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Universidade Feevale apoiará o 2º Fórum de Debates pelo Desenvolvimento de Igrejinha
Reitor Cleber Prodanov se reuniu com vereador Guto Scherer, autor da iniciativa, nesta quinta-feira
Nesta quinta-feira, 23, o reitor Cleber Prodanov recebeu, em seu Gabinete, no Câmpus II da Universidade Feevale, o vereador de Igrejinha, Guto Scherer. A reunião, que teve como objetivo iniciar tratativas para a participação da Instituição no 2º Fórum de Debates pelo Desenvolvimento, uma iniciativa de Scherer e do Instituto Desenvolver, também contou com a participação da diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço, e da jornalista Lidiani Lehnen. O Fórum acontecerá de 1º a 3 de outubro, na Câmara Municipal de Igrejinha, e discutirá temas pertinentes à educação e ao empreendedorismo.
Além do apoio da Feevale ao evento, foram debatidas ações que a Universidade pode realizar junto ao município para promover o desenvolvimento local. Junto à Diretoria de Inovação, foi dada a ideia de, por exemplo, levar programas como o Pílulas de Inovação, que proporciona palestras gratuitas e criar um espaço, no polo da Feevale Digital em Igrejinha (e nos demais polos), para reunir vários programas de empreendedorismo. Scherer também apresentou o Instituto Desenvolver, que fará um projeto com jovens do 9º ano Fundamental e Ensino Médio. A Universidade também disponibilizou o espaço do polo em Igrejinha para a realização de um curso promovido pelo Instituto.
Conforme Prodanov, essa aproximação com Igrejinha mostra que a inserção da Instituição nos municípios da região, por meio dos polos da Feevale Digital, começa a canalizar para a Universidade a ampliação do relacionamento com as cidades. “O fato de levar para a Igrejinha os programas de empreendedorismo e a formação empreendedora, por meio do Feevale Techpark, trazendo outros púbicos para o polo e ampliando as parcerias, mostra que essa capilaridade da Universidade vai sendo, muito rapidamente, atingida, e que bom que conseguimos ter programas para atender às necessidades das cidades”, afirmou o reitor.
Para Scherer, a parceria com uma universidade como a Feevale é de extrema importância para a prefeitura e para entidades como o Instituto Desenvolver. “Precisamos trazer a realidade da pesquisa e da inovação das universidades para nossa cidade, algo que não temos hoje. Assim, podemos aproveitar o polo da Feevale Digital e utilizá-lo em benefício do nosso município e dos nossos jovens, que necessitam tanto de atenção nesse momento, em que vivemos a transição do analógico para o digital. Assim, é importante que poder público, entidades e, principalmente, universidades, estejam atentos a isso, a fim de preparar os jovens para o mercado de trabalho”, disse.
Foto: Nadine Funck/Universidade Feevale

Universidade Feevale vence etapa estadual do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora
Projeto premiado Startup Teens iniciou em 2018 na Escola de Aplicação Feevale
O projeto Startup Teens, realizado pela Universidade Feevale por meio da Diretoria de Inovação, tirou o primeiro lugar na etapa estadual da primeira edição do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora. A iniciativa, uma realização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), reconhece, incentiva e dá visibilidade às melhores práticas no país, além de reconhecer os agentes envolvidos com educação nos mais diferentes níveis.
De 76 iniciativas inscritas, apenas quatro avançam para a próxima fase. A cerimônia de premiação aconteceu na tarde desta segunda-feira, 20 de maio, em Porto Alegre. A distinção é composta por três etapas: estadual, regional e nacional. O projeto Startup Teens foi classificado para a próxima etapa do prêmio. As iniciativas foram escolhidas por servirem de exemplo e estímulo para outras instituições de ensino promoverem uma educação voltada ao empreendedorismo em seus alunos.
