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Inscrições para curso de Medicina estão abertas até 23 de janeiro
Aulas na Universidade Feevale começam dia 21 de fevereiro
Estão abertas, até as 17h do dia 23 de janeiro, as inscrições para o curso de Medicina da Universidade Feevale. As aulas começam dia 21 de fevereiro, no Câmpus II (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo). As inscrições podem ser realizadas no site www.feevale.br/medicina, onde também é possível acessar o edital completo.
O ingresso se dará por meio de resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos anos de 2016, 2017 ou 2018. A Feevale adota o critério de Inclusão Regional, que tem por objetivo estimular o acesso dos estudantes que concluíram todo o Ensino Médio no entorno da Universidade. Essa política de ação inclusiva é feita por meio de um acréscimo de 2% na média final de classificação obtida pelo candidato que concluiu todos os anos do Ensino Médio nas seguintes cidades: Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Igrejinha, Ivoti, Lindolfo Collor, Morro Reuter, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Parobé, Portão, Presidente Lucena, Riozinho, Rolante, Santa Maria do Herval, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara e Três Coroas.
São oferecidas 60 vagas neste processo seletivo. Os estudantes selecionados participarão de atividades práticas desde o primeiro semestre de formação, com atendimento à comunidade na rede de atenção básica dos municípios de Novo Hamburgo, Campo Bom, Dois Irmãos, Ivoti e Sapiranga, nos hospitais conveniados (como, por exemplo, o Hospital Municipal de Novo Hamburgo, o Hospital Regina e o Hospital de Sapiranga) e no Centro Integrado de Especialidades em Saúde (CIES), localizado junto ao Câmpus II da Feevale.
Inscrições:
On-line: www.feevale.br/medicina
Publicação das inscrições homologadas: 28 de janeiro
Resultado do processo: até 1º de fevereiro
Início das aulas: 21 de fevereiro

Especialização em Análises Clínicas e Toxicológicas está com inscrições abertas na UPF

Reunião dia 23 de Novembro
Os representantes das 15 instituições que integram o Programa de Avaliação Institucional das Universidades Integrantes do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Paiung/Comung) estiveram reunidos na tarde do dia 23 de novembro, na Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).





Diretoria do Comung se reúne para avaliações e planejamentos
A Diretoria do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung) esteve reunida, no dia 30 de novembro, na sua sede, em Porto Alegre. O encontro teve a participação da presidente Carmen Lúcia de Lima Helfer (Reitora da Unisc); do 1º vice-presidente, Evaldo Antonio Kuiava (Reitor da UCS – participou via on-line); da 2ª vice-presidente, Maria Herzer Quintana (Reitora da Urcamp); do secretário Cleber Cristiano Prodanov (Reitor da Feevale); e da tesoureira Cátia Maria Nehring (Reitora da Unijuí).
Na oportunidade, foram tratados os seguintes temas: Planejamento Estratégico e Cronograma de Ações 2019, Avaliação do 6º Fórum de Gestão e Inovação do Comung e eventos paralelos, Parceria Comung-Seduc-Coredes, entre outros.
*Publicado por Josemar Santos

