os esclarecimentos aos alunos. A grande vantagem vai ser a agilidade no processo de aprovação desses créditos”, afirmou Roberto Cardoso.
A superintendente regional do Banrisul disse que é uma satisfação estar ao lado da Feevale, uma universidade tão importante e com tanta representatividade na região. “Sabemos que educação faz toda a diferença no desenvolvimento e o Banrisul, na sua condição de banco público, tem um papel importante em relação a isso. Esse convênio é uma forma de participar do desenvolvimento, por meio do investimento em educação, que é um dos pilares importantes para qualquer região”, destacou Marivania Fontana.
Sobre o crédito
Para contratar o crédito universitário Banrisul é necessário que o estudante solicite a Declaração de Aptidão junto à Universidade Feevale e compareça em qualquer agência do Banrisul com a documentação necessária. A realização da operação está condicionada à apresentação de avalista que não possua restrições cadastrais e com capacidade de pagamento e estará sujeita a análise de crédito.
A Universidade Feevale também oferece outros financiamentos, como Pravaler, Sicredi e Credies. Mais informações podem ser obtidas em www.feevale.br/financiamento.
Foto: Solange Corrêa/Universidade Feevale

FUPF tem nova diretoria
Escolha da nova diretoria e posse dos novos membros do Conselho Diretor foram realizadas na segunda-feira, 8 de julho
A Fundação Universidade de Passo Fundo (FUPF) tem novos integrantes. A escolha da nova diretoria e a cerimônia de posse e diplomação dos novos conselheiros do Conselho Diretor ocorreram na segunda-feira, 8 de julho. A FUPF é mantenedora da Universidade de Passo Fundo (UPF), do Centro de Ensino Médio Integrado (Integrado UPF) e da UPF Idiomas.
O novo presidente do Conselho Diretor da FUPF (gestão 2019/2021) é o professor Me. Luiz Fernando Kramer Pereira Neto. Os professores Me. Dirceu Lima dos Santos (1º vice-presidente), Dr. Gerson Luís Trombetta (2º vice-presidente) e Dr. Ferdinando de Conto (secretário) também foram eleitos e tomaram posse para a nova diretoria do Conselho Diretor.
Pereira Neto é advogado e professor titular da Faculdade de Direito (FD) há 18 anos. Tem mestrado em Ciências Criminais e é doutorando em ciências jurídicas. Já foi membro do Conselho Diretor em anos anteriores e também do Conselho Universitário, entre outras experiências desenvolvidas na Faculdade de Direito. “Essas experiências dão uma segurança maior na gestão, porque a nossa Instituição tem muitos desafios e é gigantesca. Em relação à nossa gestão, pensamos em realizar um trabalho integrado, harmônico e baseado na transparência com as nossas mantidas, sendo um espaço de muito diálogo. Por um lado, temos o papel de fiscalizar, mas por outro, de impulsionar as nossas mantidas, fazendo com que elas possam render e se desenvolver, cumprindo sempre o seu papel”, destacou o novo presidente da FUPF.
A ex-presidente da FUPF, professora Me. Maristela Capacchi, ressaltou a trajetória, os desafios e as conquistas que marcaram a última gestão, bem como a importância do Conselho. “Destaco a riqueza e a diversidade do Conselho. É essa pluralidade de visões e opiniões que viabiliza as decisões. Deixamos marcas, mas também levamos muitas marcas”, declarou Maristela, que enfatizou algumas ações da gestão – como as celebrações dos 50 anos da FUPF e a criação da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) – e salientou diferentes conquistas das mantidas. Além disso, ela agradeceu a todos e desejou sucesso para a nova diretoria na condução da Instituição.
Novos conselheiros
Os quatro membros titulares e os quatro membros suplentes do Conselho Diretor, eleitos no dia 22 de maio de 2019, também tomaram posse e foram diplomados nessa segunda-feira. São eles: Me. Luiz Fernando Kramer Pereira Neto (titular) e Dra. Eliara Zavieruka Levinski (suplente); Dr. Ferdinando de Conto (titular) e Dr. Fernando Pilotto (suplente); José Basileu Caon Reolao (titular) e Dr. Adriano Pasqualotti (suplente); e Me. Maria Joana Chiodelli (titular) e Me. Maristela Capacchi (suplente). O mandato é para o período entre 8 de julho de 2019 até 10 de julho de 2023.
Também prestigiaram a cerimônia a reitora da UPF, professora Dra. Bernadete Maria Dalmolin (membro nato do Conselho Diretor), demais integrantes da Reitoria, diretores das mantidas, diretores de Unidades Acadêmicas e de campi, coordenadores de cursos, entre outros convidados.
Foto: Natália Fávero