Lançado em 2018 na Escola de Aplicação Feevale e já em sua segunda edição, o Startup Teens tem o objetivo de despertar, em estudantes da Educação Básica, atitudes empreendedoras, tanto na vida pessoal quanto na futura vida profissional. No evento, os adolescentes são encorajados a ter boas ideias, validá-las, construir o modelo de negócios, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora. Os alunos contam com mentorias, minicursos de Design Thinking, de MVP (Minimum Viable Product) e de pitchs, por exemplo, tudo gratuitamente. A primeira edição foi realizada com estudantes da Escola de Aplicação Feevale e a segunda foi promovida em parceria com a Prefeitura Municipal de Campo Bom, para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental do município.
Conforme a diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço Monzon, a Instituição ficou muito satisfeita quando o Sebrae lançou o Prêmio de Educação Empreendedora, pois muitas ações promovidas no Estado, em diversos níveis, precisavam ter essa visibilidade e valorização. “Nós, da Universidade Feevale, optamos por submeter um projeto lançado no ano passado, na nossa Escola de Aplicação, e cuja segunda edição acontece em escolas municipais de Campo Bom. Por meio do Startup Teens, o estudante aprende que ele pode ser empreendedor, não só na sua carreira, mas também dele mesmo, de sua vida, nos seus estudos, nos seus planos. Assim, esse aluno pode chegar à graduação mais seguro e mais capacitado”, afirma.

Novas alternativas para o tratamento da água
Projeto de pesquisa da UPF busca desenvolver tecnologias mais eficientes para tratamento de água e efluentes para fins de reuso
Atualmente, as pesquisas têm se voltado para a remoção dos chamados poluentes emergentes, como é o caso de fármacos (e seus metabólitos), agrotóxicos e cosméticos e produtos de higiene. Segundo Piccin, esses compostos normalmente são muito solúveis em água e, devido à sua baixa biodegradabilidade, podem não ser removidos em sistemas convencionais de tratamento de água e efluente. Além disso, para alguns, não se conhece os efeitos ao meio ambiente e aos seres vivos. “Nós estamos tentando desenvolver um material capaz de reter esses contaminantes presentes na água. Essa tecnologia é conhecida como adsorção”, destaca.
Apesar de ainda estar em etapas iniciais, os resultados, conforme Thaís explica, são promissores e acredita-se chegar em materiais adsorventes inovadores em conjunto com o biossurfactante. “Os próximos passos dedicam-se a aprimorar os materiais e aplicá-los em condições favoráveis (pH, temperatura, massa de adsorvente, vazão do efluente, entre outros) para a remoção dos fármacos”, observa a aluna, ressaltando a importância da pesquisa. “Atualmente, a maioria dos contaminantes emergentes não apresenta parâmetros limites nas legislações internacionais vigentes para o lançamento de efluentes ou em água potável, mas sabe-se que estão presentes no nosso cotidiano. A remoção de contaminantes emergentes no tratamento de efluentes é essencial para garantir a qualidade dos recursos hídricos receptores, assim como para a saúde pública e o ecossistema”, garante.





UCPel e parceiros inauguram fábrica de artefatos de concreto no presídio
A solenidade ocorre no dia 30 de maio, às 14h, e contará com a presença de autoridades estaduais, municipais e empresas parceiras.
A Fábrica de Artefatos de Concreto ArteconP, concebida através da parceria entre a Universidade Católica de Pelotas (UCPel), governo do Rio Grande do Sul e Prefeitura de Pelotas, será inaugurada no dia 30 de maio, às 14h. Localizado no Presídio Regional de Pelotas, o local utiliza mão de obra prisional e visa reduzir custos para o município.
Implantada ao longo dos últimos oito meses, a fábrica produz materiais em concreto, como blocos de alvenaria estrutural, blocos de pavimento intertravado e tubos. A proposta é utilizar os itens, preferencialmente, nas obras internas do presídio e pelas secretarias municipais. Conforme o professor da UCPel, Celso Pedreira, os produtos ainda poderão ser comercializados na comunidade, posteriormente.