Reitores de Instituições Comunitárias de Educação Superior entregam ofício ao ministro Onyx Lorenzoni
Representantes instituições comunitárias de educação superior entregaram, ontem, ao Ministro Extraordinário da Transição, Onyx Lorenzoni, um ofício com considerações setoriais e sugestões. A missão foi integrada pela reitora da Urcamp, Lia Maria Herzer Quintana, diretora da Associação Brasileira das Instituições Comunitárias de Educação Superior (Abruc), e a reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer, presidente do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung). O representante da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), Adriano Rodrigues, participou como convidado da comitiva.
Enquanto segmentos da Educação Superior Comunitária, as entidades reúnem, em nível nacional e regional, 70 Faculdades, Centros Universitários e Universidades, perfazendo 1.200.000 de matrículas, aproximadamente, de um universo de oito milhões na educação superior, conforme Censo da Educação Superior do Inep 2017, articulando ações no âmbito da educação, saúde, assistência social, desenvolvimento regional, inovação, ciência e tecnologia.
Um dos pontos apresentados ao ministro, reeleito deputado federal, pelo Rio Grande do Sul, trata sobre a legislação que reconhece o sistema federal de Educação Superior pela articulação das Universidades Comunitárias, Particulares e Públicas. “Muitos processos no âmbito do Ministério da Educação (MEC), que perpassam a regulação e supervisão da Educação Superior, e no âmbito da Certificação Cebas/MEC (Entidades Beneficentes-Filantrópicas), sofrem com atrasos crônicos no seu fluxo e desconhecimento por boa parte dos Técnicos/MEC, da existência e do papel do perfil comunitário. A reitora da Urcamp destaca que a agenda serviu para apresentar o sistema comunitário e estreitar as relações com o novo governo. “Foi uma agenda política, com uma representação gaúcha, que nos conhece e conhece bem a situação das comunitárias”, explica. Lia Quintana revela, ainda, que convidou Onyx para a cerimônia de posse da nova gestão, agendada para o dia 7 de dezembro. “Saíamos com o indicativo de que podemos contar com o ministro. Sobre o convite, ele adiantou que deve indicar uma representação para acompanhar a cerimônia”, frisa. “O importante é que, quando chegamos, o ministro nos apresentou para o seu futuro chefe de gabinete, destacando a relevância e a qualidade do ensino das instituições comunitárias da nossa região”, revela.
Cursos de medicina
No documento entregue ao ministro, os reitores apresentaram uma demanda relacionada à criação de novos cursos de Medicina. “Estamos sob a vigência de uma moratória de cinco anos, em que a abertura de novos cursos de Medicina está suspensa. Isso cria limitadores intransponíveis e significativos, que impedem a formação de novos profissionais de Medicina”, observa o documento. Através do ofício, as instituições pedem ‘a suspensão dessa moratória e a reabertura imediata de propostas pelo sistema E-mec, com critérios eletivos de avaliação, capacidade instalada e trajetória no ensino da saúde’. “Outra possibilidade é a apresentação de edital específico para o segmento comunitário, dado sua finalidade não lucrativa. O modelo vigente privilegia fortemente o segmento com fins lucrativos, por adotar critérios financeiros e contábeis, desvalorizando os indicadores acadêmicos e de qualidade nos serviços”, sugere.
Hospitais
O ofício entregue a Onyx observa, também, que os Hospitais de Ensino realizam as mesmas atividades em nível de formação dos futuros profissionais da Medicina, que realizam os Hospitais Universitários, no entanto, o nível de fomento, apoio e oportunidades formativas é ampliada para o segundo conjunto. “Propomos, nesse âmbito, que tenhamos a equidade em nível de tratamento e oportunidades e sugerimos, igualmente, o acolhimento de um de nossos quadros para compor a estrutura do Ministério da Saúde, que contemple a atuação dos Hospitais de Ensino”, destaca, ao salientar que outro desafio ‘diz respeito a estratégias de (re)negociação das operações de créditos junto aos agentes financeiros para aprimorar a sustentabilidade dos Hospitais Beneficentes e Filantrópicos Universitários’.
Pesquisa e pós-graduação
Os reitores definem a Capes como ‘uma agência estratégica e importantíssima na trajetória da pesquisa e pós-graduação brasileira’, manifestando ‘especial preocupação com a vitalidade da mesma, em especial, para ampliar o seu papel nacional e internacional, na pós-graduação, em pleno relacionamento com as Universidades Comunitárias, Particulares e Públicas’. “Estamos desejosos em propor para a sua presidência um nome de nosso segmento comunitário, de altíssima qualificação, que mantenha o olhar atento e refinado nas produções das universidades brasileiras”, reforça o ofício.
Desenvolvimento regional
O documento assinado pelos reitores esclarece que, a experiência no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com os Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes), permitiu a realização de uma ampla articulação entre governos dos Estados, prefeituras, universidades e entidades representativas dos mais variados setores econômicos e segmentos da sociedade civil, ‘para diagnosticar, propor, executar e monitorar as vocações territoriais e, com isso, induzir positivamente o desenvolvimento humano e regional’. “Está em experiência, em nível nacional, um projeto semelhante sob a coordenação do MEC, em parceria com a Câmara dos Deputados e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Gostaríamos de contribuir com quadros qualificados nessa iniciativa, dado o acúmulo de metodologias e resultados já realizados pelo Comung”, pontua.
Capacidade
Os reitores destacaram, ainda, que a capacidade instalada das universidades ‘está em boa medida subutilizada, com disponibilidade para ocupação imediata de alunos em nível de graduação, com o custo-aluno bem acessível para a parceria com o governo federal, com possibilidade de efetivá-las por diferentes modalidades: bolsas, vouchers, programa estendido em nível de Prouni’.

