Feevale

Inscrições para curso de Medicina estão abertas até 23 de janeiro

Aulas na Universidade Feevale começam dia 21 de fevereiro

Estão abertas, até as 17h do dia 23 de janeiro, as inscrições para o curso de Medicina da Universidade Feevale. As aulas começam dia 21 de fevereiro, no Câmpus II (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo). As inscrições podem ser realizadas no  site www.feevale.br/medicina, onde também é possível acessar o edital completo.

O ingresso se dará por meio de resultados obtidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos anos de 2016, 2017 ou 2018. A Feevale adota o critério de Inclusão Regional, que tem por objetivo estimular o acesso dos estudantes que concluíram todo o Ensino Médio no entorno da Universidade. Essa política de ação inclusiva é feita por meio de um acréscimo de 2% na média final de classificação obtida pelo candidato que concluiu todos os anos do Ensino Médio nas seguintes cidades: Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Igrejinha, Ivoti, Lindolfo Collor, Morro Reuter, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Parobé, Portão, Presidente Lucena, Riozinho, Rolante, Santa Maria do Herval, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara e Três Coroas.

São oferecidas 60 vagas neste processo seletivo. Os estudantes selecionados participarão de atividades práticas desde o primeiro semestre de formação, com atendimento à comunidade na rede de atenção básica dos municípios de Novo Hamburgo, Campo Bom, Dois Irmãos, Ivoti e Sapiranga, nos hospitais conveniados (como, por exemplo, o Hospital Municipal de Novo Hamburgo, o Hospital Regina e o Hospital de Sapiranga) e no Centro Integrado de Especialidades em Saúde (CIES), localizado junto ao Câmpus II da Feevale.

Inscrições:

On-line: www.feevale.br/medicina

Publicação das inscrições homologadas: 28 de janeiro

Resultado do processo: até 1º de fevereiro

Início das aulas: 21 de fevereiro

especialização em análises clínicas UPF

Especialização em Análises Clínicas e Toxicológicas está com inscrições abertas na UPF

Curso é voltado para profissionais que atuam em laboratórios de análises clínicas e toxicológicas, graduados em Farmácia, Medicina, Biologia e Biomedicina
O amplo mercado de atuação de farmacêuticos e biomédicos na região e a necessidade de aperfeiçoamento profissional em virtude de novas técnicas e equipamentos de diagnóstico laboratorial motivou a realização de uma nova edição do curso de especialização em Análises Clínicas e Toxicológicas do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Passo Fundo (ICB/UPF). A formação está com inscrições abertas e os interessados podem inscrever-se aqui (https://secure.upf.br/apps/posgraduacao/posMobile/index.php), ou pelo site upf.br/ensino.
O diagnóstico clínico das mais diversas doenças passa por alterações bioquímicas que afetam o metabolismo de forma variável de acordo com a gravidade e a extensão da patologia. Além disso, o diagnóstico laboratorial permite a identificação de alterações sutis do organismo, promovendo uma identificação precisa e precoce de diversas doenças. O curso de especialização capacita profissionais para a realização de exames laboratoriais com mais acurácia e excelência, de modo a dominar as inovações tecnológicas advindas da automação e da informatização que as análises clínicas exigem.
Inscrições
A especialização em Análises Clínicas e Toxicológicas, que está em sua quarta edição, é voltada para profissionais que atuam em laboratórios de análises clínicas e toxicológicas, graduados em Farmácia, Medicina, Biologia ou Biomedicina, e é aberta aos interessados no tema.
As inscrições seguem abertas até 17 de março de 2019. A seleção será no dia 18 de março e a divulgação dos selecionados, no dia 19 de março. O período de matrícula vai de 1º a 8 de abril de 2019 e as aulas iniciam no dia 12 de abril. As aulas ocorrem em regime quinzenal, às sextas-feiras à noite e aos sábados, pela manhã e à tarde, e o período de duração é de 18 meses.
Informações
A coordenação do curso de pós-graduação é do professor Dr. Luciano de Oliveira Siqueira. Inscrições aqui (https://secure.upf.br/apps/posgraduacao/posMobile/index.php). Mais informações no site upf.br/ensino. Dúvidas podem ser esclarecidas em contato pelo e-mail icbpos@upf.br ou pelo telefone (54) 3316-8494.
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Reunião dia 23 de Novembro