Os primeiros materiais confeccionados na fábrica partiram de um ensaio feito no Laboratório de Engenharia Civil (LEC) da UCPel. Através do projeto de extensão, que atualmente conta com a participação de três acadêmicos, a qualidade do material produzido na fábrica é garantida. “O projeto teve uma ótima aceitação entre os estudantes. Começamos com dois e agora já temos três alunos participando em tempo integral”, destacou Pedreira.
A ArteconP conta com a mão de obra de dez presos. Além da redução de pena com o trabalho, cinco deles ainda recebem um salário mínimo. A ideia é ampliar as atividades e fazer um rodízio na medida em que os apenados passam para o regime semiaberto. “Nada foi comprado para construir a fábrica. Tanto a estrutura física, como os materiais utilizados foram produzidos por eles”.
A concepção da fábrica foi possibilitada através da parceria com empresas privadas, que doaram os equipamentos e a matéria prima utilizada na confecção dos primeiros materiais. Atualmente, os insumos são disponibilizados pela Prefeitura, em troca dos produtos que serão usados nas secretarias. “A fábrica irá auxiliar na redução do custo municipal, visto que a prefeitura só precisará comprar os insumos”, explica o professor.
Em funcionamento desde o final de 2018, a inauguração oficial será realizada no dia 30 de maio, às 14h. Na ocasião, autoridades e representantes das empresas privadas parceiras estarão presentes. Após a inauguração, a previsão é de que a fábrica produza 200 blocos por dia e 100 tubos por semana.


Mais de 800 estudantes da Univates são voluntários em projetos de extensão
Aluna da Instituição participa de dois dos 34 projetos de extensão da Universidade
LAJEADO – “Participar de projetos de extensão me faz perceber que a Univates não é apenas um local para aprender o conteúdo das disciplinas, é também onde posso me tornar uma profissional com formação mais humanista”. A afirmação é da estudante de Engenharia Elétrica da Instituição Marcelli Schossler Flores. Ela é bolsista no projeto de extensão Vem pra Cá e voluntária no Marias: Corpo e Linguagem na Instituição Prisional, ambos do programa Arte, Estética e Linguagem da Univates.
Marcelli é uma dos mais de 800 estudantes da Univates que fazem voluntariado em algum projeto de extensão da Instituição – esse número é cerca de dez vezes maior em comparação à 2015. Participante do Vem pra Cá há quase dois anos e do Marias há um ano, a acadêmica vê a educação como uma oportunidade de transformação. “No Vem pra Cá ensinamos português aos imigrantes residentes em Lajeado, de modo que eles se sintam acolhidos por nós. É gratificante ver o resultado e a evolução deles durante o ano”, afirma.
Segundo Marcelli, com a participação na extensão ela aprendeu a olhar para as pessoas sem fazer julgamentos e a conviver com um público com o qual não estava acostumada até então. “Os projetos me fazem sair da zona de conforto. Eu me desafio mais a cada dia”, completa. Entre as vantagens de se envolver com a extensão, ela aponta que sua atuação pode refletir no mercado de trabalho posteriormente. “Nas aulas dos projetos trabalhamos todos juntos, debatemos assuntos e apresentamos diferentes pontos de vista. Essa interação ajuda na troca de ideias, essencial no mercado de trabalho”, justifica.
No Marias, a acadêmica trabalha com atividades no presídio feminino de Lajeado. “Elaboramos ações com o propósito de mostrar às mulheres que estão lá que, independentemente das dificuldades apresentadas, todas são capazes de realizar as atividades. Além disso, as ouvimos, pois a Univates atua no local há quase dois anos, então elas se sentem confortáveis em expressar seus sentimentos na maioria das vezes”, relata.
