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NexPP/UPF é ouro em dois trabalhos no 12º Prêmio Universitário de Publicidade e Propaganda
Núcleo Experimental de Publicidade e Propaganda da UPF teve trabalhos reconhecidos nas categorias agência experimental peça avulsa e campanha. Premiação foi entregue nessa quinta-feira, 22
As grandes produções do Núcleo Experimental de Publicidade e Propaganda (NexPP) da Universidade de Passo Fundo (UPF) foram reconhecidas pelo 12º Prêmio Universitário de Publicidade e Propaganda da Universidade Franciscana. O Núcleo, vinculado à Faculdade de Artes e Comunicação (FAC), concorreu com cinco trabalhos e foi reconhecido em dois com a categoria ouro. A cerimônia de premiação ocorreu na noite de quinta-feira, 22 de novembro, com a participação de mais de 80 estudantes de Publicidade. Ao todo, o concurso foi dividido em 12 modalidades, nas categorias Fotografia, Design Gráfico, Audiovisual, Áudio, Campanha, Agência Experimental e Projeto de Empreendedorismo.
O NexPP ficou com o ouro na categoria “Agência experimental – peça avulsa”, com o cartaz do Fórum Regional de Conservação. O Núcleo também foi ouro na categoria “Agência Experimental – Campanha”, com a campanha do Vestibular da UPF 2018 “Encontre a sua natureza”. Os dois trabalhos foram feitos coletivamente, com participação de Fernanda Quinhones, Nicole Pereira, Matheus Cavalheiro, André Pires, Igor Rosset, Paula Corazza, João Rafael Malossi, Helisa Frandoloso, Andrieli Nunes, Larissa Aguirre, Luciano Leidens, Matheus Henrique da Silva, Guilherme Muxfeldt, Camila Teixeira, Daniela Prevedello, Marcelo Favero, Luis Hoffman, e dos professores Me. Maria Goreti Betencourt, Me. Aline do Carmo, Me. Ciro Gusatti, e Me. Olmiro Schaeffer.
A supervisora do NexPP, Me. Maria Goreti Betencourt, comenta que o Núcleo tem conquistado importantes prêmios como no Festival Mundial de Publicidade de Gramado e também no Prêmio Universitário de Publicidade da Unifra, nas categorias ouro e prata, no ano passado. A conquista no Prêmio da Universidade Franciscana, com dois ouros, reforça a qualidade e a dedicação de todos que integram o NexPP. “Sempre trabalhamos com o pressuposto de que o trabalho é de um grupo, todos de alguma forma contribuem e, portanto, todos são premiados. Particularmente eu me sinto muito orgulhosa da equipe, os profissionais que temos, os futuros profissionais que estamos formando, bem como dos professores supervisores que estão diariamente dando o suporte que todos precisam para que o trabalho resulte tão positivo na percepção das pessoas quanto valorizado tecnicamente pelos pares”, destaca Goreti.
Além dos premiados, outros três trabalhos foram inscritos. Entre eles, na categoria Design Gráfico, o trabalho Ebook Portfolio Redator Publicitário; na categoria Campanha Social, a campanha Educar é a nossa ação; e na categoria Vídeo Livre, o VT do curso de Publicidade e Propaganda.

Feevale aprofunda parceria com universidades da Finlândia
Professores iniciam capacitação em metodologias educacionais desenvolvidas no país nórdico
A Universidade Feevale mantém parceria com instituições de ensino da Finlândia há 12 anos. Um passo importante para aprofundar esse processo ocorreu neste mês, quando uma reunião marcou a concretização do programa de aprimoramento a partir de metodologias desenvolvidas no país nórdico. Os cinco professores selecionados em um edital interno do programa internacional Teaching and Learning in Higher Education se reuniram com Jarkko Wickström, diretor de Operações, Brasil e América Latina da Finland University, consórcio que reúne algumas das principais instituições de ensino do país: Universidade do Leste da Finlândia, Universidade de Tampere, Universidade de Turku e Universidade Åbo Akademi. O edital prevê a formação de docentes interessados em desenvolver ou ampliar as competências pedagógicas individuais e coletivas.
O acordo firmado em setembro deste ano com a Finland University tem foco em avanços dos projetos educacionais e em práticas inovadoras, prevendo a preparação de professores para que possam adotar metodologias e tecnologias de trabalho das instituições finlandesas. Está previsto um conjunto de ações centradas no desenvolvimento de pessoal e em projetos de ensino e de pesquisa. “Nossa pareceria com a Finlândia é para mudar o conceito da questão do ensino na Feevale em todos os níveis”, projeta o reitor da Feevale, Cleber Prodanov. “O centro do processo é o aluno e sua relação com o professor, e isso impactará todas as nossas ações.”
No Brasil, a Feevale foi pioneira no relacionamento com universidades da Finlândia: em 2006 com a Häme University of Applied Sciences (Hamk) e, em 2008, com a Universidade de Tampere. Celebrou outro acordo em 2012 com a VIA University College, da Dinamarca. A intensificação da relação entre essas instituições originou em 2016 um acordo trilateral, Beyond: Alliance for Knowledge (BAK). O principal objetivo desta aliança é ampliar ações para educação internacional, integrando grupos de pesquisa e internacionalizando empresas vinculadas aos parques tecnológicos das universidades parceiras, dentre outras ações de cooperação.