Os representantes das 15 instituições que integram o Programa de Avaliação Institucional das Universidades Integrantes do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Paiung/Comung) estiveram reunidos na tarde do dia 23 de novembro, na Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

 

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Diretoria do Comung se reúne para avaliações e planejamentos

A Diretoria do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas  (Comung) esteve reunida, no dia 30 de novembro, na sua sede, em Porto Alegre. O encontro teve a participação da presidente Carmen Lúcia de Lima Helfer (Reitora da Unisc); do 1º vice-presidente, Evaldo Antonio Kuiava (Reitor da UCS – participou via on-line); da  2ª vice-presidente, Maria Herzer Quintana (Reitora da Urcamp); do secretário Cleber Cristiano Prodanov (Reitor da Feevale); e da tesoureira Cátia Maria Nehring (Reitora da Unijuí).

Na oportunidade, foram tratados os seguintes temas:  Planejamento Estratégico e Cronograma de Ações 2019, Avaliação do 6º Fórum de Gestão e Inovação do Comung e eventos paralelos, Parceria Comung-Seduc-Coredes, entre outros.

*Publicado por Josemar Santos

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Reitores de Instituições Comunitárias de Educação Superior entregam ofício ao ministro Onyx Lorenzoni

Representantes instituições comunitárias de educação superior entregaram, ontem, ao Ministro Extraordinário da Transição, Onyx Lorenzoni, um ofício com considerações setoriais e sugestões. A missão foi integrada pela reitora da Urcamp, Lia Maria Herzer Quintana, diretora da Associação Brasileira das Instituições Comunitárias de Educação Superior (Abruc), e a reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer, presidente do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung). O representante da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), Adriano Rodrigues, participou como convidado da comitiva.

Enquanto segmentos da Educação Superior Comunitária, as entidades reúnem, em nível nacional e regional, 70 Faculdades, Centros Universitários e Universidades, perfazendo 1.200.000 de matrículas, aproximadamente, de um universo de oito milhões na educação superior, conforme Censo da Educação Superior do Inep 2017, articulando ações no âmbito da educação, saúde, assistência social, desenvolvimento regional, inovação, ciência e tecnologia.

Um dos pontos apresentados ao ministro, reeleito deputado federal, pelo Rio Grande do Sul, trata sobre a legislação que reconhece o sistema federal de Educação Superior pela articulação das Universidades Comunitárias, Particulares e Públicas. “Muitos processos no âmbito do Ministério da Educação (MEC), que perpassam a regulação e supervisão da Educação Superior, e no âmbito da Certificação Cebas/MEC (Entidades Beneficentes-Filantrópicas), sofrem com atrasos crônicos no seu fluxo e desconhecimento por boa parte dos Técnicos/MEC, da existência e do papel do perfil comunitário. A reitora da Urcamp destaca que a agenda serviu para apresentar o sistema comunitário e estreitar as relações com o novo governo. “Foi uma agenda política, com uma representação gaúcha, que nos conhece e conhece bem a situação das comunitárias”, explica. Lia Quintana revela, ainda, que convidou Onyx para a cerimônia de posse da nova gestão, agendada para o dia 7 de dezembro. “Saíamos com o indicativo de que podemos contar com o ministro. Sobre o convite, ele adiantou que deve indicar uma representação para acompanhar a cerimônia”, frisa. “O importante é que, quando chegamos, o ministro nos apresentou para o seu futuro chefe de gabinete, destacando a relevância e a qualidade do ensino das instituições comunitárias da nossa região”, revela.