No Vem pra Cá, a bolsista lembra de um momento especial com os imigrantes que aconteceu em 2018. “Na aula, expliquei a eles sobre o feriado do dia 20 de setembro. Um aluno deu a ideia de nos reunirmos nesse dia e fazermos um churrasco. Chegou a data, tivemos uma aula sobre a cultura gaúcha e fizemos salsichão com pão, algo simples, mas que os marcou. Até hoje eles lembram desse momento”, conta. Para Marcelli, “fazer voluntariado é doar o nosso tempo e receber em troca experiências a partir de situações que talvez nunca iríamos enfrentar”.
Indissociabilidade entre extensão, ensino e pesquisa
Para a coordenadora pedagógica da extensão acadêmica e professora de Arquitetura e Urbanismo da Univates, Merlin Janina Diemer, “os projetos de extensão fazem parte da essência das instituições de ensino superior comunitárias, como a Univates”. Atualmente, há 34 projetos na Instituição, organizados em 6 programas.
Um projeto de extensão ocorre quando existe uma ação direta com a comunidade externa à Universidade. “Hoje atuamos com grupos de terceira idade, indígenas, imigrantes, escolas, presídio, Estratégia Saúde da Família (ESF), entre outros. A Univates é uma instituição comunitária, portanto a extensão está em sua essência. Desde 2015 incentivamos o envolvimento do estudante nessas atividades, o que fez com que o número de alunos participantes aumentasse consideravelmente”, reconhece Merlin. Entre os objetivos da atividade extensionista estão o impacto do projeto e a transformação na comunidade. Por isso, as ações devem ser contínuas.
Nas ações dos projetos ocorre a indissociabilidade entre a extensão, o ensino e a pesquisa. “A extensão é o princípio da relação com a comunidade, por meio da qual ocorre a interação dos saberes acadêmicos com os populares. O protagonismo do estudante é fundamental, pois ao atuar na comunidade realiza um processo investigativo e de levantamento para posterior intervenção. O resultado da experiência é a aprendizagem adquirida pelo acadêmico”, explica Merlin. Nas ações sempre há um professor que acompanha e faz a mediação entre estudante e comunidade. Ainda de acordo com a professora, outra característica da extensão é a interdisciplinaridade, ou seja, a abrangência de várias áreas do conhecimento em cada projeto para o fortalecimento das ações na comunidade.
Quer ser voluntário em um projeto de extensão?
Os projetos de extensão da Univates estão inseridos nos programas Ambiente, Desenvolvimento e Memória Social; Arte, Estética e Linguagem; Ciências Exatas e Engenharias; Direitos Humanos, Inclusão e Acessibilidade; Educação e Formação; e Saúde e Qualidade de Vida. A comunidade acadêmica interessada em realizar voluntariado ou que quiser mais informações deve entrar em contato pelo e-mail projetosextensao@univates.br.
Texto: Natália Bottoni




Universidade Feevale é finalista da etapa estadual do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora
Solenidade de premiação acontecerá nesta segunda-feira,
20 de maio, em Porto Alegre
O projeto Startup Teens, realizado pela Universidade Feevale por meio da Diretoria de Inovação, é um dos finalistas da primeira edição do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora. A iniciativa, uma realização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), reconhece, incentiva e dá visibilidade às melhores práticas no país, além de reconhecer os agentes envolvidos com educação nos mais diferentes níveis.
Lançado em 2018 e já em sua segunda edição, o Startup Teens tem o objetivo de despertar, em estudantes da Educação Básica, atitudes empreendedoras, tanto na vida pessoal quanto na futura vida profissional. No evento, os adolescentes são encorajados a ter boas ideias, validá-las, construir o modelo de negócios, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora. Os alunos contam com mentorias, minicursos de Design Thinking, de MVP (Minimum Viable Product) e de pitchs, por exemplo, tudo gratuitamente. A primeira edição foi realizada com estudantes da Escola de Aplicação Feevale e a segunda está sendo promovida em parceria com a Prefeitura Municipal de Campo Bom, para alunos do 9º ano do Ensino Fundamental do município.