“A literatura prepara para a vida”






Programa de Extensão da UCPel presta atendimento fisioterapêutico à comunidade
Os estudantes realizam atendimentos nas áreas de fisioterapia esportiva, saúde do trabalhador e Parkinson
Com intuito de levar à população um atendimento especializado em fisioterapia, surgiu o Programa de Extensão Atenção Fisioterapêutica na Comunidade. Fruto da união de projetos desenvolvidos no curso de Fisioterapia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), a atividade extensionista oferece serviços nas áreas esportiva, saúde do trabalhador e Parkinson.
Entre os três eixos de atuação, em 2018, o grupo atendeu cerca de 200 pessoas. De acordo com o coordenador do Programa, professor Flaviano Moreira da Silva, cada paciente ainda gera um impacto indireto em outras cinco pessoas. “Nosso impacto direto é a reabilitação do indivíduo e o indireto é em seus familiares e pessoas próximas”, explica.
Conforme o professor, o objetivo do Programa é atender nichos da população que não possuem acesso a uma fisioterapia especializada. No Brasil, atendimentos fisioterapêuticos são realizados, em sua maioria, nas vias particulares (clínicas e planos de saúde). “A fisioterapia é um nicho restrito, principalmente à população de baixa renda, e nós buscamos melhorar o acesso e dar suporte a essas pessoas”, conta.
O Programa é considerado o maior na área de Extensão da UCPel e conta, neste ano, com 29 bolsistas (entre remunerados e voluntários) divididos nos três projetos: Fisioterapia Esportiva, Saúde do Trabalhador e Grupo de Parkinson. “Esse ano foi muito bom e cada projeto teve suas vitórias que no final culminaram no sucesso do programa”, avalia o coordenador.
Para a formação acadêmica dos estudantes, participar do Programa de Extensão complementa, de forma prática, os conteúdos teóricos abordados em sala de aula. Os atendimentos proporcionam uma experiência de atuação real, supervisionada pelos professores. Segundo acredita o docente, é uma troca na qual a comunidade recebe um atendimento especializado de qualidade, precursor da Universidade.
Além disso, através da integração entre pesquisa e extensão, os estudantes têm a oportunidade de desenvolver trabalhos acadêmicos, oriundos dos atendimentos práticos. ”O grande sucesso do projeto é essa íntima relação que o aluno tem entre pesquisa, ensino e extensão, parceria vital da Universidade Católica e do nosso curso”, finaliza Flaviano.