“Nossa relação com a Finlândia é um processo que vem amadurecendo com projetos em conjunto e pesquisa”, lembra Prodanov. “O que aceleraremos agora é a utilização do que a Finlândia tem de melhor, que é seu processo educacional. Vamos usar isso na capacitação dos professores, porque falar de Finlândia significa falar de qualidade educacional.”
O processo de formação docente na Feevale, decorrente do acordo com a Finland University, começa com Manuela Albornoz Gonçalves, Marco Antônio Mabília Martins, Marina Seibert Cezar, Paula Luce Bohrer e Roberto Affonso Schilling. Entre março e setembro do ano que vem, esses professores terão aulas ministradas por finlandeses em encontros presenciais em São Paulo e também na modalidade a distância. Na sequência, haverá uma multiplicação interna desse conhecimento. A previsão, conforme Prodanov, é de que em um ano todos os professores da universidade e da Escola de Educação Básica Feevale – Escola de Aplicação sejam capacitados. A parceria estabelece também a execução de projetos especiais e a criação de programas conjuntos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu.
Prioridade para educação
Rankings internacionais que aferem qualidade da educação entre diversos países posicionam a Finlândia no topo, em todos os níveis educacionais. Esse reconhecimento é fruto de investimentos e de metodologias desenvolvidas há pelo menos 160 anos, quando Uno Cygnaeus (1810-1888) criou o sistema educacional público finlandês. Ele estabeleceu uma metodologia própria, depois de viajar por vários países para conhecer o que havia de melhor em propostas educacionais.
Alguns dos princípios defendidos por Cygnaeus foram o caráter laico das escolas e a criação de uma faculdade para formação de professores, que começou a funcionar em 1862. Os recursos naturais da Finlândia eram água, madeira e frio, resumiu Wickström. Com a estruturação do sistema educacional, foi montada uma escola a cada 15 quilômetros nas zonas rurais.
Em 1969, houve uma grande reforma, que estabeleceu a igualdade como princípio e duas obrigatoriedades: todo cidadão deve estudar até o nono ano e todo professor precisa ter mestrado. Também foi criada uma didática específica para cada disciplina, fruto de pesquisas desenvolvidas para esse fim.
O investimento contínuo do país em educação acabou destacado pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), instituído em 2000, e que afere o desempenho escolar a cada três anos: a Finlândia venceu as três primeiras edições e ficou em terceiro lugar em 2009. Isso despertou um interesse grande pela educação do país.
Para Wickström, economia estável e desenvolvimento resultam de investimento em educação. Gráficos apresentados pelo executivo indicaram que a curva de investimento crescente em universidades tem um paralelo no desenvolvimento econômico. “Precisamos garantir que todos tenham acesso e em condições de igualdade”, comentou. “O espírito de competição e a padronização não funcionam.”
Ele definiu a receita educacional da Finlândia nos seguintes pontos: responsabilidade baseada em confiança; profissionalismo (“professor que sabe de educação”); cooperação entre professores e escolas; riscos controlados; testar coisas novas. “Podemos resumir em trabalho, continuidade, risco e experimentação”, disse Wickström. Ele destacou que a pesquisa feita a partir da prática é ferramenta importante para professores, principalmente na educação básica e nas escolas de aplicação. “Tudo o que fazemos é baseado em pesquisas desenvolvidas dentro das universidades.”
40 universidades
Na reunião que manteve com os cinco professores da Feevale, Wickström apresentou a Finland University, consórcio que atua no compartilhamento de práticas educacionais consolidadas e bem-sucedidas, que garantiram ao país notoriedade pela implementação de alguns dos principais pilares da educação no século 21. No total, existem 40 universidades no país. As chamadas científicas, estruturadas a partir da pesquisa e abrangendo todas as áreas do conhecimento nos mais diversos níveis, incluindo estágios pós-doutorais, totalizam 14. As outras 26 têm foco nas ciências aplicadas. Todas as universidades são públicas e oferecem formação básica de cinco anos, sendo três dedicados à graduação em tempo integral e dois ao mestrado. As de ciências aplicadas são responsáveis pela formação pedagógica dos professores do ensino básico ao superior.
Entre o final dos anos 1980 e início dos 1990, as universidades finlandesas passaram a praticar mobilidade acadêmica. Na atual fase de internacionalização, estão interessados em cooperação baseada não apenas no intercâmbio de alunos, mas na formação de professores e na criação de cursos de graduação e de pós-graduação. “Queremos parcerias estratégicas no Brasil”, afirma Wickström. Ele salientou que a natalidade na Finlândia é muito baixa, então a abertura das universidades para o mundo se torna estratégica para evitar que as instituições se tornem ociosas. Outro efeito dos baixos índices demográficos é a falta de mão de obra. O país tem cerca de 2 mil startups que, nos próximos anos, demandarão de 10 mil a 15 mil profissionais. “Não há mão de obra suficiente”, reconheceu.
