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Reitores do Comung têm agenda com candidato Eduardo Leite
Reunião ocorreu na sexta-feira, 16, e faz parte de um cronograma que tem como pauta a campanha #MeioPorCentoJá!
As 14 instituições que compõem o Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas – Comung, presidido pela reitora do Centro Universitário da Região da Campanha, professora Lia Maria Herzer Quintana, reuniram-se com o candidato ao Governo do Estado, Eduardo Leite, na última sexta-feira, 16. A reunião faz parte de um ciclo de encontros que tem como principal objetivo debater a campanha #MeioPorCentoJá.
Além dos reitores e vice-reitores, participaram da reunião com Eduardo Leite o candidato a vice-governador, Gabriel Souza, e o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos Jr. Lia Quintana, reitora da Urcamp e presidente do Comung, enfatizou que as Comunitárias precisam deste retorno quanto à destinação dos 0,5% da receita líquida de impostos próprios do Estado do Rio Grande do Sul, assim como prevê o artigo 201 da Constituição Estadual. “Nós estamos distribuídos em todo o estado do RS de uma forma muito propositiva e, principalmente, nós estamos nas regiões deprimidas e na grande Porto Alegre. É muito importante esse compromisso de ir para a Lei Orçamentária e de estarmos contemplados no plano de governo de vocês”. A presidente reforçou, ainda, que as comunitárias são parte do sobrevivente terceiro setor, que oferta educação e saúde de qualidade, e que precisam ser conhecidas tal qual já foi realizado com êxito no estado de Santa Catarina; e que o 0,5% deve ser tratado como prioridade menos um, isto é, fundamental e necessária. “Mesmo em situações deficitárias, existem prioridades e este é o pedido do Comung, reconhecer este 0,5% e a sua importância”.
De acordo com o plano de governo dos candidatos Eduardo Leite (governador) e Gabriel Souza (vice-governador), na página 25, a proposta prevê as Comunitárias. “Implementar programa de bolsas de estudo nas universidades comunitárias gaúchas para alunos de baixa renda, em cursos voltados para as vocações econômicas regionais”.
Dentre as falas dos reitores e vice-reitores, foram abordados tópicos como: [1]das 14 instituições, a maioria têm cursos da área da saúde; [2] durante a pandemia, os hospitais universitários atenderam a demanda e transferiram verbas da educação para a saúde; [3] além de educação e saúde, as Comunitárias têm muito comprometimento com o empreendedorismo e a inovação; [4] a excelente pontuação das licenciaturas, que demonstram a sua qualidade, mas, ainda assim, o ‘apagão’ se dá na baixa procura, ocasionando no fato das Instituições terem que fechar alguns destes cursos; [5] a inovação precisa estar em todo Estado, não apenas na região metropolitana e o Inova RS proporcionou isso; [6] ter as Comunitárias como parceiras do Governo do Estado, para que sejam melhor utilizadas, inclusive quanto às suas capacidades instaladas; [7] a celeridade nos processos, tendo em vista que esta e outras pautas já vêm sendo tratadas há muito tempo, como a agenda da Casa Civil, no ano passado, e junto à Secretaria de Educação do Estado, neste; [8] ecossistema de instituições de ensino superior – com agendas mais constantes para que possam estar mais juntos e criando novos projetos; [9] o governador ser, também, uma voz das comunitárias no Governo Federal.
Atualmente, o Comung está tratando com o Governo do Estado sobre o MeioPorCento; já com a Secretaria Estadual de Educação, as pautas são a Base Nacional Comum Curricular – BNCC fundamental e o programa Escolha Certa. Quantos aos pedidos realizados na reunião de sexta-feira, foram elencados: Educação (formação de professores, licenciaturas, apagão de professores, vagas ociosas, utilização da infraestrutura instalada), Saúde (olhar diferenciado pelos hospitais universitários das Instituições Comunitárias), Empreendedorismo e Inovação (agências de inovação, incubadoras, parques tecnológicos – como possibilidades de parceria com o Estado), e Editais de fomento à inovação por região.
Participaram do encontro: Lia Maria Herzer Quintana, reitora da Urcamp e presidente do Comung; Cleber Prodanov, reitor da Feevale e vice-presidente do Comung; Cátia Maria Nehring, reitora da Unijuí e tesoureira do Comung; Bernadete Maria Dalmolin, reitora da UPF e secretária do Comung; Gelson Leonardo Rech, reitor da UCS; Solange Binotto Fagan, vice-reitora da UFN; Arnaldo Nogaro, reitor da URI; Evania Schneider, reitora da Univates; Irmão Paulo Fossatti, reitor da Unilasalle; Renaldo de Souza, chefe de Gabinete da Unilasalle; Fábio Dal-Soto, reitor da Unicruz; José Carlos Pereira Bachettini Júnior, reitor da Ucpel; Andreia Rosane de Moura Valim, vice-reitora da UNISC.