Conforme a diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço Monzon, a Instituição ficou muito satisfeita quando o Sebrae lançou o Prêmio de Educação Empreendedora, pois muitas ações promovidas no Estado, em diversos níveis, precisavam ter essa visibilidade e valorização. “Nós, da Universidade Feevale, optamos por submeter um projeto lançado no ano passado, na nossa Escola de Aplicação, e cuja segunda edição acontece em escolas municipais de Campo Bom. Por meio do Startup Teens, o estudante aprende que ele pode ser empreendedor, não só na sua carreira, mas também dele mesmo, de sua vida, nos seus estudos, nos seus planos. Assim, esse aluno pode chegar à graduação mais seguro e mais capacitado”, afirma.
Sobre o Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora
A distinção é composta por três etapas: estadual, regional e nacional. Na etapa estadual, foram selecionados três casos para cada categoria (Ensino Fundamental, Médio, Técnico e Superior). As iniciativas foram escolhidas por servirem de exemplo e estímulo para outras instituições de ensino promoverem uma educação voltada ao empreendedorismo em seus alunos.
A cerimônia de premiação acontece nesta segunda-feira, 20 de maio, às 16h, em Porto Alegre, ocasião em que serão divulgados os 1°, 2° e 3° lugares de cada categoria. O primeiro colocado de cada categoria estará classificado para a etapa regional do prêmio. Mais informações podem ser obtidas no sitehttps://sebraers.com.br.

UCPel recebe inscrições para Vestibular de Inverno 2019
São disponibilizadas 19 datas para o processo seletivo e ofertados quatro cursos de graduação. Neste ano, não será cobrada taxa de inscrição.
Quatro cursos de graduação serão ofertados no Vestibular de Inverno da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). As inscrições abrem nesta quarta-feira (15) e devem ser realizadas através do site vestibular.ucpel.edu.br. Não será cobrada taxa de inscrição para nenhuma forma de ingresso.
Ao todo, 175 vagas são ofertadas para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Direito (noite), Odontologia e Psicologia. São disponibilizadas 19 datas para o processo seletivo agendado, composto por uma redação. As outras formas de ingresso são através da utilização da nota do Enem e de reopção.
Até o dia 15 de agosto será possível agendar o vestibular. As provas serão realizadas em dois dias da semana: terças-feiras e quintas-feiras, sempre às 19h. A primeira prova ocorrerá em junho, no dia 11. O candidato terá duas horas para realizar a prova, tendo que permanecer na sala por no mínimo 30 minutos.
A relação dos candidatos classificados será divulgada no site do Vestibular em até 72 horas após a realização da prova de redação. A Universidade entrará em contato com o candidato aprovado para agendar a data e o horário da realização da matrícula.
Mais informações podem ser obtidas no edital (http://vestibular.ucpel.edu.br/editais/), através do e-mail vestibular@ucpel.edu.br ou ainda telefone (53) 2128-8269.
Financiamento próprio da UCPel
Ao ingressar na Católica, o acadêmico pode contar com o Financiamento UCPel. É possível obter redução de até 50% no valor da parcela mensal. O percentual de abatimento é definido a partir da análise de perfil socioeconômico do candidato ao benefício. O valor deve ser ressarcido ao final do curso, com prazo igual ao utilizado.
Mais informações podem ser acessadas através do site vestibular.ucpel.edu.br/financiamento-ucpel/.

Vestibular UPF: pensando uma comunicação acessível
Projeto de extensão da UPF busca ampliar o acesso de pessoas cegas ou com baixa visão a textos de diferentes naturezas por meio de áudios gravados por acadêmicos do curso de Jornalismo
“Para quem a gente faz comunicação?”. O questionamento da acadêmica do curso de Jornalismo da Universidade de Passo Fundo (UPF) Camila Pellin poderia ser respondido das mais diferentes formas. Mas a dúvida dela vai muito além do que as páginas dos livros são capazes de explicar e envolve um conceito que, apesar de não ser novo, ainda é pouco trabalhado: a acessibilidade. Desde que encontrou no projeto de extensão “Audioteca: acervo de material em áudio”, Camila chega mais perto de entender seu papel como futura jornalista. Bolsista do projeto, ela, assim como os demais participantes, atua na gravação e edição de materiais em áudios que serão utilizados por pessoas cegas ou com baixa visão.