Ao tratar do processo de expansão internacional da Finlândia no campo educacional, Wickström apontou cinco áreas em que o país detém o melhor conhecimento mundial para oferecer: tecnologias de informação e comunicação (TICs), formação de professores, saúde, ciências do meio ambiente e administração pública. As instituições que compõem a Finland University oferecem 67 mestrados cujas aulas são em inglês. Wickström reconhece que isso se torna necessário devido à dificuldade de se aprender finlandês. Se não for considerada a questão do idioma, a oferta salta para cerca de 700. No que tange aos cursos de especialização (lato sensu), há uma infinidade de possibilidades que decorrem dessas cinco áreas, estruturados de forma híbrida, com períodos presenciais e a distância.
“A Feevale é uma universidade internacional com qualificada rede de parceiros em 27 países. Dentre eles, a Finlândia está em primeiro lugar em ações conjuntas de cooperação com programas inovadores em qualidade ambiental, energias renováveis, saúde e bem-estar, indústria criativa, smart services, gestão estratégica e outros”, detalha a diretora de Relações Internacionais e Institucionais da Feevale, Paula Casari Cundari. “Agora essa importante ação focalizada na formação de docentes multiplicará o conceito educacional e a disseminação das metodologias finlandesas em toda instituição.”

UCS: compromisso com a formação continuada de professores para a Educação Básica
O compromisso com a formação de professores para o ensino público e privado e para a educação não-escolar está presente desde o início das atividades da Universidade de Caxias do Sul, há mais de 50 anos. Nesse período, a Universidade formou cerca de 16 mil professores para atuar na Educação Básica.
Formar professores e, mais do que isso, oferecer-lhes a possibilidade de se manterem em contínuo processo de aperfeiçoamento, para que possam acompanhar a evolução do conhecimento e responder às múltiplas exigências da contemporaneidade, é um compromisso permanente da UCS, que mantém, para isso, um Programa Integrado de Licenciaturas, com a oferta de 14 cursos de graduação em diferentes áreas do conhecimento.
Em parceria com municípios e entidades públicas e privadas, a Universidade estende essa atuação com a oferta de cursos de extensão, especialização, mestrados e doutorados, com a finalidade de ampliar o legado da formação inicial e continuada de professores que atuam na Educação Básica. Além de cursos, palestras e workshops, a UCS também realiza serviços educacionais específicos e oferece assessoria especializada para implantar, qualificar e aprimorar processos educacionais em conformidade, inclusive, com as exigências da legislação educacional.
Essas parcerias visam contribuir para ampliar e garantir os direitos de aprendizagem e desenvolvimento de crianças, jovens e adultos de redes municipais e estaduais de ensino ou de organizações educacionais privadas, resultando na elevação do índice de desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e da melhoria das estratégias de ensino e aprendizagem.
Ações
A partir da aprovação da Base Nacional Curricular Comum (BNCC), a UCS vem mobilizando seus melhores esforços para a formação inicial e continuada de professores e gestores educacionais em torno das competências gerais da Educação Básica. Entre as ações realizadas com essa finalidade, destacam-se:
– Curso de Formação de Secretários Municipais e Coordenadores Regionais de Educação para Entender e Explorar a Base Nacional Curricular Comum.
– Interlocuções sobre o Ensino Fundamental: Saber Cuidar – Curso voltado para a Atualização do Referencial Curricular Municipal de Igrejinha, RS.
– Formação para os Professores da Educação Infantil com Foco nos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento da Criança. Curso para o Município de Igrejinha, RS.
– Formação de Professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e da Educação Infantil – Curso sobre as Pedagogias da Infância para o Município de Garibaldi, RS.
– Curso de Formação de Professores da Rede Municipal de Ensino de Caxias do Sul sobre a Base Nacional Curricular Comum.
– Curso de Formação de Professores do Colégio São Marcos acerca de Competências na Educação Básica.
– Caderno Pedagógico para a Modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) – Publicação para a Secretaria Municipal de Educação de Canela, RS, para a implantação de planos de estudos.
– Avaliação da Aprendizagem dos Terceiros, Quintos e Nonos Anos do Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação de Canela, RS.
– Exame de Certificação de Competências da Educação de Jovens e Adultos da Secretaria Municipal de Educação de Canela, RS.
– Assessoria para Melhoria dos Processos Educativos de Escolas Infantis da Associação Cidade das Flores de Canela, RS e Tramandaí, RS.
– Assessoria para Atualização dos Planos de Ensino dos Anos Finais do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Educação de Picada Café, RS.
Para mais informações: Prof. Dr. Delcio Antônio Agliardi – Daagliardi@ucs.br – (54) 99917-8289
Foto: Paula Larentis

Participação recorde de competidores marca os Jogos da Primavera 2018
A integração e a expressiva participação de escolas e estudantes de Ensino Fundamental e Médio por meio do esporte garantiu o êxito da terceira edição dos Jogos da Primavera, realizada na Vila Poliesportiva da Universidade de Caxias do Sul neste sábado (24).
O evento cresceu em relação à edição de 2017 e atingiu a marca de 226 participantes de 14 escolas de Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Farroupilha e São Marcos. No ano passado, nove escolas participaram do evento, reunindo 150 estudantes.
Os jovens atletas disputaram as modalidades Futsal, Basquete em Trios, Vôlei Misto e Xadrez, nas categorias Juvenil Masculino, Juvenil Feminino e Infantil Masculino.
O professor Carlos Bonone, coordenador da Vila Poliesportiva, agradeceu a todos os envolvidos na terceira edição dos Jogos, a maior até o momento em quantidade de participantes, e também destacou a grande adesão de atletas estudantes como fator chave para o sucesso da atividade.