A educação superior e as Instituições Comunitárias
Ensino superior, essa foi a pauta da semana no Rio Grande do Sul, e a professora Lia Maria Herzer Quintana, presidente do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas – Comung, e reitora do Centro Universitário da Região da Campanha – Urcamp, concedeu entrevista aos veículos de comunicação e comentou os cenários na educação e o diferencial que as Comunitárias oferecem junto às comunidades onde estão inseridas.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB, estabeleceu recentemente a diferença entre ensino privado e o comunitário. Com uma história que vem se consolidando há sessenta anos, as Instituições Comunitárias não têm fins lucrativos e prestam serviços educacionais. No entanto, como explica Lia Quintana, as 14 Instituições do Comung são mantidas pelo pagamento de mensalidades. “De fato, é um momento sem precedentes em razão da desidratação do sistema de ensino superior porque ele é um ecossistema formado por alunos de graduação e pós-graduação e a diminuição do número de estudantes afetou a sustentabilidade das instituições que dependem das mensalidades.”
Sobre os cursos de graduação e pós que vêm fechando, a presidente do Comung destaca o sentido dessa realidade: “O significado de perda é para toda a comunidade; não é só pontual para as Comunitárias. Significa perda de qualificação, capacitação, profissionais, inclusive acerca dos investimentos que as instituições fizeram para manter estes cursos”. Porém, as Comunitárias estão cientes do papel que ocupam para o desenvolvimento regional, portanto, quando precisam decidir pelo encerramento de um curso, é porque já analisaram todas as alternativas viáveis. “As instituições têm seu planejamento estratégico, seu orçamento e elas sabem o que acontece; muito provavelmente, para uma Comunitária que sabe do seu compromisso social e regional, ela, com certeza, não teve outra solução a não ser adotar essa medida”.
Essa crise, como apontam as pesquisas, também são resultado do crescimento constante de instituições privadas com fins lucrativos e seus cursos a distância. Para o estudante, é preciso analisar a entrega do resultado e se questionar sobre o comprometimento regional, tal qual reflete Lia Quintana. “O que fragiliza é o tipo de oferta. “Qual é o compromisso delas e o que elas entregam mediante o que elas estão precificando? As instituições querem entregar o quê? Capacitação?! Empregabilidade?! Mudança de perfil econômico?! O que ela vai entregar?”. Em comparativo com as tradicionais, como as Comunitárias que compõem o Comung, a presidente afirma: “Nós entregamos desenvolvimento regional, comprometimento com a sociedade. Não pode ser analisado apenas o valor da mensalidade, mas sim o que a Instituição contratada oferece pela prestação de serviços. Na questão dos cursos EaD, é investido um alto valor para a captação, mas na retenção e permanência, não”.
Para exemplificar a qualidade de ensino e comprometimento das Comunitárias, Lia, que é mestre em Engenharia Civil, traz um exemplo sobre o que vem depois da formatura. “No momento em que um profissional vai com o seu diploma e é apresentado às atividades inerentes à formação, o resultado da qualificação e do conhecimento é o fator determinante para definir quem será contratado. Precisamos analisar como estamos trabalhando com as competências pessoais, comportamentais e profissionais e isso está relacionado à empregabilidade, trabalhabilidade e sustentabilidade”.
Na luta por 0,5%
A campanha #MeioPorCentoJá é uma das principais pautas do Comung que está disseminada em todas as suas Instituições: UFN, Feevale, PUCRS, UCS, Unicruz, Unijuí, Universidade La Salle, Unisc, Unisinos, Univates, UCPEL, UPF, Urcamp e URI. Por ser o maior sistema de educação superior do Rio Grande do Sul, o Consórcio abrange quase todos os municípios do RS, concentrando mais de 153 mil estudantes, mais de 890 cursos de graduação e mais de 700 de pós-graduação. Juntas, contabilizam 1,3 milhão de atendimentos prestados à comunidade.
No entanto, estes 0,5% da receita líquida de impostos próprios para a educação superior pública e comunitária, que estão sendo mobilizados ao Governo do Estado, estão previstos no artigo 201 da Constituição Estadual, e ainda não estão na peça orçamentária do Estado. Em uma audiência pública ocorrida no mês de junho, em Novo Hamburgo, Lia Quintana evidenciou: “É importante que, neste momento, com base no estabelecido na Constituição Estadual e com a situação em que se encontra o estado e o país, nós entendermos que precisa, sim, investir na educação, promover mudança de paradigmas, e fazer o investimento necessário para evitar apagões na educação. Hoje, nós somos a geração com o maior nível educacional da história, porém, nós temos a maior diferença de distribuição de renda e essa diferença passa pela formação e educação. Por isso, para que tenhamos um país, não igual, mas igualitário, nós temos que investir na educação”.