Fisioterapia Esportiva
A linha da Fisioterapia Esportiva começou a ser desenvolvida em 2006, com a equipe de futsal da UCPel. Após sucesso dos resultados, novas instituições foram agregadas ao projeto. Atualmente, o grupo presta atendimento à equipe de remo do Centro Português, no projeto Remar para o Futuro; à equipe de taekwondo da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal de Pelotas (ESEF/UFPel) e ao time de futebol feminino do Esporte Clube Pelotas.
Em todos os projetos, o grupo da UCPel trabalha na reabilitação dos atletas na linha da fisioterapia esportiva – que busca reabilitação em um tempo mais rápido. Os atendimentos individualizados são prestados pelos estudantes na clínica do curso, localizada no Campus Dr. Franklin Olivé Leite. Além disso, os bolsistas visitam os locais de treino das equipes para realizar trabalhos preventivos.
De acordo com o professor Flaviano, responsável pelo grupo, as situações vivenciadas através do projeto são experiências que o currículo, muitas vezes, não consegue abranger. “São casos especializados e agregam bastante na formação dos alunos”, comenta. Ainda, os acadêmicos recebem capacitações de técnicas como ventosa, dry needling e liberação miosfascial. “Normalmente são técnicas buscadas após a faculdade e nós inserimos isso já no projeto”, conta.
Saúde do Trabalhador
Através da ideia de que as pessoas estão inseridas em um ambiente de trabalho, o grupo Saúde do Trabalhador busca aproximar o aluno da vivência prática do mundo do trabalho ao levar o atendimento fisioterapêutico aos trabalhadores do Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP), UCPel e musicistas do curso de música da UFPel. “Atuamos pensando em recursos rápidos na prevenção de lesões decorrentes das atividades de trabalho”, explica a professora responsável, Cleci Rodin Blois.
O objetivo pretendido pelo grupo é a resolutividade dos casos atendidos, assim como manter os indivíduos sadios em seu ambiente de trabalho. Os alunos desenvolvem atividades de fisioterapia aquática para os pacientes do Pronto Socorro do HUSFP; ginástica laboral aos servidores da UCPel em seus locais de trabalho; e elaboração de manual de prevenção para instrumentistas de violino e flauta transversal, do curso de Música.
Além disso, os bolsistas também participam da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) em conjunto com a Segurança do Trabalho da UCPel. Na ação, os alunos prestam atendimento e realizam uma Blitz do peso das mochilas e bolsas dos trabalhadores e verificam o índice de massa corporal. “Eles dão o retorno ao trabalhador e buscam a adesão dos pacientes para uma melhor qualidade de vida”, conclui a docente.
Grupo de Parkinson
Criado há 10 anos, o Grupo de Parkinson atendia através de parceria com a Associação Pelotense de Parkinsonianos (APP). Este ano, o projeto iniciou novas atividades, conforme conta a professora responsável, Estefânia Silveira di Primio, e incrementou a fisioterapia aquática para idosos e atendimentos individualizados.
Atualmente, os atendimentos estão divididos em três partes: grupo para pacientes com menos limitações físicas (fase inicial do Parkinson), fisioterapia aquática e atendimento individualizado para casos mais graves. “Dentro dos atendimentos individualizados passamos a abraçar aqueles casos em que anteriormente não conseguíamos encaixar no projeto”, explica.
Ao ampliar o atendimento para a comunidade de Pelotas, o projeto passou a receber novos casos e, além disso, pacientes do ambulatório do Campus Dr. Franklin Olivé Leite começaram a ser encaminhados para a fisioterapia. “Resolvemos modificar o projeto para aumentar o número de participantes”, diz. As atividades prestadas pelo grupo são voltadas à prevenção, promoção de saúde e reabilitação.

Agências de fomento e Unijuí abordam possibilidades de inovação para empresas da região Noroeste
A Agência de Inovação e Tecnologia (AGIT) da Unijuí é um dos setores responsáveis por fomentar a transformação dos resultados de pesquisa em produtos e serviços inovadores para empresas que buscam vantagem competitiva. Com este objetivo, foi realizado um encontro com a participação de gerentes e diretores de inovação de empresas de grande porte de toda a região de inserção da Unijuí. 
O evento, que aconteceu na tarde desta terça-feira, dia 27, contou com uma programação que iniciou pela apresentação da Lei do Bem, realizada por Carlos Alberto Ludwig. Posteriormente, João Florêncio da Silva (FINEP) e Alexandre Barros (BRDE) apresentaram oportunidades de financiamento para a inovação. Por fim, pesquisadores das áreas de Agronomia, Veterinária, Engenharias e Alimentos da Unijuí apresentaram projetos, inovações e a infraestrutura de pesquisa dessas áreas de conhecimento na Universidade.
As atividades foram desenvolvidas na Criatec, a Incubadora de Empresas Tecnológicas vinculada ao eixo de empreendedorismo da AGIT/ Unijuí, sendo um ambiente que tem atuado como catalisador de conhecimentos gerados na Universidade, oferecendo suporte às iniciativas empreendedoras e oferecendo serviços diferenciados para empresas que estão iniciando seus negócios.