Cursos de medicina
No documento entregue ao ministro, os reitores apresentaram uma demanda relacionada à criação de novos cursos de Medicina. “Estamos sob a vigência de uma moratória de cinco anos, em que a abertura de novos cursos de Medicina está suspensa. Isso cria limitadores intransponíveis e significativos, que impedem a formação de novos profissionais de Medicina”, observa o documento. Através do ofício, as instituições pedem ‘a suspensão dessa moratória e a reabertura imediata de propostas pelo sistema E-mec, com critérios eletivos de avaliação, capacidade instalada e trajetória no ensino da saúde’. “Outra possibilidade é a apresentação de edital específico para o segmento comunitário, dado sua finalidade não lucrativa. O modelo vigente privilegia fortemente o segmento com fins lucrativos, por adotar critérios financeiros e contábeis, desvalorizando os indicadores acadêmicos e de qualidade nos serviços”, sugere.

Hospitais
O ofício entregue a Onyx observa, também, que os Hospitais de Ensino realizam as mesmas atividades em nível de formação dos futuros profissionais da Medicina, que realizam os Hospitais Universitários, no entanto, o nível de fomento, apoio e oportunidades formativas é ampliada para o segundo conjunto. “Propomos, nesse âmbito, que tenhamos a equidade em nível de tratamento e oportunidades e sugerimos, igualmente, o acolhimento de um de nossos quadros para compor a estrutura do Ministério da Saúde, que contemple a atuação dos Hospitais de Ensino”, destaca, ao salientar que outro desafio ‘diz respeito a estratégias de (re)negociação das operações de créditos junto aos agentes financeiros para aprimorar a sustentabilidade dos Hospitais Beneficentes e Filantrópicos Universitários’.

Pesquisa e pós-graduação
Os reitores definem a Capes como ‘uma agência estratégica e importantíssima na trajetória da pesquisa e pós-graduação brasileira’, manifestando ‘especial preocupação com a vitalidade da mesma, em especial, para ampliar o seu papel nacional e internacional, na pós-graduação, em pleno relacionamento com as Universidades Comunitárias, Particulares e Públicas’. “Estamos desejosos em propor para a sua presidência um nome de nosso segmento comunitário, de altíssima qualificação, que mantenha o olhar atento e refinado nas produções das universidades brasileiras”, reforça o ofício.

Desenvolvimento regional
O documento assinado pelos reitores esclarece que, a experiência no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com os Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes), permitiu a realização de uma ampla articulação entre governos dos Estados, prefeituras, universidades e entidades representativas dos mais variados setores econômicos e segmentos da sociedade civil, ‘para diagnosticar, propor, executar e monitorar as vocações territoriais e, com isso, induzir positivamente o desenvolvimento humano e regional’. “Está em experiência, em nível nacional, um projeto semelhante sob a coordenação do MEC, em parceria com a Câmara dos Deputados e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Gostaríamos de contribuir com quadros qualificados nessa iniciativa, dado o acúmulo de metodologias e resultados já realizados pelo Comung”, pontua.

Capacidade
Os reitores destacaram, ainda, que a capacidade instalada das universidades ‘está em boa medida subutilizada, com disponibilidade para ocupação imediata de alunos em nível de graduação, com o custo-aluno bem acessível para a parceria com o governo federal, com possibilidade de efetivá-las por diferentes modalidades: bolsas, vouchers, programa estendido em nível de Prouni’.