Semesp realiza série de webinars sobre educação e democracia
Reitora Lia Quintana será parte do quarto episódio da série Educação e Democracia: novas propostas de Políticas Públicas para o Ensino Superior.
Uma série que visa abordar novas propostas de políticas públicas para o Ensino Superior. Este é o objetivo do webinar Educação & Democracia, realizado pela Semesp. O quarto episódio, transmitido no dia 02 de agosto, na plataforma Zoom, terá em sua programação a reitora do Centro Universitário da Região da Campanha, presidente da Fundação Attila Taborda, presidente do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas e presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, professora Lia Maria Herzer Quintana.
Convidada em nome do CRUB, Lia Quintana, Pe. João Batista Gomes de Lima (presidente da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil) e Claudio Alcides Jacoski (presidente da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias – Abruc) irão debater soluções para o ensino superior brasileiro, no quarto episódio da série. O encontro, que é on-line, está com inscrições abertas e está marcado para às 10 horas da próxima terça-feira, 02.
De acordo com a organização do evento, os reitores irão analisar e debater o documento ‘Diretrizes de Política Pública para o Ensino Superior Brasileiro 2022’, produzido pelo Semesp e lançado em maio do corrente ano. O debate será conduzido por João Otávio Bastos Junqueira, diretor de Relações Institucionais do SEMESP. Em nota, a divulgação do webinar afirma: “em ano de eleições, o Semesp assume mais uma vez seu protagonismo no setor e promove a discussão de temas importantes para a melhoria da educação superior, um dos pilares de desenvolvimento e sustentação de qualquer país”.
Com abrangência nacional, o Semesp é a entidade que representa as mantenedoras de ensino superior no Brasil, fundada, inicialmente como estadual, em fevereiro de 1979, em São Paulo. As inscrições para o quarto episódio são gratuitas e estão disponíveis neste link.


Projeto da UCPel é selecionado pelo programa Inova RS
Com o recurso do governo do Estado, Laboratório de Simulação do curso de Medicina pode se tornar referência nacional
O projeto do Laboratório de Simulação, Usabilidade e Avaliação de Tecnologias para Saúde do curso de Medicina da Católica de Pelotas (UCPel) vai receber recursos do programa Inova RS. A proposta, criada em parceria com o Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP) e a Lifemed, busca o desenvolvimento tecnológico da região e a qualificação de profissionais.
Intitulado de Health UX Lab, o projeto tem como objetivo proporcionar inovação na Zona Sul através da criação de equipamentos eletromédicos. Com o investimento, o laboratório de simulação já existente no Campus Saúde da UCPel será ampliado. O valor encaminhado pelo Inova também será usado na aquisição de equipamentos, consultorias e materiais necessários para operação do espaço.
A professora do curso de Medicina da Católica de Pelotas, Ana Cristina Kraemer, destaca que além do avanço tecnológico obtido com a união do ensino, a pesquisa e a indústria, a proposta vai contribuir no atendimento à comunidade. “O projeto desenvolverá testes de usabilidade de equipamentos, utilizando cenários simulados e manequins para garantir a segurança do paciente que só usará o material após ter passado pelo Simlab”, explica.
A iniciativa possui um custo total de R$ 1,7 milhão, sendo que R$ 1 milhão será encaminhado pelo programa do governo do Estado, e o restante, em contrapartida de R$ 130 mil da UCPel, R$ 509 mil da Lifemed e R$ 74 mil do HUSFP.
Um espaço de inovação
Segundo o coordenador do Escritório de Desenvolvimento Regional (EDR) da UCPel, Fábio Castro Neves, além da tecnologia desenvolvida a partir do local, acadêmicos e profissionais poderão se qualificar. “Eles vão poder simular diversas situações que vão ocorrer no dia a dia. Nosso papel é dar suporte para que a empresa ou o pesquisador possa desenvolver seu equipamento”, explica.
Para o pró-reitor Acadêmico da Católica de Pelotas Ezequiel Megiato, a possibilidade desta parceria entre universidade e as empresas é uma grande oportunidade para possibilitar a inovação. “É um projeto que vai trabalhar bem na ponta educacional, incluindo o ensino, a pesquisa e a extensão para o bem da comunidade. Queremos muito ver ações como essa se replicando dentro da Católica”, destaca.
Um ponto de referência nacional
Com o apoio da Lifemed que além de disponibilizar seus especialistas na área, vai fornecer equipamentos eletromédicos, o projeto terá uma estrutura completa para simulação de uso, ensaios de validação e usabilidade de produtos.