A organização e a arbitragem das partidas ficaram a cargo do SESC, parceiro da UCS, por meio do Programa de Relacionamento UCS Minha Escolha e da Vila Poliesportiva, na organização do evento.
Jogos da Primavera é um evento destinado a estudantes de Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas e particulares de Caxias do Sul e região, com o objetivo de promover integração, lazer e entretenimento aos participantes.

Experiência
Marcelo Gabriel Perini, professor de Educação Física na Escola Cavalheiro Aristides Germani, comemorou duplamente com os alunos que jogaram futsal na categoria infantil, conquistando segundo e terceiro lugares com dois times diferentes. Participando dos Jogos da Primavera com a instituição de ensino pelo segundo ano, ele considerou a experiência gratificante. “Mesmo quando não se ganha, é sempre válido pela interação entre os estudantes, um entendimento que gera amizade e enriquece o grupo”, avaliou. Entre os estudantes premiados, o aluno do oitavo ano do Ensino Fundamental Luis Fernando Correa, juntamente com os colegas, contou que foi uma experiência diferenciada, que vivenciou pela primeira vez e pretende repetir na próxima edição.
O time misto de vôlei do Colégio Caminho do Saber conquistou a primeira colocação em sua categoria. Laura Madalosso celebrava junto com o colega do terceiro ano do Ensino Médio Natan Bratz – ambos pela segunda vez nos Jogos da Primavera – e com Gabriel Gaviraghi, estudante do segundo ano, estreante no evento. “É uma experiência muito boa, este ano competimos com um time muito forte. É meu último ano e de Natan na escola, fechamos nossa participação com chave de ouro”, definiu, mencionando ainda a interação e convivência entre os times e estudantes e a oportunidade de conhecer novas pessoas e rever os competidores de anos anteriores.
Escolas participantes desta edição dos Jogos:
– Escola Cavalheiro Aristides Germani, de Caxias do Sul;
– Escola São Pio X, de Farroupilha;
– Escola Mestre Santa Bárbara, de Bento Gonçalves;
– Escola Antonio Avelino Boff, de Caxias do Sul;
– Colégio Imigrante, de Caxias do Sul;
– Colégio Henrique Emílio Meyer, de Caxias do Sul;
– Instituto Federal do Rio Grande do Sul, de Caxias do Sul;
– Colégio Caminho do Saber, de Caxias do Sul;
– Escola Professor Apolinário Alves dos Santos, de Caxias do Sul;
– Escola Galópolis, de Caxias do Sul;
– Colégio Mutirão, de São Marcos;
– Escola Giuseppe Garibaldi, de Caxias do Sul;
– Escola Caldas Júnior, de Caxias do Sul;
– Instituto Cristóvão de Mendoza, de Caxias do Sul.
Resultados:
Xadrez (a modalidade contou com competidores do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, de Caxias do Sul)
Feminino
1º lugar – Mariana Oliveira
2º lugar – Laura Dill
3º lugar – Caroline Teixeira
Masculino
1º lugar – Augusto Tieppo
2º lugar – Natã Souza
3º lugar – Fernando Girardi
Basquete Juvenil Feminino
1º lugar – Escola Galópolis (time A)
2º lugar – Escola Galópolis (time B)
Basquete Masculino Infantil
1º lugar – Escola Giuseppe Garibaldi
2º lugar – Colégio Caminho do Saber
3º lugar – Escola Caldas Júnior
Basquete Masculino Juvenil
1º lugar – Colégio Henrique Emílio Meyer (time A)
2º lugar – Colégio Henrique Emílio Meyer (time B)
3º lugar – Colégio Imigrante
Futsal Feminino Juvenil
1º lugar – Escola Mestre Santa Bárbara (Bento Gonçalves)
2 º lugar – Escola Professor Apolinário Alves dos Santos
Futsal Masculino Infantil
1º lugar – Colégio Mutirão (São Marcos)
2º lugar – Escola Cavalheiro Aristides Germani (time B)
3 º lugar – Escola Cavalheiro Aristides Germani (time A)
Futsal Masculino Juvenil
1º lugar – Colégio Imigrante
2º lugar – Colégio Henrique Emílio Meyer
3º lugar – Instituto Cristóvão de Mendoza
Vôlei Misto Juvenil
1º lugar – Colégio Caminho do Saber
2º lugar – Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul (time C)
3 º lugar – Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul (time B)
Fotos: Claudia Velho e Acervo UCS

Unijuí se prepara para visita do MEC ao Curso de Medicina
A Unijuí espera receber no mês de dezembro a visita in loco do Ministério da Educação em prosseguimento ao Edital nº 01/2017/SERES/MEC, que autoriza a implantação do curso de Medicina na Unijuí. Nos últimos meses, diversas reuniões foram realizadas em preparação à visita e à implantação do Curso.
Nelas, a Unijuí e a Secretaria de Saúde do Município de Ijuí buscaram definir as Unidades Básicas de Estratégia de Saúde da Família que serão parceiras nos três primeiros anos do Curso e que serão visitadas pelos avaliadores.