Nova gestão da APP da Escola de Aplicação quer integrar as famílias ao processo de ensino
Presidente da entidade, Alexandra Baldauf, visitou o reitor Cleber Prodanov
Eleita há pouco mais de um mês, a nova presidente da Associação de Pais e Professores (APP) da Escola de Aplicação Feevale, Alexandra Follmann Baldauf, fez uma visita ao reitor da Universidade Feevale, Cleber Prodanov. Também participaram do encontro a pró-reitora de Ensino, Angelita Renck Gerhardt; a diretora da Escola, Janine Vieira; as coordenadoras pedagógicas Janaína Regra e Alessandra Niederauer; e o coordenador de Marketing da Instituição, Gabriel Daudt.
Segundo a presidente da APP, a atual gestão tem como meta aproximar as famílias da Escola, promovendo a integração das mesmas com o processo de ensino, com base na colaboração de todos e no compartilhamento de ideias. “Queremos agir em parceria (família e escola), desenvolvendo ações que sejam verdadeiramente capazes de melhorar o rendimento dos estudantes. Acreditamos que pais ativamente participativos geram melhores resultados na vida de seus filhos, pois estes se sentem amados e apoiados pelos seus responsáveis e, consequentemente, imprimem mais esforço e dedicação aos seus estudos, além de todas as questões psicoemocionais envolvidas no processo”, afirma.
Outra meta da APP, segundo Alexandra, é divulgar a metodologia e as potencialidades da Escola de Aplicação para a comunidade. Também integram a gestão da entidade: Cibele Cristina Pacheco (vice-presidente), Elisa Weidle de Araújo (1ª secretária), Daiane de Figueiredo Mattje (2ª secretária), Ana Cristina Zimmer dos Reis (1ª tesoureira) e Kátia Liane da Rosa (2ª tesoureira).
Na opinião do reitor, a Escola de Aplicação é muito importante, não somente para a Feevale, mas também para a sociedade. “A Escola tem autonomia, é dinâmica, e nela é possível integrar o que a Universidade tem trabalhado com as necessidades reais da vida dos estudantes e professores. Ao mesmo tempo em que se apoia quem está aprendendo e se formando professor, ocorre a transferência de tecnologia e conhecimento inovador para alunos da Escola, através da própria universidade”, destaca Prodanov, lembrando, ainda, a implantação, na Instituição, de metodologias e tecnologias da Finlândia, país referência em educação.
Foto: Solange Corrêa/Universidade Feevale

Cursos Livres promovem capacitação rápida e dinâmica
Participantes escolheram entre 12 opções de cursos para aprimorar conhecimento

Os cursos são atraentes, criativos, dinâmicos e com temas que interessam a esse grande público. “Provamos que o perfil do aluno que tem interesse em entrar na Universidade é de diferentes cidades, diferentes faixas etárias, diferentes vontades e intenções, então, conseguimos atrair esses alunos para a Universidade nessa primeira edição e pudemos ouvi-los para projetar o futuro, tanto da ação dos Cursos Livres quanto da própria UPF”, destacou.

Nessa primeira edição, ocorreram os cursos: Inovação na veia – Spotify, Uber e Airbnb e a produção do futuro; Direito, redes sociais e a política no Século XXI; Reforma psiquiátrica e saúde mental – afirmando o cuidado em liberdade em tempos de retrocessos; Vivências integrativas em saúde; Além da tela – ver e entender o cinema e séries de TV; Pensando por imagens – o cinema, a filosofia e a vida; Professores do futuro – interdisciplinaridade e didáticas para o século XXI; Emancipação feminina e mulheres do século XXI; Mundo nerd, ciências humanas e universo Marvel; Cultura maker e engenharia criativa; Alquimia de percepção – educação de paladar e alimentos funcionais; e A história da arquitetura através das séries Netflix.Conforme o professor Dourado, uma nova edição dos Cursos Livres em Passo Fundo deve ocorrer em dezembro ou em janeiro. “A ideia é que em Passo Fundo volte a acontecer em dezembro ou em janeiro. Nos campi, já estamos estudando uma modalidade em que possamos oferecer uma semana de Cursos Livres, com um professor diferente em cada noite, com uma pegada diferente para que possamos acessar o que a UPF tem a oferecer nos campi também”, finalizou.