Segundo o gerente em Pesquisa e Desenvolvimento da Lifemed, Leonardo Reichow, o projeto vai impulsionar o estudo e colaborar com empresas já existentes e também com futuras instituições que pretendem se instalar em Pelotas.”O trabalho do Laboratório será uma iniciativa única em caráter nacional e poderá a Região Sul, em conjunto com o projeto do HUB de Inovação em Saúde e Biotecnologia, se tornar referência nacional em Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde”, projeta.
![Foto 10 [Nome de solteira - Certidão de nascimento] Fotos: Acervo Mara Galvani](https://comung.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Foto-10-Nome-de-solteira-Certidao-de-nascimento-2-scaled-812x562.jpg)
Exposição no Ordovás concretiza projeto autobiográfico Nossas Senhoras, da professora da UCS e artista Mara Galvani
Curadoria é assinada pela docente da Universidade Silvana Boone, coordenadora dos cursos de bacharelado e licenciatura em Artes Visuais
Conheça, a partir do dia 29 de julho, as Nossas Senhoras de Mara Galvani, em exposição na Galeria de Artes do Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho. A mostra concretiza um projeto autobiográfico da artista e poeta, professora da Universidade de Caxias do Sul. A curadoria é da também docente da UCS Silvana Boone, coordenadora dos cursos de graduação – bacharelado e licenciatura – em Artes Visuais, curadora e crítica de arte.
A mostra tem a figura das mulheres “de família” e da família de Mara como tema central: a realidade vivida em um contexto patriarcal tornada poética e artística como uma catarse de um passado irreversível, em um presente de mudanças sociais. Nos últimos dois anos, a artista resgatou a história de vida da sua mãe, os principais ritos de passagem, que incluem momentos sociais e religiosos, e, dessa forma, sua própria história foi sendo desvelada a cada imagem. Mara encontra, nas diferentes linguagens da arte, os elementos para concretizar uma ideia poética em obra concreta, mesclando apropriações de elementos da sua existência real com uma criação artística através de fotografias, relevos, gravuras, objetos encontrados e escolhidos nos seus baús, revisitados pelas suas memórias e ressignificados ao se tornarem palavras e obras de arte.
Saiba mais em texto apresentação:
“Imagens simbólicas e objetos de referência de ritos religiosos que não podiam ser questionados, como batismo, primeira comunhão e o casamento na igreja eram aceitos e tomados como obrigações impostas pela sociedade patriarcal e, durante muito tempo, as mulheres eram as ‘nossas senhoras’, fossem elas as figuras associadas à imagem da Virgem Maria ou as senhoras casadas que, de uma forma machista, pertenciam a um marido ou a uma família regida por um pai. Sempre subordinadas a uma figura masculina, a filha do fulano, a esposa do beltrano e, assim por diante, eram as identidades vinculadas a um sobrenome que lhes desse o devido respeito.
E adentrando na história da mãe, a partir da quebra de padrões, com sua separação vinte anos após o casamento, a artista, até então a filha de alguém, passa a ser a filha da separada. Mara Galvani reúne suas memórias vivas e se coloca nos lugares das senhoras da geração anterior à sua, quando assume as rédeas de sua própria vida, como tantas outras mulheres que deixam de ser a filha de X, a mulher de Y, e tendo suas identidades dissociadas de qualquer outra figura masculina.”
Será possível conferir a mostra até 28 de agosto – nas segundas-feiras, das 9h às 16h; de terça a sexta-feira, das 9h às 22h; e nos finais de semana, das 16h às 22h.
Também será possibilitada a visitação on-line, a partir da UAV Digital.
Ainda, estão previstas duas atividades relacionadas ao tema:
Mediação Identidades Sacramentadas da Exposição Nossas Senhoras, com Mara Galvani e Silvana Boone, no dia 29 de julho, às 18h30, com inscrições gratuitas.
Visita Guiada à Exposição Nossas Senhoras, com Mara Galvani e Silvana Boone, atividade integrante da décima quinta Semana da Fotografia de Caxias do Sul, no dia 19 de agosto, às 19h30.

Reitoria da UPF toma posse e apresenta novo modelo administrativo
Gestão com foco na governança coletiva, sustentabilidade no longo prazo, integração e modernização trouxe equilíbrio e projeção de retomada do crescimento
A Universidade de Passo Fundo (UPF) mudou para manter o posicionamento estratégico e a tradição de instituição inovadora no cenário da Educação Superior. A atualização, com transformações na gestão, metodologias de ensino e currículos, visa maior integração entre os cursos de graduação e também com a comunidade e os diversos setores da região, mas com foco na excelência acadêmica. O modelo entra em vigor nesta sexta-feira (22), quando também ocorre a posse da Reitoria e das direções de unidades acadêmicas para o quadriênio 2022-2026.