A Reitoria e o Núcleo Docente Estruturante do Curso de Medicina – NDE, também se reuniram com os presidentes das instituições parceiras, Hospital de Caridade de Ijuí, Hospital Bom Pastor, Hospital Sociedade Panambi e Prefeitura de Ijuí, para apresentação técnica do projeto do Curso.
A Comissão Própria de Avaliação – CPA da Unijuí, o NDE e o Núcleo de Apoio Pedagógico e Experiência Docente do Curso – NAPED, realizaram reunião para discutir os aspectos de avaliação previstos no Projeto Pedagógico do Curso e evidenciar a importância desses processos institucionais, bem como o uso dos resultados dos processos de avaliação desenvolvidos junto aos professores, estudantes, técnicos-administrativos e comunidade externa para a constante qualificação do curso.
“Estamos nos últimos procedimentos necessários para receber os avaliadores, considerando o envolvimento das cinco instituições envolvidas no Edital. Em primeiro lugar o Município que recebeu a homologação, a partir da parceria com os três hospitais (Hospital de Caridade de Ijuí, Hospital Bom Pastor e Hospital Sociedade de Panambi, os quais apresentaram as condições necessárias para acolher um curso de Medicina, tendo disponível 250 leitos SUS). Após a revisão do Plano de Melhorias apresentado pelo Município, conferência dos leitos SUS e visita aos hospitais e rede de atenção básica, os avaliadores iniciam o processo de avaliação in loco à Universidade. Na Universidade será avaliado o projeto pedagógico do curso, o corpo docente e a infraestrutura para os três primeiros anos de funcionamento do curso. ”, salienta a Reitora Cátia Nehring.
Além dessas atividades, outras reuniões estão previstas com professores e técnicos-administrativos envolvidos no curso.

UCS comemora o jubileu de prata de sua regionalização
História da expansão regional da Universidade de Caxias do Sul é contada no álbum ‘UCS: 25 Anos de Regionalização – 1993-2018’, lançado na noite desta terça, 20 de novembro

A expansão do desenvolvimento regional na Região Nordeste do Rio Grande do Sul se dá com a implantação, a partir de 1993, de unidades da Universidade de Caxias do Sul em diversas cidades da região. Comemorados neste ano, os 25 anos de regionalização da UCS estão relatados no álbum ‘UCS: 25 Anos de Regionalização – 1993-2018’, organizado pelo professor Gelson Leonardo Rech e pelo jornalista Ariel Rossi Grifante, apresentado a autoridades da região na Escola de Gastronomia, em Flores da Cunha, na noite desta terça-feira, 20 de novembro.
A proposta da obra, de 112 páginas, é rememorar e registrar os momentos significativos do processo de regionalização da UCS, que, em 1º de agosto de 2018, completou o seu jubileu de prata. O livro aborda a concepção do projeto, a sua implantação e os desdobramentos da inserção da UCS na Região Nordeste do Rio Grande do Sul. Segundo definição dos organizadores no texto de apresentação da obra, “não é demasiado afirmar que a história desta região se mescla, em boa medida, com a história da UCS, uma vez que mais de 100 mil pessoas formaram-se na Instituição, hoje constituída por seu campus-sede, outros sete campi e mais três unidades”.
Solenidade prestigiada pela comunidade regional
Prefeitos e representantes de diversos municípios da região – como Flores da Cunha, Nova Pádua, Nova Prata, São Sebastião do Caí, Farroupilha, Gramado, Guaporé, Caxias do Sul, São Marcos, Bom Princípio, Canela e Bento Gonçalves – , bem como gestores acadêmicos, prestigiaram o lançamento do álbum ‘UCS: 25 Anos de Regionalização – 1993-2018’ na Escola de Gastronomia, em Flores da Cunha.
Na oportunidade, foi descerrada a placa com as diretrizes institucionais da UCS: Excelência acadêmica, desenvolvimento das pessoas e da região; Inserção acadêmica nacional e internacional; Empreendedorismo e inovação; e Sustentabilidade institucional.
O chefe de Gabinete da Reitoria, professor Gelson Leonardo Rech – e um dos organizadores do álbum – fez uma breve leitura histórica sobre a regionalização da Universidade de Caxias do Sul, com os passos iniciais da presença da Instituição na região. Segundo ele, “a UCS expandiu-se sem o intuito de conquistar. Expandiu-se para contribuir e para ampliar as possibilidades de formação de qualidade na região, numa releitura de sua missão fundacional”.
O prefeito de São Sebastião do Caí, Clóvis Alberto Pires Duarte, representando todos os municípios que integram a regionalização, enfatizou o progresso alavancado na região com a presença da Universidade de Caxias do Sul. Para ele, egresso da UCS no curso de Ciências Contábeis, “por onde a UCS passa ela deixa o seu rastro de desenvolvimento. A história dos municípios tem dois momentos: o antes e o depois da presença da Universidade, que dá ênfase às potencialidades dos municípios. A UCS representa o progresso de nosso Estado, de nosso país”.
Nesta linha de pensamento, o reitor Evaldo Kuiava destacou que a “Universidade de Caxias do Sul nasceu para ajudar no desenvolvimento de sua região e quanto mais inteirada com os municípios, mais forte vai ser e mais respostas poderá dar às demandas apresentadas. A UCS é como um patrimônio cultural da própria comunidade”.