Coordenado pela professora Dra. Bibiana de Paula Friederichs, o projeto atende, principalmente, às demandas do Setor de Atenção ao Estudante (Saes) da UPF, que recebe e auxilia os estudantes com diferentes demandas, e da Associação Passo-Fundense de Cegos (Apace). “A gente grava desde textos acadêmicos, como o capítulo de um livro que um professor solicita para a aula, ou mesmo um livro inteiro. No ano passado, nós gravamos Dom Casmurro, por exemplo”, explica a acadêmica. Todo o material é gravado, editado e disponibilizado pelos próprios acadêmicos, que têm a oportunidade de se apropriar dos elementos da linguagem sonora e de repensar o papel desempenhado pelos profissionais e pelos meios de comunicação na manutenção da vida cotidiana junto aos diferentes grupos sociais.
A independência de Iaçanã
Os materiais produzidos pela Audioteca ajudaram – e muito, como ele mesmo diz – na formação do jornalista Iaçanã Baptista. Egresso do curso da UPF, Iaçanã tem baixa visão e, ao longo de boa parte de sua graduação, contou com o apoio da equipe do Saes, de colegas e familiares para estudar. Foi no seu último semestre, em 2016, quando o projeto da Audioteca foi retomado, que ele conquistou a independência que sempre quis, para poder realizar seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). “Como eu tinha que ler livros para poder fazer o trabalho, meu professor orientador passou para o grupo os livros e alguns artigos e eles gravaram para mim. Eu ouvia e fazia o TCC a partir dos livros gravados pela Audioteca”, conta.
Antes desse recurso, Iaçanã dependia sempre da companhia e da ajuda de alguém. Na maioria dos casos, os textos eram adaptados a um programa instalado em seu computador, que fazia essa leitura. Já no caso de materiais menores, o egresso contava com a ajuda dos pais, que liam para ele, ou mesmo de alguns colegas. Quando era possível, os professores substituíam os conteúdos para que ele pudesse acompanhar a turma. “Alguns livros, por exemplo, tive várias indicações ao longo da faculdade, bons livros que seriam muito importantes para minha formação que eu não pude ler porque eu não tinha esse recurso no início do curso”, lembra.
Na opinião do jornalista, que hoje atua em uma rede de farmácias em Passo Fundo, o apoio oferecido pelo projeto foi fundamental para que ele pudesse fazer seu trabalho praticamente sem o auxílio de ninguém. “Eu conquistei uma independência muito grande para poder trabalhar. Foi muito bacana porque eu pude fazer as leituras que eu precisava. Eram livros grandes que eu pude ter um acesso depois da Audioteca. Sinceramente, eu não sei como teria feito sem a Audioteca”, garante.
Projeto em nova fase
Segundo Camila, o projeto da Audioteca está, atualmente, passando por uma readequação. Para isso, o grupo está trabalhando em um diagnóstico para entender como a população cega e de baixa visão de Passo Fundo acessa a informação. “Nós estamos fazendo todo um trabalho sobre esse diagnóstico. Nós temos um acervo antigo, um acervo do Saes e um na Apace. Por isso, estamos fazendo um levantamento do que tem em cada um desses acervos e aplicando questionários com o nosso público para entender como eles acessam a informação”, explica Camila.
A partir do diagnóstico, a equipe do projeto pretende criar um blog que reúna todo esse acervo. A ideia dessa nova fase, ainda de acordo com a acadêmica, é pensar uma comunicação acessível. “Essa nova fase da Audioteca foi muito importante porque me fez refletir sobre para quem a gente faz comunicação. A gente não pensa no dia a dia em fazer uma comunicação acessível. Eu não preciso somente fazer comunicação em diferentes plataformas, eu preciso fazer com que essa comunicação, com que essas informações cheguem para todo mundo, senão, qual é o sentido?”, questiona.