Reeleita, a reitora da UPF, professora Dra. Bernadete Maria Dalmolin, destacou a união de todos os atores para promover a modernização. “As mudanças que fizemos internamente fomentam as vocações do Norte do Rio Grande do Sul, o empreendedorismo e a inovação, e estão alinhadas com a gestão eficiente que vem sendo realizada nos últimos anos. Repensamos estruturas, políticas e currículos com foco numa instituição mais moderna, mais integrada e mais conectada para atender às principais demandas e necessidades da comunidade”, explica.
Uma instituição mais conectada, mais integrada, mais moderna. Esse é o horizonte visualizado pela nova gestão. Para a reitora, a UPF vai trabalhar para encontrar as melhores perguntas, com o objetivo de gerar as melhores respostas, em um compromisso coletivo com o futuro, feito por meio do conhecimento. “Enfrentamos os maiores desafios da história dessa instituição, ao mesmo tempo em que desempenhamos os maiores esforços e fizemos as maiores mudanças já vividas. Junto aos pró-reitores, agora vamos avançar e crescer. Se o tempo foi de travessia, acredito que chegamos a outra margem. Temos uma visão sobre o futuro, e condições, projetos e ações para dar sentido a cada passo desse caminho”, ressaltou em seu discurso.
Também assumem os cargos o pró-reitor Acadêmico, professor Dr. Edison Alencar Casagranda, e o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Dr. Antônio Thomé.
Presidente da Fundação Universidade de Passo Fundo, o professor Dr. Luiz Fernando Pereira Neto deu posse à nova reitoria e destacou a história da Fundação, ao longo de 55 anos de atuação junto à comunidade. Em sua fala, destacou o trabalho realizado e o enfrentamento de situações complexas. “Muitos desafios foram superados, mas, vinculados ao crescimento e desenvolvimento regional, tomamos decisões e movimentamos ações que nos ajudarão para avançar cada vez mais. Em momentos difíceis é que vemos a importância de uma instituição como a UPF e a importância de decisões e mudanças com foco no futuro, envolvendo todos os atores, setores e espaços”, observou, pontuando ainda que, mais do que fiscalizadora, a Fundação foi apoiadora de todas as ações da Universidade.
Presente na solenidade, o prefeito de Passo Fundo, Pedro Almeida, ressaltou o momento vivido pela Instituição e reconheceu a importância da UPF para a história e para o desenvolvimento do município e da região. “A UPF vive um grande momento. Ao reeleger a reitora, a Universidade enaltece uma caminhada de superação, entrega e dedicação, reconhecendo grandes avanços e vitórias dessa gestão. Em um mundo cada vez mais competitivo, a UPF nos dá o caminho da segurança. Passo fundo se orgulha da sua universidade. A pioneira. Aquela que ajudou a pavimentar o caminho do desenvolvimento e do crescimento da cidade e da região”, declarou.
Nova configuração institucional
Após ser empossada, a reitora também deu posse aos diretores das Unidades que integram a nova configuração institucional.
A UPF passa a contar com seis Unidades Acadêmicas, contemplando todos os cursos de graduação, além da pós-graduação lato sensu, dos mestrados e doutorados. As escolas ganham novas denominações e novos gestores.
Escola de Ciências Agrárias, Inovação e Negócios (ESAN) – professora Cleide de Fátima Moretto
Escola de Ciências Jurídicas (ECJ) – professor Rogerio da Silva
Escola de Medicina (FAMED) – professor Basileu Caon Reolão
Instituto da Saúde (IS) – professor Fabiano Chiesa
Instituto de Humanidades, Ciências, Educação e Criatividade (IHCEC) – professor Luiz Marcelo Darroz
Instituto de Tecnologia (ITEC) – professor Carlos Leonardo Sgari




Estudantes da UCS retornam de Minas Gerais com novas experiências na bagagem
De 30 de junho a 17 de julho, oito acadêmicos e duas professoras da Universidade realizaram ações de cidadania no município de Novorizonte
Por terra, Novorizonte fica a cerca de 700 quilômetros da capital de Minas Gerais, Belo Horizonte. Foi por lá, no pequeno município, com população estimada em 5,2 mil habitantes, que oito estudantes e duas professoras da UCS realizaram atividades de cidadania e promoção social. A proposta inicial era atuar voluntariamente na cidade vizinha de Campo Azul, mas mesmo com a mudança a poucos dias de iniciar o Projeto Rondon, a equipe da UCS pôde desenvolver um trabalho capaz de fazer a diferença no município, explica a professora Aline Trindade Ramos, da Área do Conhecimento de Ciências Jurídicas. Eles trabalharam em parceria com acadêmicos e professores da Faculdade de Medicina de Jundiaí, de São Paulo.