Reafirmando o compromisso com a região, o professor Kuiava citou a nova etapa que a Instituição esboça: novas parcerias, ampliando os cursos de educação a distância, tecnológos, licenciatura e bacharelado nas unidades universitárias, conforme a identificação das demandas. “Expressamos a nossa gratidão e o reconhecimento a todos que contribuem com a Universidade de Caxias do Sul e, para o futuro temos como base os nossos princípios institucionais”.
O álbum
Dividido em quatro seções, o álbum ‘UCS: 25 Anos de Regionalização – 1993-2018’ recupera toda a história de inserção regional da UCS, desde os primeiros movimentos, no final dos anos 1960, passando pela retomada, em 1987, e a efetivação, a partir de 1993. Com o resgate de fotos e documentos históricos e de registros da imprensa na época, o livro conta a história de implementação dos campi e núcleos e demais unidades acadêmicas, complementada pelos depoimentos dos diretores e ex-diretores das unidades, e dos atuais prefeitos e outros líderes de cada município, e pela apresentação em forma de linha do tempo. Além disso, acrescenta a visão da atual gestão, comandada pelo reitor Evaldo Kuiava, para o fortalecimento do propósito regional e comunitário da UCS.
A implantação dos campi e núcleos
Com o projeto de regionalização, a Universidade de Caxias do Sul desencadeou, no ano de 1993, a abertura de cursos de graduação em Bento Gonçalves, Vacaria, Farroupilha, Canela, Nova Prata e Guaporé. Posteriormente, a expansão chegaria a Veranópolis (em núcleo universitário que funcionou de 1996 até 2015) e ao Vale do Caí, com a instalação de campus em São Sebastião do Caí, em 2000.
Contabilizando-se o campus-sede e o campus 8 (que abriga os cursos da Área do Conhecimento de Artes e Arquitetura), em Caxias do Sul, e os sete campi da região, a UCS oferece hoje a mais completa infraestrutura em ensino, pesquisa e extensão das regiões da Serra, das Hortênsias e do Vale do Caí, abrangendo 70 municípios que reúnem 1,5 milhão de habitantes.
Além dos campi, a UCS mantém unidades em mais três cidades da região:
– em Flores da Cunha funciona, desde 2004, a Escola de Gastronomia, voltada à formação e qualificação de profissionais em gastronomia e sommellerie;
– ainda em 2004, no mesmo município, assim como em São Marcos (e em Antônio Prado, este sem sede própria), foram instalados polos de Educação a Distância, nos quais, em 2006 e 2007, passaram a ser ofertadas disciplinas de graduação (de formação geral e de formação básica) e atividades de formação continuada (cursos de extensão e de pós-graduação lato sensu);
– em 2011 foi instalado, no município de Bom Princípio, o Instituto de Materiais Cerâmicos (IMC-UCS), ambiente de pesquisa e inovação vinculado do Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação – TecnoUCS.

A história da inserção regional da UCS
Primórdios
* Em termos históricos, a inserção regional da UCS teve uma primeira etapa com a instalação de extensões em Bento Gonçalves, em Vacaria e em Lajeado, entre 1968 e 1970.
* Contudo, com a reforma universitária (Lei 5.540/68, aprovada em 1969 e implantada de 1970 a 1972), o Ministério da Educação tornou obrigatório que as instituições mantenedoras fossem da mesma cidade onde os cursos superiores eram oferecidos. Assim, em 1972, a UCS repassou a gestão dos cursos para entidades locais: a Fundação Educacional da Região dos Vinhedos (FERVI), em Bento Gonçalves e as associações Pró-Ensino Superior dos Campos de Cima da Serra (APESCCS), em Vacaria, e do Vale do Taquari, em Lajeado (cujas faculdades remanescentes dariam origem, em 1997, à Univates).
Retomada
* Os primeiros movimentos para a regionalização da UCS efetivada em 1993 surgiram durante a gestão do reitor João Luiz de Morais (1987-1990), quando a Universidade, a FERVI e a APESCCS reaproximaram-se com o intuito de constituir uma Universidade Pública Regional.
* Esta proposta, no entanto, esbarrou no Ministério de Educação, que não aprovou a manutenção por recursos públicos. Isso fez com que as três instituições redirecionassem o processo de unificação, começando pela realização conjunta do concurso vestibular a partir de 1989.
Efetivação
* Em sua primeira gestão como reitor, em 1990, o professor Ruy Pauletti assumiu a proposta de regionalização da UCS. Coube ao professor José Clemente Pozenato, enquanto pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, sistematizar e coordenar a implantação do projeto.
* Em 3 de dezembro de 1992, o Conselho Federal de Educação emitiu parecer favorável ao Projeto de Regionalização da UCS, e, em 19 de fevereiro de 1993, o Ministério de Educação aprovou o programa, que abrangia a criação do Campus Universitário da Região dos Vinhedos (CARVI), em Bento Gonçalves, com a incorporação de cursos e patrimônio da FERVI; a criação do Campus Universitário de Vacaria, igualmente pela transferência de cursos e patrimônio mantido pela APESCCS; e a instalação dos núcleos universitários de Canela, Farroupilha, Guaporé e Nova Prata.