Colóquio internacional discutirá “Formação humana e educação” na UPF
Evento ocorre nos dias 29 e 30 de agosto e reunirá palestrantes do Brasil, da Alemanha e da Argentina
O Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Passo Fundo (PPGEdu/UPF) promoverá o colóquio internacional “Formação humana (Bildung) e educação”. Participam palestrantes do Brasil, da Alemanha e da Argentina. O evento ocorrerá nos dias 29 e 30 de agosto, no auditório do PPGEdu, na Faculdade de Educação (Faed), Campus I. As inscrições deverão ser feitas na data e no local do Colóquio.
As conferências do dia 29 debaterão, às 14h, “Pedagogia formal e pedagogia social em mútua dependência”, tema abordado pelo professor Dr. Hans-Georg Flickinger (Universidade de Kassel – Alemanha), e, às 19h20min, “Justiça social, democracia e educação”, proferido pela professora Dra. Margarita Sgró (UNCPBA – Argentina).
Ainda no dia 29, acontecem lançamentos de algumas obras, com destaque para o livro “Formação humana (Bildung): despedida ou renascimento”, organizado pelos professores do PPGEdu Dr. Claudio A. Dalbosco e Dr. Eldon H. Mühl e pelo professor da Universidade de Kassel Dr. Hans-Georg Flickinger.
No dia 30, às 8h30min, o evento discutirá o tema “Ética e formação: um vínculo irrenunciável, proferido pela professora Dra. Nadja Hermann (UFRGS/ PUCRS – Brasil). Às 14h, o assunto será “Racionalidade sistêmica e formação humana”, abordado pelo professor Dr. Pedro Goergen (Unicamp/ Uniso – Brasil). À noite, haverá um jantar por adesão.
A coordenação do Colóquio é dos professores do PPGEdu Dr. Angelo V. Cenci, Dr. Claudio A. Dalbosco (coordenação geral), Dr. Eldon H. Mühl, Dr. Edison Casagranda, mestrandos e doutorandos do Núcleo de Pesquisas sobre Filosofia e Educação (Nupefe).
Informações pelo e-mail ppgedu@upf.br ou telefone (54) 3316-8295.


Robótica Educativa Livre desafia estudantes a criar e a inovar
Projeto de extensão da UPF atua em escolas da rede de educação pública e privada para elaboração, construção e programação de robôs
A conexão com a tecnologia é cada dia mais acelerada, inovações surgem com uma frequência cada vez maior e o conhecimento aliado à possibilidade de criar coisas novas se torna necessário. Diante dessa realidade, a Universidade de Passo Fundo (UPF) realiza, desde 2013, o projeto de extensão Robótica Educativa Livre, um espaço que conecta a Universidade às escolas da rede pública e privada de educação, promovendo uma olimpíada que desafia os estudantes a criar e a inovar, projetando a construção e a programação de robôs.

Esse foi o desafio que a então estudante da escola Marista Medianeira de Erechim, Maria Eduarda Bondezan Barandas, teve em 2016, quando participou da Olimpíada de Robótica Educativa Livre. Ela já tinha contato com a robótica na escola e pôde aprender coisas novas com a competição. O gosto pela área e a experiência positiva da olimpíada despertaram a vocação de Maria Eduarda, que, em 2018, ingressou no curso de Engenharia de Computação da UPF.
Como acadêmica, agora ela integra a equipe que atua no projeto de extensão como bolsista, e, assim como teve a oportunidade de aprender e vivenciar a olimpíada, agora participa da organização e ajuda outros estudantes a também participarem. Uma das experiências mais impactantes até o momento, para ela, foi o auxílio a um professor de uma escola de Carazinho que propôs ensinar robótica aos seus alunos e teve o suporte de Maria Eduarda e outros bolsistas. “São coisas básicas da robótica que conseguimos repassar e contribuir com o conhecimento”, avalia ela, que cita a importância da interação com a tecnologia. “No mundo em que vivemos hoje, é impossível não estar conectado”, reflete.