Em Novorizonte, a equipe da UCS trabalhou diversas temáticas, com públicos variados e considerando demandas regionais. Algumas demandas foram elencadas pela comunidade do Norte mineiro e acabaram sendo atendidas, com muita dedicação e cuidado. Dentre as oficinas, a ação de culinária proporcionou uma troca de conhecimentos com a comunidade mineira, a partir da produção de receitas do Rio Grande do Sul e também de pratos tradicionais locais. O projeto resultou em uma publicação entregue aos participantes da oficina.
Uma demanda que surgiu no contexto local foi a de assessorar a criação de uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis. Durante as reuniões com os interessados no projeto, a equipe da UCS deu suporte necessário ao grupo e fez as orientações a partir dos conhecimentos dos acadêmicos.Ainda durante a presença no município, uma gincana educativa ambiental foi realizada na Escola Estadual presente no município.
A atividade movimentou alunos e abordou, a partir das tarefas, temas relevantes como agroecologia, águas, resíduos, materiais recicláveis, empreendedorismo, empoderamento feminino, saneamento, Fake News, entre outros.
Também no plano educativo, os professores da rede municipal puderam participar de uma oficina de informática, com instrumentalização sobre elementos básicos, aplicativos educativos e comandos da internet. A atividade foi desenvolvida a partir de uma demanda reprimida sinalizada pela comunidade.
“A operação foi exitosa, a população local acolheu o projeto e recebeu com muito carinho os rondonistas que ficaram alojados em salas de aula da escola municipal, puderam conhecer a cultura local e realizar essa importante troca de conhecimentos”, destacou a professora Aline.
Por fim, os alunos novamente se reuniram em Montes Claros, no Batalhão do Exército, nos últimos três dias de atividades e compartilharam experiências, apresentando o que foi vivenciado nos municípios do interior. Realizaram, ainda, uma grande integração das universidades participantes.
Equipe UCS
Daniela Zuehl, acadêmica do curso de Engenharia Ambiental
Débora Rocha, licenciada em Educação Física e acadêmica do curso de Direito
Laura Webber Alves, acadêmica curso de Direito
Mariana Dalsotto Smiderle, acadêmica curso de Bacharelado em Ciências Biológicas
Nadine Gelain Caldart, acadêmica de Engenharia Civil
Natali Suzin Panassol, acadêmica de Bacharelado em Engenharia Civil
Rafael Galiotto Thains, Licenciado em Ciências Biológicas e acadêmico de Licenciatura em Química
Suelen Rodrigues Balen, acadêmica do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas
Os alunos da UCS estiveram acompanhados das professoras Aline Maria Trindade Ramos, do curso de Direito, e Adriana Des Essarts Trinidad, do curso de Geografia.

Urcamp realiza encontro entre docentes do básico ao superior denominado Teias Pedagógicas
Atividade conta com cronograma de 18 a 22 de julho e reúne professores da Educação Básica e Ensino Superior
Nesta segunda-feira, 18, iniciaram as atividades do Teias Pedagógicas e Boas Práticas em Sala de Aula, evento promovido pela Pró-Reitoria de Ensino da Urcamp. Com o objetivo de entrelaçar aprendizagens, experiências e vivências da educação básica ao ensino superior, a semana é destinada aos docentes da Instituição, proporcionando um exercício de trocas, partilhas e comunhão. A programação acontece nos três turnos e vai até sexta-feira, 22. A abertura foi realizada pela presidente da Fundação Attila Taborda e reitora da Urcamp, profa. Lia Maria Herzer Quintana, e, na sequência, conduzida pela diretora acadêmica, profa. Jane Vilaverde.
Realizado no Google Meet, os encontros das Teias Pedagógicas reúnem não apenas docentes do ensino fundamental, médio e superior, como também proporciona a experiência entre campi, tendo em vista que as atividades contam com a participação dos professores de Alegrete, Bagé, Dom Pedrito, Santana do Livramento e São Gabriel. Organizados por turnos, durante a manhã estão presentes ensino médio e curso de Medicina Veterinária (graduação); à tarde, ensino fundamental; e à noite, os cursos do nível superior.
A programação foi organizada da seguinte forma:
Segunda-feira: “Uso de ferramentas digitais na Urcamp pós-pandemia”, com a professora Caroline Alvares Silva; “Webdiário e ferramentas do Moodle”, com a professora Paula Silveira.
Terça-feira: “Acolhimento NADD”, professora Josefa Oliveira de Souza; “Gamificação educacional”, professora Daisy de Lima Nunes; “Laboratórios virtuais (explorando em sala de aula – virtual e presencial)” e “Unidades de aprendizagem Sagah” , professora Caroline Alvares Silva.