Sequência cronológica
– 19 de fevereiro de 1993: o Ministério de Educação aprova o Projeto de Regionalização da UCS;
– 15 de março de 1993: inaugurado o prédio próprio (para aulas teóricas) da Escola de Hotelaria de Canela (na área do Hotel Vila Verde, onde já ocorriam as aulas práticas do curso). O ato demarcaria a abertura do Núcleo Universitário de Canela;
– Março de 1993: são ministradas edições do curso de especialização em Metodologia da Pesquisa e do Ensino em Canela e em Nova Prata, preparando os docentes que atuariam nos núcleos universitários. A mesma formação ocorrera dois anos antes em Guaporé;
– 1º de agosto de 1993: formalizado o Projeto de Regionalização da UCS, com a integração oficial da FERVI e da APESCCS e a nomeação dos diretores dos campi e núcleos;
– 4 de agosto de 1993: instalação da unidade de Nova Prata;
– 6 de agosto de 1993: instalação da unidade de Guaporé;
– 11 de agosto de 1993: instalação da unidade de Farroupilha;
– 16 de agosto de 1993: instalação da unidade de Bento Gonçalves;
– 9 de novembro de 1995: assinado convênio de criação do Núcleo Universitário de Veranópolis (as aulas se iniciaram no primeiro semestre de 1996 e a unidade funcionou até dezembro de 2015);
– 13 de março de 1997: inaugurada a sede própria do então Núcleo Universitário de Farroupilha;
– 8 de agosto de 1997: criado o Instituto de Administração Municipal (IAM), pelo qual a UCS estabelece a inserção regional também por meio da assessoria direta aos municípios. Em 2016, o órgão passa a ser a Assessoria de Desenvolvimento Regional (ADRE);
– 25 de junho de 1999: inaugurado o novo Campus Universitário de Vacaria;
– Agosto de 2000: expansão do Projeto de Regionalização com o início das atividades do Núcleo Universitário Vale do Caí, em São Sebastião do Caí;
– 23 de agosto de 2001: inauguração do prédio próprio do Núcleo Universitário Vale do Caí;
– 10 de agosto de 2004: inauguração da Escola de Gastronomia, em Flores da Cunha;
– 9 de setembro de 2011: instalação do Instituto de Materiais Cerâmicos (IMC-UCS), em Bom Princípio;
– 22 de junho de 2012: elevação à categoria de campus universitário do Núcleo Vale do Caí;
– 21 de novembro de 2012: elevação à categoria de campus universitário do Núcleo de Canela;
– 1º de outubro de 2015: elevação à categoria de campus universitário do Núcleo de Guaporé;
– 21 de outubro de 2015: elevação à categoria de campus universitário do Núcleo de Farroupilha;
– 24 de novembro de 2015: elevação à categoria de campus universitário do Núcleo de Nova Prata;
– 20 de novembro de 2018: comemoração do Jubileu de Prata da regionalização com o lançamento do álbum ‘UCS: 25 Anos de Regionalização – 1993-2018’, em evento na Escola de Gastronomia, em Flores da Cunha.
Fotos: Claudia Velho

Feira de Carreiras oportuniza contato entre profissionais e empresas na Unijuí
Com o objetivo de conectar empresas e profissionais dos mais variados segmentos em um momento de troca de informações, apresentação das empresas e suas culturas, divulgação de vagas e oportunidades, a Unijuí realizou, nesta terça-feira, “A Feira de Carreiras 2018”.
No evento, os participantes puderam participar de capacitações, palestras e geração de negócios, além da construção de networking. A Feira conectou profissionais das diferentes áreas com empresas de toda a região. Os participantes participaram de processos seletivos, ao mesmo tempo em que as empresas puderam identificar futuros talentos. Diversas empresas estiveram no evento, entre elas: Sicredi, C-Vale, John Deere, HCI, Focking, Kepler Weber, Bruning, Saur, empresas de recursos humanos, entre outras iniciativas.
“Acreditamos que é importante a Universidade oportunizar estas experiências e conexões sobre carreira e desenvolvimento dos participantes, aproximando as realidades individuais, acadêmicas e profissionais”, salientou a Vice-Reitora de Graduação da Unijuí, professora Cristina Pozzobon.
Um dos destaques da programação foi a palestra de Flávia Gamonar, que falou sobre carreira, empreendedorismo e inovação em uma época de mudanças rápidas, no Salão de Atos Argemiro Jacob Brum. A palestrante é Instrutora oficial LinkedIn Learning, doutoranda em Mídia e Tecnologia, professora na pós-graduação da ESPM, palestrante, LinkedIn Top Voices, ganhadora do Prêmio Digitalks content marketing 2017 e top 3 em 2018 e apresentadora de um quadro sobre redes sociais e carreira no Record News. Ela também é autora do livro “Me dê seu crachá, eu te acompanho até a porta: uma conversa sobre carreira, do você está demitido, ao pedi demissão”.
Flávia contou a sua trajetória profissional e como se tornou Instrutora Oficial do LinkedIn, além de dar algumas dicas e fazer observações sobre gerenciamento de carreira. Ela relatou, entre outras histórias, que ficou um período desempregada e, logo após se recolocar no mercado, passou a escrever no LinkedIn textos sobre mercado de trabalho e carreira profissional. “Descobri ali que eu tinha voz, que gostava de compartilhar com as pessoas. Também descobri o poder do conteúdo: quando a gente é relevante e útil para as pessoas”, contou. Por conta da sua atuação na rede, passou a se dedicar à produção de conteúdo para marcas e a ser contratada pelo próprio LinkedIn. “Às vezes a gente demora para descobrir no que é bom”, complementou.