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“A literatura prepara para a vida”

Escritoras Helena Gomes e Simone Pedersen conversaram com mais de 800 estudantes de Lagoa Vermelha, nesta quinta-feira, 29 de novembro. Próximo Encontro ocorre nesta sexta-feira, em Marau
O município de Lagoa Vermelha sediou, nesta quinta-feira, 29 de novembro, o Encontro com Escritores das Jornadas Literárias. Os estudantes do município conversaram com as escritoras Helena Gomes e Simone Pedersen, na Universidade de Passo Fundo (UPF), Campus Lagoa Vermelha. Mais de 800 crianças da educação infantil e do ensino fundamental participaram da atividade. Marau recebe as autoras no dia 30 de novembro, às 8h30min e às 13h30min, na Casa da Cultura.
A autora Helena Gomes conversou com os estudantes do 5º ao 9º ano. Ela é jornalista, revisora e escritora com quase 50 livros publicados para o público infantil, juvenil, EJA e jovem leitor. A escritora ressaltou a importância dessas ações promovidas pelas Jornadas Literárias. “É um trabalho de extrema importância ainda mais em um país que tem extrema dificuldade para interpretar texto, que não tem hábito de leitura e que nem sempre encontra em casa o exemplo de pais ou familiares que leem. A literatura faz com que o aluno compreenda a realidade dele, contribui para ele respeitar as diferenças. A literatura te prepara para a vida”, destacou Helena.
Os trabalhos que as crianças realizaram a partir da leitura das obras das autoras foram expostos nos corredores do prédio do Campus. Simone Pedersen, que esteve com os alunos do 1º ao 4º ano, ficou impressionada com a beleza e carinho das crianças. “Esses trabalhos estão lindíssimos. Esse encontro com os leitores é um aquece coração. Você é tomado por uma onda de carinho e afeto que te leva para outro lugar. É uma experiência que marca a vida toda. Esse carinho das crianças alimenta o escritor quando passa pelos processos mais difíceis de editoração. São essas lembranças que te movem”, comentou Simone, que publicou 43 livros entre romance, contos, crônicas, poemas e literatura infanto-juvenil.
Fotos: Natália Fávero
Encontro com a literatura
Para participar do projeto, os estudantes leram as obras das autoras durante o semestre. Mas essas crianças contaram com o incentivo dos professores. “Leitura é sempre importante e é através dela que os horizontes vão se ampliando. As crianças precisam criar esse hábito. Esse trabalho com os escritores aproxima os alunos da realidade deles e do contexto do livro. Ficam ansiosos para conhecer os escritores. Em uma das obras, eles ficaram encantados com o lobo, que não é mau como na história tradicional da Chapeuzinho Vermelho”, revelou a professora Loraci de Fátima de Souza, professora do 3º ano da Escola João Protásio da Luz.
A obra que a professora se referiu é “O Lobo Vermelho e a Chapeuzinho”, da escritora Simone Pedersen. Essa obra é uma recriação da história clássica do lobo e da chapeuzinho, mas nesta história o lobo é bonzinho. E foi isso que chamou a atenção da estudante Nicole de Mattos, de 9 anos. “Nesta história o lobo só queria comer as frutas, não queria fazer mal para a vovozinha. Ele é bem bonzinho. Gostei muito dessa parte”, pontuou a aluna.
Uma Jornada em movimento
O Encontro com Autores faz parte do projeto Jornada em Movimento, que ocorre nos anos em que não há edição da Jornada Nacional de Literatura. Essa atividade consiste em um momento em que os leitores encontram os escritores das obras lidas durante o semestre. Esse trabalho foi destacado pela secretária de Educação de Lagoa Vermelha, Aline Teles Fasoli. “A partir do momento que conseguimos fazer com que o aluno leia o livro e depois tenha esse contato com o autor, que geralmente é tão distante dos nossos alunos, é sensacional. Nesta vivência, eles podem tirar dúvidas sobre os personagens, mostrar os trabalhos que fizeram na escola e essa prática é incentivada nas escolas”, ressaltou a secretária.
Mais informações em www.upf.br/16jornada, no link Jornada em Movimento, Encontro com Escritores.
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Programa de Extensão da UCPel presta atendimento fisioterapêutico à comunidade

Os estudantes realizam atendimentos nas áreas de fisioterapia esportiva, saúde do trabalhador e Parkinson

Com intuito de levar à população um atendimento especializado em fisioterapia, surgiu o Programa de Extensão Atenção Fisioterapêutica na Comunidade. Fruto da união de projetos desenvolvidos no curso de Fisioterapia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), a atividade extensionista oferece serviços nas áreas esportiva, saúde do trabalhador e Parkinson.