Quarta-feira: “Metodologias ativas”, professora Eliane Piffero; “Gamificação na educação”, Carlos Eduardo Benites Fagundes.
Quinta-feira: “Itinerários pedagógicos – Graduação i e Graduação i Flex”, professora Jane Vilaverde; “Questões Enade” e “Elaboração de questões Enade”, professora Matusa Mendes da Trindade.
Sexta-feira: “Gamificação educacional”, Daisy Nunes (Unipampa); “Sequência didática”, Ketlin Cavalheiro; “Itinerários pedagógicos – Graduação i e Graduação i Flex”, professora Jane Vilaverde.
Ao fim de cada palestra, os professores participam das boas práticas em sala de aula, boas práticas pedagógicas, elaboração do plano de ensino e planejamento de aulas no Moodle.

Mestrados e doutorados UPF: matrículas abertas em disciplinas isoladas
Interessados podem se matricular em disciplinas realizadas de forma remota e presencial
A Universidade de Passo Fundo (UPF) segue com matrículas abertas para as disciplinas isoladas dos mestrados e doutorados. No total, é possível ingressar em alguma das 90 disciplinas ofertadas nas modalidades remota (on-line) e presencial sem necessariamente integrar o programa de pós-graduação (PPG) ao qual elas fazem parte. Dessa forma, o estudante tem a oportunidade de conhecer melhor o curso, para depois optar pelo seu ingresso.
A solicitação de matrícula em disciplina isolada no semestre 2022/2 deve ser feita por meio do e-mail da secretaria do PPG ao qual a disciplina está vinculada. O e-mail de contato pode ser encontrado neste link (https://www.upf.br//_uploads/Conteudo/catalogo-disciplinas-isoladas-2022-2.pdf), no qual também constam informações detalhadas sobre cada uma das disciplinas (ementas, carga horária, número de créditos, professores, horários, etc.).
Também é necessário enviar cópias dos seguintes documentos por e-mail em formato digitalizado: CPF; carteira de identidade (frente e verso); certidão de nascimento e/ou casamento; e diploma de graduação (frente e verso). Mais informações podem ser obtidas no site upf.br/pos.
Confira as disciplinas isoladas oferecidas para cada programa de pós-graduação e faça a sua matrícula:
– Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGAdm)
– Controles de Gestão
– Métodos Quantitativos
– Métodos Qualitativos
– Seminários de Dissertação
– Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro)
– Estatística Experimental II
– Ecofisiologia e Manejo de Plantas Frutíferas
– Paisagem e Paisagismo
– Modo de Ação dos Herbicidas
– Biotecnologia Agronômica
– Estágio de Docência II
– Estágio de Docência III
– Programa de Pós-Graduação em Bioexperimentação (PPGBioexp)
– Redação Científica
– Virologia e Doenças Víricas
– Relações Interparasitárias
– Diagnóstico Anatomopatológico e Imuno-histoquímico
– Toxicologia Clínica Aplicada à Saúde
– Microrganismos Patogênicos Transmitidos por alimentos
– Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada (PPGCA)
– Computabilidade e Complexidade de Algoritmos
– Data Science Aplicada
– Cidades Inteligentes
– Tópicos Especiais em Computação Aplicada I (Processamento de Eventos Complexos)
– Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCiamb)
– Sustentabilidade em Conservação de Recursos Naturais
– Comportamento Humano e Sustentabilidade
– Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PPGCTA)
– Processamento e Preservação de Alimentos
– Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGDireito)
– Análise Econômica do Direito
– Filosofia do Direito
– Dimensões de Poder e Pacto Federativo
– Teorias dos Direitos Fundamentais
– Seminários de Pesquisa IV: Jurisdição Constitucional e Democracia
– Seminários de Pesquisa V: Jurisdição Constitucional e Democracia
– Seminários de Pesquisa VI: Jurisdição Constitucional e Democracia
– Seminários de Pesquisa IV: Relações Sociais e Dimensões do Poder
– Seminários de Pesquisa V: Relações Sociais e Dimensões do Poder
– Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECM)
– Alfabetização Científica e Tecnológica
– Aprendizagem Criativa e Movimento Maker
– Construção de Objetos Digitais de Aprendizagem
– História da Ciência e Matemática
– Tópicos de Ciências Biológicas
– Tópicos de Física
– Tópicos Emergentes de Ciências e Tecnologias
– Robótica Educativa
– Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEdu)
– Alfabetização Científica e Tecnológica
– Aprendizagem Criativa e Movimento Maker
– Estágio de Docência I: Pedagogia Universitária
– Os Clássicos e a Formação Humana: Paidéia, Humanitas e Bildung
– Neoliberalismo, Estado, Política e Mercantilização da Educação