“A extensão transforma”
Para Camila, a Audioteca e os demais projetos de extensão dos quais participou desde que entrou na graduação, em 2017, permitiram que ela tivesse uma percepção diferente sobre o próprio Jornalismo. Na opinião da acadêmica, participando dos projetos de extensão, ela pôde aprender muito, indo além do que é visto em sala de aula. “A extensão transforma, é uma vivência inexplicável e é muito legal isso de você migrar para várias áreas, por exemplo. Eu participei desde o primeiro semestre do Observatório de Meios, como voluntária, e do ComSaúde, então, desde o início, eu tive contato com outras áreas do conhecimento. Além do aprendizado, eu também fiz muitos contatos, que é uma questão importante dentro do Jornalismo”, finaliza.
Vestibular de Inverno
A possibilidade de integrar um projeto de extensão pode ser vivenciada pelos alunos da graduação. Nessa perspectiva, a UPF está com inscrições abertas para o seu Vestibular de Inverno 2019. Porta de entrada da Universidade, o processo seletivo inscreve para ingresso em diferentes cursos de graduação naquela que é reconhecida como a maior instituição de ensino superior do norte do estado. Nesta edição, são 23 cursos disponíveis, nas seguintes áreas do conhecimento: licenciatura, saúde, comunicação, ciências sociais e aplicadas, engenharia, arquitetura e exatas. As inscrições devem ser feitas via internet, pelo sitevestibular.upf.br, no período de 2 de maio até 4 de junho. A prova será no dia 8 de junho.

Etools/UPF desenvolve aplicativo pioneiro para calcular perfis de aço
O projeto E-tools, da Faculdade de Engenharia e Arquitetura da Universidade de Passo Fundo (Fear/UPF), desenvolveu mais uma ferramenta educacional. O aplicativo Android para calcular perfis de aço formados a frio deverá ser lançado até o final de maio. O desenvolvimento do software iniciou há quatro meses e ele será utilizado para calcular estruturas de aço utilizadas em projetos de coberturas, casas, passarelas, galpões, entre outros.
O software também é pioneiro no país, que atende às exigências da norma que estabelece os requisitos básicos que devem ser obedecidos no dimensionamento, à temperatura ambiente, de perfis estruturais de aço formados a frio, a ABNT NBR 14762. “Com a norma ABNT NBR 14762, é o primeiro aplicativo desenvolvido. O aplicativo será registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Existem outros, porém, baseados em normas de outros países. O aplicativo determina a capacidade resistente à tração, compressão e flexão e esforços combinados de perfis U, UE, Z e ZE, que são tipos de chapas dobradas, com cantos arredondados e aços com alto teor de carbono”, explica o coordenador do projeto.
6º Fórum de TI das ICES do RS (Forti)
Está sendo realizado em São Leopoldo o 6º Seminário do Forti. A abertura oficial do evento ocorreu na manhã desta terça-feira, 14 de maio, tendo sido feita pela reitora da Urcamp, Lia Maria Herzer Quintana, 2ª vice-presidente do Comung e 2ª Secretária da Associação Brasileira das Instituições Comunitárias de Educação Superior.
As atividades ocorrem nas dependências do Centro de Espiritualidade Cristo Rei (Cecrei) e se estendem até esta quarta-feira, 15, com o tema#PeopleFirst – Pessoas em Primeiro Lugar, do cliente final, passando pelos clientes internos, funcionários, parceiros estratégicos, comunidades e também os stakeholders. O encontro reúne gestores de tecnologia da informação das ICES comunitárias do Rio Grande do Sul, com o objetivo de abordar esse tema no contexto da Tecnologia da Informação nas ICES e nos produtos, serviços e práticas de seus parceiros.
A programação deve conta com um público aproximado de 150 pessoas, entre representantes de ICES comunitárias ou confessionais e apoiadores.