Entre os três eixos de atuação, em 2018, o grupo atendeu cerca de 200 pessoas. De acordo com o coordenador do Programa, professor Flaviano Moreira da Silva, cada paciente ainda gera um impacto indireto em outras cinco pessoas. “Nosso impacto direto é a reabilitação do indivíduo e o indireto é em seus familiares e pessoas próximas”, explica.

Conforme o professor, o objetivo do Programa é atender nichos da população que não possuem acesso a uma fisioterapia especializada. No Brasil, atendimentos fisioterapêuticos são realizados, em sua maioria, nas vias particulares (clínicas e planos de saúde). “A fisioterapia é um nicho restrito, principalmente à população de baixa renda, e nós buscamos melhorar o acesso e dar suporte a essas pessoas”, conta.

O Programa é considerado o maior na área de Extensão da UCPel e conta, neste ano, com 29 bolsistas (entre remunerados e voluntários) divididos nos três projetos: Fisioterapia Esportiva, Saúde do Trabalhador e Grupo de Parkinson. “Esse ano foi muito bom e cada projeto teve suas vitórias que no final culminaram no sucesso do programa”, avalia o coordenador.

Para a formação acadêmica dos estudantes, participar do Programa de Extensão complementa, de forma prática, os conteúdos teóricos abordados em sala de aula. Os atendimentos proporcionam uma experiência de atuação real, supervisionada pelos professores. Segundo acredita o docente, é uma troca na qual a comunidade recebe um atendimento especializado de qualidade, precursor da Universidade.

Além disso, através da integração entre pesquisa e extensão, os estudantes têm a oportunidade de desenvolver trabalhos acadêmicos, oriundos dos atendimentos práticos. ”O grande sucesso do projeto é essa íntima relação que o aluno tem entre pesquisa, ensino e extensão, parceria vital da Universidade Católica e do nosso curso”, finaliza Flaviano.

Fisioterapia Esportiva

A linha da Fisioterapia Esportiva começou a ser desenvolvida em 2006, com a equipe de futsal da UCPel. Após sucesso dos resultados, novas instituições foram agregadas ao projeto. Atualmente, o grupo presta atendimento à equipe de remo do Centro Português, no projeto Remar para o Futuro; à equipe de taekwondo da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal de Pelotas (ESEF/UFPel) e ao time de futebol feminino do Esporte Clube Pelotas.

Em todos os projetos, o grupo da UCPel trabalha na reabilitação dos atletas na linha da fisioterapia esportiva – que busca reabilitação em um tempo mais rápido. Os atendimentos individualizados são prestados pelos estudantes na clínica do curso, localizada no Campus Dr. Franklin Olivé Leite. Além disso, os bolsistas visitam os locais de treino das equipes para realizar trabalhos preventivos.

De acordo com o professor Flaviano, responsável pelo grupo, as situações vivenciadas através do projeto são experiências que o currículo, muitas vezes, não consegue abranger. “São casos especializados e agregam bastante na formação dos alunos”, comenta. Ainda, os acadêmicos recebem capacitações de técnicas como ventosa, dry needling e liberação miosfascial. “Normalmente são técnicas buscadas após a faculdade e nós inserimos isso já no projeto”, conta.