– Formação Humana, Ética e Docência
– Epistemologia da Política Educativa
– Políticas de Educação Especial e Inclusiva
– Análise Textual Discursiva
– Metodologia do Ensino Superior
– Programa de Pós-Graduação em Envelhecimento Humano (PPGEH)
– Laboratório de Tecnologias
– Nutrição e Suplementação no Processo Saúde-Doença
– Bioestatística
– Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGEng)
– Avaliação de Impactos e Ciclos de Vida
– Teoria e Prática do Desenvolvimento Sustentável
– Biorremediação de Solos e Águas
– Processos Avançados de Tratamento de Águas e Efluentes
– Remediação de Solos e Águas Subterrâneas
– Comportamento Mecânico e Hidráulico de Geomateriais
– Sustentabilidade das Estruturas
– Obras de Arte
– Programa de Pós-Graduação em História (PPGH)
– Arte, Sentido e História
– História, Justiça e Propriedade
– História, Região e Fronteiras
– Estágio de Docência I
– História e Poder Local
– História Política
– História e Cultura
– Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL)
– Romance Moderno e Pós-Moderno
– Fundamentos em Teorias da Enunciação
– Língua, Argumentação e Discurso
– Literatura Infantil e Juvenil no Brasil
– Letramentos, Multiletramentos e Ensino
– Literatura e Interfaces
– Pesquisas e Tendências Sobre o Ensino e Aprendizagem de Línguas Estrangeiras/Adicionais
– Conceitos e Objetos de Investigação Linguística e Literária
– Transformação e Hibridação dos Gêneros Literários
– Leituras Orientadas: Estudos de Aquisição
– Programa de Pós-Graduação em Odontologia (PPGOdonto)
– Seminário Multidisciplinar IV
– Princípios Básicos da Escrita
– Estágio de Docência a Pesquisa II
– Seminário Multidisciplinar Pesquisa II
– Bioestatística II
– Epidemiologia
– Fórum Multidisciplinar de Projeto de Tese
– Programa de Pós-Graduação em Projeto e Processos de Fabricação (PPGPPF)
– Simulação do Comportamento Mecânico
– Equipamentos e Manufatura 4.0 Aplicada na Área da Saúde
– Processos e Técnicas Avançadas de Fabricação por Soldagem
– Tópicos Especiais em Escrita Científica

Comung tem reunião com SEDUC para debater parcerias entre Comunitárias e Governo do Estado do RS
Agenda foi cumprida pela presidente do Consórcio, a reitora da Urcamp Lia Maria Herzer Quintana, junto à Secretária da Secretaria Estadual de Educação do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira, 23.
O Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas, através da presidente Lia Maria Herzer Quintana, reitora do Centro Universitário da Região da Campanha – Urcamp, esteve, nesta quinta-feira, 23 de junho, na Secretaria Estadual de Educação do Rio Grande do Sul para debater junto à secretária da pasta, Raquel Teixeira, as parcerias entre Comung e SEDUC-RS. A reunião abordou o programa Escolha Certa, que será assinado na próxima semana, e a Campanha #MeioPorCentoJá!, elaborada pelas 14 Instituições de Ensino que compõem o Consórcio.
O Escolha Certa é uma parceria entre SEDUC e Comung que tem por objetivo viabilizar uma complementação aos estudantes que concluíram o Ensino Médio em escolas públicas nos anos de 2020 e 2021. A proposta visa acrescentar o 4º ano para todos os interessados, contemplando os seguintes componentes: português, matemática, inglês, projeto de vida e letramento digital. O projeto, que já está em andamento, será assinado na próxima semana, dia 30 de junho, na Secretaria de Educação do Estado.
Lia Quintana, representando os demais reitores do Comung, levou a pauta da campanha que trata sobre a destinação de 0,5% da receita líquida de impostos próprios para a educação superior comunitária e pública, conforme previsto no artigo 201 da Constituição do Rio Grande do Sul, #MeioPorCentoJá!. Raquel Teixeira relatou que já foi realizada reunião entre a SEDUC e a Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado. A Secretária afirma, ainda, que a nota técnica, que já está pronta, será discutida com outros entes, dentre eles, por exemplo, a Casa Civil, para, então, contatar o Comung.
Como relatado na Audiência Pública que debateu sobre a educação superior pública e comunitária na segunda-feira, 20, em Novo Hamburgo, junto ao deputado Issur Koch, o ‘apagão’ de professores foi reconhecido pela Secretária Estadual, que prevê a necessidade de uma ação conjunta neste tema e a ideia de articular parcerias com foco nos cursos de licenciaturas com o Comung e com o Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras – CRUB, também presidido pela reitora da Urcamp.