FAQ do Vestibular de Verão da Unicruz
Horários, previsão do tempo, itens necessários: confira dicas para fazer bonito no dia da prova
O Vestibular de Verão acontece no próximo domingo (02), e apesar de ser mais uma edição organizada pela Unicruz, o processo seletivo será o primeiro de muitos candidatos. É comum que novatos tenham diversas dúvidas, desde o acesso ao Campus Universitário até os materiais que eles devem portar no dia da prova. A Unicruz preparou um guia – o popular FAQ – com as questões mais perguntadas em edições anteriores.
- A prova inicia às 16h, e a recomendação é que os candidatos cheguem no Campus Universitário com 30 minutos de antecedência. Os horários e itinerários de ônibus que farão a linha Centro-Campus serão publicados no final da semana emwww.unicruz.edu.br.
- Esteja munido de caneta esferográfica de tinta preta ou azul, documento original com foto e comprovante de inscrição no Vestibular. Bônus: garrafas com água e lanches leves, como barra de cereal e frutas, são bem-vindos.
- Não sabe onde será sua prova? Fique tranquilo! Nossos profissionais estarão circulando pelo Campus para orientar os candidatos.
- Convide amigos e familiares para te acompanhar no domingo. O Centro de Convivência, a Biblioteca e outros espaços estarão esperando a todos. As áreas naturais do Campus são bastante convidativas para uma roda de chimarrão.
- De olho no clima: até o momento, a previsão do tempo indica céu parcialmente nublado e temperatura de 22º C. Opte por vestir roupas confortáveis e condizentes com as condições climáticas do dia.
- Quem optou por aproveitar a nota da redação do Enem não precisa comparecer no Vestibular.
• Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail vestibular@unicruz.edu.br.

Assistência Judiciária da UCPel atende quase mil casos em 2018
Do total de atendimentos, 247 foram judicializados. Pensões alimentícias e ações de inventário lideram as ações
O Serviço de Assistência Judiciária da Universidade Católica de Pelotas (SAJ/UCPel) encerra 2018 com quase mil atendimentos prestados por acadêmicos do curso de Direito. Voltado para a comunidade baixa renda, o projeto de extensão facilita o acesso à justiça e ainda promove a atuação acadêmica.
Além de proporcionar experiência aos estudantes, o SAJ é para muitas comunidades a alternativa de acesso à informação sobre direitos. E para facilitar o contato, uma outra iniciativa, denominada “Direito na Rua”, percorre os bairros mais distantes de Pelotas uma vez por mês, aos sábados, explica a professora, Ana Paula Dittgen. “Nós vamos nesses lugares para atender a população carente que não tem acesso ao SAJ e, muitas vezes, não tem como sair do seu bairro para buscar auxílio”, comenta.
Em 2018, 971 casos passaram pelo projeto e, desses, 247 foram ajuizados. Entre os processos ativos, as ações de pensão alimentícia lideram com 226 casos, entre situações de execução, exoneração ou revisão de pensões. Ações de inventário também aparecem com um número expressivo, com 62 casos.
O SAJ é um dos locais de atuação de estudantes dos estágios três e quatro e, obrigatoriamente, para matriculados no nono e 10º semestres. Entretanto, projetos como o Direito na Rua e o Pacientes Jurídicos proporcionam aos alunos no início do curso o contato com a realidade das comunidades. “No Pacientes Jurídicos, uma turma do SAJ vai para dentro de um posto de saúde da cidade. Além de alunos do nono e décimo semestre, existe a possibilidade de alunos desde o primeiro semestre participarem”, comenta a docente.
Além da importância acadêmica ao proporcionar a prática do exercício da advocacia, participar do SAJ contribui ainda para a formação humanística dos alunos, pontua Ana Paula. “Os alunos entram em contato com outras realidades, que garante uma formação completa e diferenciada para os estudantes”, avalia.
O Serviço de Assistência Judiciária funcionará em expediente interno até o dia 15 de Dezembro, não recebendo novas triagens. A partir da segunda quinzena de Fevereiro, o SAJ volta às suas atividades normalmente.