Saúde do Trabalhador

Através da ideia de que as pessoas estão inseridas em um ambiente de trabalho, o grupo Saúde do Trabalhador busca aproximar o aluno da vivência prática do mundo do trabalho ao levar o atendimento fisioterapêutico aos trabalhadores do Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP), UCPel e musicistas do curso de música da UFPel. “Atuamos pensando em recursos rápidos na prevenção de lesões decorrentes das atividades de trabalho”, explica a professora responsável, Cleci Rodin Blois.

O objetivo pretendido pelo grupo é a resolutividade dos casos atendidos, assim como manter os indivíduos sadios em seu ambiente de trabalho. Os alunos desenvolvem atividades de fisioterapia aquática para os pacientes do Pronto Socorro do HUSFP; ginástica laboral aos servidores da UCPel em seus locais de trabalho; e elaboração de manual de prevenção para instrumentistas de violino e flauta transversal, do curso de Música.

Além disso, os bolsistas também participam da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) em conjunto com a Segurança do Trabalho da UCPel. Na ação, os alunos prestam atendimento e realizam uma Blitz do peso das mochilas e bolsas dos trabalhadores e verificam o índice de massa corporal. “Eles dão o retorno ao trabalhador e buscam a adesão dos pacientes para uma melhor qualidade de vida”, conclui a docente.

Grupo de Parkinson

Criado há 10 anos, o Grupo de Parkinson atendia através de parceria com a Associação Pelotense de Parkinsonianos (APP). Este ano, o projeto iniciou novas atividades, conforme conta a professora responsável, Estefânia Silveira di Primio, e incrementou a fisioterapia aquática para idosos e atendimentos individualizados.

Atualmente, os atendimentos estão divididos em três partes: grupo para pacientes com menos limitações físicas (fase inicial do Parkinson), fisioterapia aquática e atendimento individualizado para casos mais graves. “Dentro dos atendimentos individualizados passamos a abraçar aqueles casos em que anteriormente não conseguíamos encaixar no projeto”, explica.

Ao ampliar o atendimento para a comunidade de Pelotas, o projeto passou a receber novos casos e, além disso, pacientes do ambulatório do Campus Dr. Franklin Olivé Leite começaram a ser encaminhados para a fisioterapia. “Resolvemos modificar o projeto para aumentar o número de participantes”, diz. As atividades prestadas pelo grupo são voltadas à prevenção, promoção de saúde e reabilitação.

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Agências de fomento e Unijuí abordam possibilidades de inovação para empresas da região Noroeste

A Agência de Inovação e Tecnologia  (AGIT) da Unijuí é um dos setores responsáveis por fomentar a transformação dos resultados de pesquisa em produtos e serviços inovadores para empresas que buscam vantagem competitiva. Com este objetivo, foi realizado um encontro com a participação de gerentes e diretores de inovação de empresas de grande porte de toda a região de inserção da Unijuí.  

O evento, que aconteceu na tarde desta terça-feira, dia 27, contou com uma programação que iniciou pela apresentação da Lei do Bem, realizada por Carlos Alberto Ludwig. Posteriormente, João Florêncio da Silva (FINEP) e Alexandre Barros (BRDE) apresentaram oportunidades de financiamento para a inovação. Por fim, pesquisadores das áreas de Agronomia, Veterinária, Engenharias e Alimentos da Unijuí apresentaram projetos, inovações e a infraestrutura de pesquisa dessas áreas de conhecimento na Universidade.

As atividades foram desenvolvidas na Criatec, a Incubadora de Empresas Tecnológicas vinculada ao eixo de empreendedorismo da AGIT/ Unijuí, sendo um ambiente que tem atuado como catalisador de conhecimentos gerados na Universidade, oferecendo suporte às iniciativas empreendedoras e oferecendo serviços diferenciados para empresas que estão iniciando seus negócios.