Olimpíada de Robótica
A Olimpíada de Robótica Educativa Livre, que está em sua 7ª edição, é um projeto de extensão que objetiva oportunizar o contato das escolas, tanto alunos quanto professores, com a Robótica Educativa, de forma prática. Através de quatro etapas realizadas ao longo do ano, cada uma das equipes se prepara para construir aparatos robóticos para atender aos requisitos colocados em cada uma das etapas. Coordenador das atividades, o professor Dr. Marco Trentin comenta que o projeto está vinculado aos programas de pós-graduação em Computação Aplicada e também ao de Ensino de Ciências e Matemática.
As atividades de robótica requerem que os estudantes construam artefatos, os aperfeiçoem e reflitam sobre o produto obtido, o que ainda é pouco explorado como meio de aprendizagem. “A competição tem quatro ou cinco etapas, com um grau crescente de dificuldade, para que os alunos gradativamente se apropriem de comportamentos, habilidades e competências desejáveis a integrantes de grupos de robótica”, informa Trentin. No projeto, todos os componentes eletrônicos – como motores, sensores, atuadores, baterias, cases, além da placa Arduino – são emprestados às equipes.

A intenção, segundo ele, é que, a partir da olimpíada, a escola comece a desenvolver e a intensificar atividades nessa área, isso porque é possível integrar a robótica com várias áreas do saber que são tradicionalmente trabalhadas em sala de aula. “A robótica assume o papel de uma ponte de ligação interdisciplinar visando à construção do conhecimento coletivo a partir da aplicação com a realidade, oportunizando a criação de soluções voltadas ao mundo real”, aponta o professor.
Da Universidade para a escola e da escola para o mundo
Projetos como o Robótica Educativa Livre despertam o interesse nos estudantes, conforme Trentin, além de propiciar benefícios como a aprendizagem e/ou a aplicabilidade de conceitos matemáticos e de ciências com maior profundidade. Segundo ele, a aprendizagem também se dá pela descoberta e pelo erro, pela diversão e interdisciplinaridade, pelo desenvolvimento da habilidade de trabalhar em equipe e da comunicação e pela socialização. Além disso, ela estimula competências com números e medidas, o desenvolvimento do pensamento lógico e da abstração, da imaginação, da criatividade e da independência. “A robótica, mesmo a educacional, faz com que os alunos aprendam conceitos básicos de programação de computadores, eletrônica e mecânica”, destaca o professor.

O projeto busca desmistificar que a robótica é complexa, fator que faz com que professores que ainda não a conhecem costumem mostrar resistência à ideia de trabalhar com ela. “Uma vez caindo essa barreira da resistência, acredita-se que os professores podem começar a realizar com maior frequência e diversidade o uso da robótica na escola, em situações diversas”, aponta Trentin, citando que a escola pode, e deve, envolver os alunos de hoje em habilidades esperadas dos futuros profissionais do século XXI, independente da carreira que venham a seguir. “A robótica pode ser um bom recurso a propiciar isso: desenvolver nos alunos habilidades de protagonismo, perseverança, pensamento crítico, criatividade, colaboração, gestão de tempo, gestão de projeto e curiosidade”, identifica.
Para ele, devido ao mundo globalizando, espera-se cada vez mais, de um profissional moderno em qualquer nível de atuação em uma empresa, um perfil que passe pela capacidade de poder acompanhar a evolução tecnológica, autonomia, autodesenvolvimento, criatividade, multifuncionalidade e rápida adaptação às mudanças.

Cursos livres: as novas tendências dentro do universo UPF
Instituição oferece opções de cursos rápidos sobre temas contemporâneos. Aulas da primeira edição dos Cursos Livres iniciaram nessa segunda-feira
A professora de Matemática Maria Estela de Almeida contou que fez sua inscrição no curso Cultura Maker e engenharia criativa em busca de atualização profissional. “Fiquei sabendo do curso por uma colega de trabalho. Achei maravilhosa essa oferta, algo diferente e importante porque precisamos estar atualizados”, disse.
– Inovação na veia: Spotify, Uber e Airbnb e a produção do futuro
– Direito, redes sociais e a política no Século XXI
– Reforma psiquiátrica e saúde mental: afirmando o cuidado em liberdade em tempos de retrocessos
– Vivências integrativas em saúde
– Além da tela: ver e entender o cinema e séries de TV
– Pensando por imagens: o cinema, a filosofia e a vida
– Professores do futuro: interdisciplinaridade e didáticas para o século XXI
– Emancipação feminina e mulheres do século XXI
– Mundo Nerd, Ciências Humanas e Universo Marvel
– Cultura Maker e engenharia criativa
– Alquimia de percepção: educação de paladar e alimentos funcionais
– A história da arquitetura através das séries Netflix

