Durante a Feira também ocorreu o lançamento das próximas ofertas de Pós-Graduação da Unijuí, realizada em conjunto com a Unidade de Educação Continuada da Universidade.

Terminou nesta quarta-feira o 6º Fórum de Gestão e Inovação do Comung na Unisc
A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) sediou nesta terça e quarta-feira, dias 6 e 7 de novembro, no Anfiteatro do bloco 18, o 6º Fórum de Gestão e Inovação do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung). Com o tema Educação e cultura empreendedora: experiências das ICES na inovação e seus impactos acadêmico e social, o evento teve como objetivo fomentar a discussão sobre a importância da educação e da cultura empreendedora, por meio de experiências das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ICES), oportunizando mudanças de paradigmas e promovendo o desenvolvimento local e regional.
No encerramento das atividades na manhã desta quarta-feira, 7, a presidente do Comung e reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer, avaliou o encontro como positivo. “Queria agradecer a todos os envolvidos na organização e também aos participantes, destacando que o fato de nos encontrarmos mostra uma força conjunta, algo que proporciona integração e possibilita interações, conhecimentos e trocas para a execução de novos projetos. Além do mais, debates como esses fortalecem o vínculo entre as instituições e as pessoas”, ressaltou.
O Fórum teve como público-alvo gestores de IES, pesquisadores de programas stricto sensu, gestores e participantes de parques tecnológicos, incubadoras e demais unidades que compõem os ambientes de inovação, assim como docentes, estudantes e atores sociais com interesse na temática.
*Publicado por Josemar Santos
**Fotos: Josemar Santos

6º Fórum de Gestão e Inovação do Comung inicia na Unisc
A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) sedia nesta terça e quarta-feira, dias 6 e 7 de novembro, o 6º Fórum de Gestão e Inovação do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung). Com o tema Educação e cultura empreendedora: experiências das ICES na inovação e seus impactos acadêmico e social, o objetivo do evento é fomentar a discussão sobre a importância da educação e da cultura empreendedora, por meio de experiências das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ICES), oportunizando mudanças de paradigmas e promovendo o desenvolvimento local e regional.
Pela manhã, ocorreu o Encontro dos Assessores Jurídicos do Comung, que abordou a temática Lei das Comunitárias e Cebas. A abertura oficial foi realizada à tarde, no Anfiteatro do bloco 18, com a presença da presidente do Comung e reitora da Unisc, Carmen Lúcia de Lima Helfer; do presidente da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc), João Otávio Bastos Junqueira; do diretor do Programa de Monitoramento da Secretaria Executiva do Ministério da Educação (MEC), Michel Zanoni Camargo; da secretária da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (SDECT/RS), Suzana Kakuta; do coordenador da 6ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Luis Ricardo Pinho de Moura; do vice-coordenador da Câmara de Inovação da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), Marcelo Leandro de Borba; e do representante da Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas (Abiee), Marcos Wesley da Silva.
De acordo com a presidente do Comung, sediar o evento é uma alegria muito grande para a Unisc. “O tema do fórum resulta de avaliações anteriores. A cada ano, nos debruçamos sobre as temáticas a partir de experiências nacionais e internacionais”, apontou Carmen, destacando que o Comung é um amplo sistema de educação superior em atuação no Estado. “Há muita troca de experiências entre setores, ex-reitores e reitores. Nossas instituições são exemplo de educação superior de qualidade e de credibilidade. Para estimular a inovação, é preciso focar na melhoria da qualidade da educação”, ressaltou.
Em seguida, teve início a palestra As oportunidades da universidade empreendedora com os novos desafios da inovação, ministrada pelo presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), José Alberto Sampaio Aranha, seguida dos painéis Interação universidade-empresa: as experiências das ICES na inovação e seus impactos acadêmico e social e Pacto para o desenvolvimento e inovação. As atividades seguem nesta quarta-feira pela manhã, com a realização da mesa-redonda Educação e cultura empreendedora e da primeira reunião do GT de Internacionalização do Comung.
Público-alvo
O fórum tem como público-alvo gestores de IES, pesquisadores de programas stricto sensu, gestores e participantes de parques tecnológicos, incubadoras e demais unidades que compõem os ambientes de inovação, assim como docentes, estudantes e atores sociais que tenham interesse na temática, mesmo que não vinculados às instituições do Comung.
*Publicado por Felipe Nopes







Renovação de bolsas na Unicruz
Contemplados com bolsas institucionais ou Probin devem realizar o procedimento na Secretaria Acadêmica até 03/12
A renovação semestral do Programa de Bolsas Institucionais (Probin) e das antigas bolsas institucionais já está disponível para estudantes contemplados com o benefício. O procedimento deve ser feito na Secretaria Acadêmica do Campus, que atende de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h30min e das 19h às 22h30min. A assinatura do novo contrato é indispensável para a continuidade dos descontos.
Mais informações
Secretaria Acadêmica/Crédito Educativo
(55) 3321-1572, 3321-1605 e 3321-1532