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FAQ do Vestibular de Verão da Unicruz

Horários, previsão do tempo, itens necessários: confira dicas para fazer bonito no dia da prova

O Vestibular de Verão acontece no próximo domingo (02), e apesar de ser mais uma edição organizada pela Unicruz, o processo seletivo será o primeiro de muitos candidatos. É comum que novatos tenham diversas dúvidas, desde o acesso ao Campus Universitário até os materiais que eles devem portar no dia da prova. A Unicruz preparou um guia – o popular FAQ – com as questões mais perguntadas em edições anteriores.

  • A prova inicia às 16h, e a recomendação é que os candidatos cheguem no Campus Universitário com 30 minutos de antecedência. Os horários e itinerários de ônibus que farão a linha Centro-Campus serão publicados no final da semana emwww.unicruz.edu.br.
  • Esteja munido de caneta esferográfica de tinta preta ou azul, documento original com foto e comprovante de inscrição no Vestibular. Bônus: garrafas com água e lanches leves, como barra de cereal e frutas, são bem-vindos.
  • Não sabe onde será sua prova? Fique tranquilo! Nossos profissionais estarão circulando pelo Campus para orientar os candidatos.
  • Convide amigos e familiares para te acompanhar no domingo. O Centro de Convivência, a Biblioteca e outros espaços estarão esperando a todos. As áreas naturais do Campus são bastante convidativas para uma roda de chimarrão.
  • De olho no clima: até o momento, a previsão do tempo indica céu parcialmente nublado e temperatura de 22º C. Opte por vestir roupas confortáveis e condizentes com as condições climáticas do dia.
  • Quem optou por aproveitar a nota da redação do Enem não precisa comparecer no Vestibular.

• Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail vestibular@unicruz.edu.br.    

direito na rua 102

Assistência Judiciária da UCPel atende quase mil casos em 2018

Do total de atendimentos, 247 foram judicializados. Pensões alimentícias e ações de inventário lideram as ações

O Serviço de Assistência Judiciária da Universidade Católica de Pelotas (SAJ/UCPel) encerra 2018 com quase mil atendimentos prestados por acadêmicos do curso de Direito. Voltado para a comunidade baixa renda, o projeto de extensão facilita o acesso à justiça e ainda promove a atuação acadêmica.   

Além de proporcionar experiência aos estudantes, o SAJ é para muitas comunidades a alternativa de acesso à informação sobre direitos. E para facilitar o contato, uma outra iniciativa, denominada “Direito na Rua”, percorre os bairros mais distantes de Pelotas uma vez por mês, aos sábados, explica a professora, Ana Paula Dittgen. “Nós vamos nesses lugares para atender a população carente que não tem acesso ao SAJ e, muitas vezes, não tem como sair do seu bairro para buscar auxílio”, comenta.

Em 2018, 971 casos passaram pelo projeto e, desses, 247 foram ajuizados. Entre os processos ativos, as ações de pensão alimentícia lideram com 226 casos, entre situações de execução, exoneração ou revisão de pensões. Ações de inventário também aparecem com um número expressivo, com 62 casos.

O SAJ é um dos locais de atuação de estudantes dos estágios três e quatro e, obrigatoriamente, para matriculados no nono e 10º semestres. Entretanto, projetos como o Direito na Rua e o Pacientes Jurídicos proporcionam aos alunos no início do curso o contato com a realidade das comunidades. “No Pacientes Jurídicos, uma turma do SAJ vai para dentro de um posto de saúde da cidade. Além de alunos do nono e décimo semestre, existe a possibilidade de alunos desde o primeiro semestre participarem”, comenta a docente.

Além da importância acadêmica ao proporcionar a prática do exercício da advocacia, participar do SAJ contribui ainda para a formação humanística dos alunos, pontua Ana Paula. “Os alunos entram em contato com outras realidades, que garante uma formação completa e diferenciada para os estudantes”, avalia.

O Serviço de Assistência Judiciária funcionará em expediente interno até o dia 15 de Dezembro, não recebendo novas triagens. A partir da segunda quinzena de Fevereiro, o SAJ volta às suas atividades normalmente.